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Porque queremos secretamente que os cães fiquem filhotes pra sempre.

As pessoas costumam dizer “ah, pena que essa fase filhote passa tão rápido!”. Bom, vamos então analisar porque as pessoas querem que os cães permaneçam filhotes para sempre.

Particularmente, achamos os filhotes fofos, mas a fase adulta é muito melhor. O cachorro está educado, o cachorro sabe o certo e o errado e tem uma ligação muito mais forte com o dono. Quem tem cachorro já adulto sabe: é possível ver se eles estão com fome, com sede, com vontade de fazer xixi, só de olhar pra eles. É uma conexão sem explicação.

Portanto, mesmo que você ame os filhotes, não fique triste, a fase adulta também é MARAVILHOSA!

Foto Jmarcoz

Foto Jmarcoz

Vamos às razões que levam as pessoas a quererem que os cães fiquem filhotes pra sempre:

1. O fator fofura
2. As orelhas e as patas são enormes
3. E elas são tão peludinhas!
4. Estão sempre animados e felizes
5. E são muito curiosos
6. Essa viradinha de cabeça é demais pros nossos corações
7. Eles não tem vergonha de lutar pelo que é deles e eles fazem isso da forma mais fofa
8. Podemos carregá-los pra qualquer lugar
9. É fofo como eles cabem nos lugares mais inesperados
10. Mas a coisa mais incrível é que os filhotes olham pra você e já te amam muito
11. E como eles são fieis e leais desde o início
12. Os filhotes tem uma felicidade nata que é contagiante

Fonte – http://tudosobrecachorros.com.br/
Foto – Jmarcoz

Colaboradora Eduarda Volpatto - Bulldog Club e Bullblog

Colaboradora Eduarda Volpatto – Bulldog Club e Bullblog

Esfregar o bumbum no chão – Glândulas anais

Alguns cachorros, em alguma fase da vida, começam a arrastar o bumbum no chão, como se estivesse coçando. Muitas vezes pode ser verme, que provoca coceira na região do ânus. Outro motivo muito comum é que ele pode estar precisando que suas glândulas anais sejam espremidas/esvaziadas. Seu cachorro ainda pode estar com alguma coisa presa no bumbum, algum pedaço de grama, carrapato, fezes ou cabelo. Antes de mais nada, verifique se tem algo que esteja incomodando seu cão.
Esvaziar as glândulas anais é um procedimento simples que você pode fazer em casa. Se seu cão for bravo, recomendamos que coloque uma focinheira nele antes do procedimento.

Atenção:

– Se tiver alguma dúvida ou preocupação em relação a esse procedimento, consulte o veterinário antes de tentar.
– Pegue toalhas de papel suficientes pra poder repetir o processo várias vezes até terminar.
– Os cães em geral ficarão mais elétricos depois que o procedimento for finalizado.
– e o líquido for pastoso ou com sangue, você deve consultar o veterinário pra ver se não há infecção.
– Cachorros menores terão que passar por esse procedimento com mais frequência que cães maiores.
– Aumentar a ingestão de fibras pode ajudar o cão a expelir o conteúdo de suas glândulas anais normalmente, reduzindo a necessidade de passar por esse procedimento.

Cachorros esfregando o bumbum no chão:

Como esvaziar as glândulas anais em casa

1. Pegue 3 ou 4 folhas de papel toalha úmidas
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2. Coloque luvas de borracha
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3. Aponte a traseira do cachorro para longe de você
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4. Levante o rabo do cão para deixar o ânus à mostra
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5. Localize as glândulas anais de acordo com a imagem (geralmente numa angulação como se fosse 4 e 8 horas num relógio). Se as glândulas estiverem cheias você deve sentir um pequeno calo ao pressioná-las.
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6. Aperte gentilmente enquanto segura uma toalha de papel para absorver o líquido que sairá.
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7. Repita o processo até que as glândulas estejam vazias.
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8. Quando terminar, lave o traseiro do cachorro para reduzir o odor.
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9. Se possível, é aconselhável fazer isso durante o banho dele.
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Lembre-se: se você não sentir segurança ou não tiver certeza de que as glândulas anais precisem ser esvaziadas, leve seu cão ao veterinário.

Fonte: Tudo sobre Cachorro

Spike e seu calendário

Gente olhem só que legal, o Spike que foi selecionado para o calendário já recebeu o seu e posou para esta linda foto <3

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13ª Nacional, conheça os vencedores da maior e mais importante exposição da Raça Bulldog no Brasi!

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Realizada no município de Hortolândia/SP, a 13ª Nacional Abrabull teve 4 (quatro) exposições especializadas da raça bulldog julgadas por juízes que também são criadores, sendo dois americanos, uma inglesa e um brasileiro. Confira os vencedores da 13ª Nacional Abrabull julgada pela Sra. Elizabeth Hugo Milan (EUA), uma das maiores autoridades sobre o padrão da raça no mundo.

BISS – Gongarbulls Pompidou (Prop.: Gilberto Medeiros – Canil Reserva do Rei)

BOSS – Newrocker Hilary (Prop. Alexandre Ferroni Newrocker Bulldogs)

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Doenças Cardíacas Acometem Cerca de 35% Os Cães Idosos

Campanha Setembro Vermelho visa conscientizar sobre a importância do diagnóstico e tratamento precoces.

O coração é a base do funcionamento do sistema circulatório de qualquer ser humano e deve sempre estar na lista dos check-ups periódicos. No caso dos animais de companhia não é diferente. O coração do cão tem uma estrutura semelhante à nossa e, assim como nos humanos, o diagnóstico e tratamento precoces das doenças cardíacas podem fazer diferença na saúde e qualidade de vida dos bichos. Para conscientizar o tutor sobre a importância do acompanhamento periódico do veterinário e do check-up anual para a detecção dos problemas cardíacos, a Elanco, em parceria com a Agência Estação Brasil, lança este mês a campanha “Setembro Vermelho: se tem coração”.

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Os números mostram que o assunto merece atenção. As cardiopatias em cães são cada vez mais comuns, já que, assim como os humanos, eles estão vivendo mais. O problema se agrava porque o tutor não está acostumado a cuidar dos bichinhos idosos como cuida dos filhotes.  Cerca de 35% dos cães serão acometidos por alguma cardiopatia ao atingir a fase idosa. A partir dos 5 anos e desta idade até aproximadamente 13 anos cerca de 70% deles vão desenvolver ao longo da vida a chamada DVCM (Doença Valvar Crônica Mitral), a principal cardiopatia que acomete os cães, sendo os mais suscetíveis os machos de pequeno porte (com até 20 quilos). A doença pode aparecer já nos primeiros cinco anos de vida do cãozinho, sendo a prevalência, por faixa etária, de 10% em cães com cinco a oito anos, 25% com nove a 12 anos e 35% entre os acima de 13 anos.

“Quero Biscrock”

Olá pessoal, esta semana vamos publicar algumas entrevistas que fizemos com proprietários de Bulldogs seguidores da fanpage Bulldog Club.

E começamos com a Angelica.

Fred e Hulk

Fred e Hulk

“Me chamo Angélica Caminotto e tenho dois Bulldogs, pai e filho, o mais velho é o Fred, com 3 anos, e o mais novo é o Hulk, e tem 1ano.”

Responda com base em suas experiencias com seu Bulldog Ingles.

01-Quando você se apaixonou pelo Bulldog Ingles?

Eu sempre adorei a raça, mas só comprei depois que meu filho nasceu…

02-Quando decidiu que queria ter um, quais foram os métodos de pesquisa sobre a raça e criadores, internet, amigos, etc.

Pesquisei na internet sobre a raça, o comportamento, entre outras informações, porque na época eu morava em apartamento, e não queria um cãozinho que ficasse latindo sem parar…

03-Sem citar nomes, qual foi o método de escolha na hora de adquirir um filhote, atendimento do criador, padrao da raça, preço, indicaçoes de onde comprar, etc.

Por indicação de um amigo, procurei um criador que também é veterinário. Quando ele nos apresentou os filhotes, um único deles ficou seguindo meu filho todo o tempo, então acredito que ele nos escolheu como donos!

04-Com o filhote já em casa, quais foram suas maiores dificuldades quanto a raça e cuidados, mesmo que tenha adquirido o Bulldog já adulto.

Não tive dificuldades, meu bull é o sossego em “pessoa”

05-Voce teria vontade de ter outro Bulldog? E voltaria a comprar de onde adquiriu seu primeiro? Adotaria um Bulldog já adulto, castrado e com idade avançada?

Meu bull já cruzou, e fiquei cm um dos filhotes, então tenho dois, e por enquanto não penso em ter outro…

06-Quanto ao atendimento veterinário para o seu Bulldog, teve alguma dificuldade em encontrar um especialista na raça ou teve que ir em vários?

Não, pois o veterinário dos meus Bulls é o criador que me vendeu, e ele é especialista na raça.

07-Seu Bulldog já teve algum problema sério de saúde? Passou por algum procedimento cirurgico e/ou esta em algum tratamento diario, como, otite, assaduras, dermatite.

O mais velho teve problema na patela, mas não precisou de cirurgia, e o mais novo tem problema na parte muscular, porque foi brincar correndo em volta da mesa e escorregou, e acabou ficando com uma dor muscular na área do pescoço… Mas agora tá joia!

08-Cite 5 qualidas e 5 defeitos, quando eu digo defeito me refiro as manias, teimosias, e coisas que vocë não gosta na raça.

Qualidades: amoroso, tranquilo, meigo, adora meu filho, e em certos casos, obedienteDefeitos: sistemático, emburrado, um pouco teimoso, e acha que o macho da casa, solta uns punzinhos bem fedidos (kkk), e o meu mais novo tem mania de morder…

09-Se seu Bulldog pudesse dizer uma única frase, qual seria ela?

“Quero Biscrock”

10-Oque um Bulldog precisa para ser feliz?

Muito amor, muito carinho, sentir que faz parte da família mesmo!

Como identificar um cão hiperativo

Cada cão possui um determinado nível de atividade que pode variar bastante de raça para raça e de indivíduo para indivíduo. Não existe uma linha divisória clara entre cães normais e cães hiperativos, portanto alguns cães podem ser considerados normais por alguns especialistas e hiperativos por outros.


Os cães claramente hiperativos exibem continuamente um comportamento acelerado, tornando o convívio um tanto quanto difícil. Muitas vezes os proprietários se sentem sufocados pelo fato de o animal não parar quieto ou não parar de querer chamar a atenção buscando objetos, destruindo móveis, choramingando e latindo. Infelizmente tais cães costumam acabar trancados dentro de um canil ou separados fisicamente do convívio familiar, solução um tanto quanto cruel.

A hiperatividade pode começar cedo
Um cão já pode demonstrar hiperatividade nos primeiros meses de vida. Sem querer, muitas pessoas acabam escolhendo o filhote hiperativo, pois é esse que geralmente vai correndo e fazendo festa para cada visita que aparece. Muitas pessoas dizem que elas é que foram escolhidas pelo filhote, geralmente se referindo a esse comportamento – “Ele me escolheu! Veio correndo na minha direção e não parou de me lamber e nem de abanar o rabo!!”

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Esperanças frustradas
É comum que proprietários de um cão hiperativo acreditem que ele seja agitado por ser ainda jovem e que vai se acalmar, mas com o tempo percebem que continua do mesmo jeito apesar de já ter se tornado adulto.
Principalmente no caso de cães machos, existe um mito de que o cão precisa cruzar para se acalmar. Tal informação não procede, e isso é confirmado por pesquisas científicas. Portanto não perca tempo procurando um parceiro sexual para seu animal com essa finalidade.

Bulldog comendo muito rápido? Como fazer ele comer mais devagar.

Alguns cães comem rápido demais, porém normalmente isso não significa fome, mas sim um comportamento obsessivo em torno da comida. Uma questão psicológica que o faz comer rápido demais, seja por instinto (para que um “concorrente” não pegue a comida dele) ou por ansiedade.

Comer muito rápido pode gerar vários problemas na saúde do cachorro, como:
– gases
– vômitos logo após comer
– má digestão

Felizmente, é possível contornar esse problema com várias técnicas e em geral é uma questão muito fácil de resolver. Seria interessante você olhar o artigo: Como dar comida pro seu cachorro.
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1. Evite ambientes conturbados

Criadores Respeitáveis x Criadores Comerciais…

Foto Meljane Bulldogs

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Criadores de Comerciais (“Fábrica de Cachorros”) x Criadores responsáveis

1. Motivo para criar: diversão, bom para as crianças, para ganhar dinheiro. Não filtra compradores e raramente recusa a uma venda, mesmo se o comprador for inadequado.

1. Dedicação para produzir cães de qualidade é uma vocação seria. Tem muito dinheiro investido em cães de tal modo que se esforça para ficar no zero a zero, não tem lucro. Vende filhotes somente para compradores aprovados.

2. Cruza o cãozinho de estimação da família com qualquer outro cão da mesma raça, somente para ter filhotes puros. Não tem nenhum entendimento ou preocupação com genética, pedigree, linhas de sangue ou melhoria da raça.

2. Pode explicar como planejar cruzamentos, podendo usar para enfatizar ou minimizar características especificas com linebreeding (cães com certo parentesco), outcrossing (cães sem parentesco), ou muito raramente, inbreding (cruzar exemplares com pais, filhos ou tios).

Saber para opinar…

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Nota de Esclarecimento: O artigo em questão não é destinado àqueles que, de maneira determinada, vislumbraram uma oportunidade de negócio em detrimento ao padrão e, por conseqüência, a própria raça Bulldog. Então, caso você se enquadre nessa categoria, não perca tempo lendo as próximas linhas.

Por ignorarem o assunto, muitos desavisados comemoram toda vez que uma foto de um Bulldog de “pelagem rara” é publicada nas redes sociais.

Logo está formado um grande rebanho internético ovacionando o ser incomum…

A primeira reflexão a fazer é que o termo raça, tal qual aplicamos em nossa cinofilia, só existe graças ao seu respectivo padrão racial, simples assim! Por sua vez, o standard racial não é obra de extra-terrestres ou de algum ditador apaixonado por cães…

Ele tem uma história que começa com a gênesis da raça, sua funcionalidade, sua adaptação aos dias atuais e, principalmente, sua preservação.

No caso do Bulldog, muito mais realçada essa ultima função do padrão já que suas últimas atualizações foram motivadas, exclusivamente, pelo quesito saúde!

Sobre a história e o surgimento da raça, vale lembrar que a pelagem na cor preta, merle e outras aventuras comerciais, jamais estiverem presentes nos cães e nas “raças” formadores do que hoje denominamos Bulldog. Em outras palavras, o aparecimento de cães com essas pelagens são o resultado de verdadeiras exceções, por genes recessivos e que por isso mesmo podem trazer consigo problemas de saúde que não são comuns à raça ou aos cães de um modo geral.

Posicionando-se sobre o tema, cabe transcrever recente parecer do The Kennel Club, órgão máximo e o exclusivo responsável pelo padrão da raça:

“O Kennel Club não aceita o registro, incluindo cães importados, de qualquer Bulldog merle. Merle padronização – manchas de cor mais clara que aparecem no revestimento – é o resultado do gene M no cão . Existem dois alelos deste gene: M (revestimento) e m ( não- tri), com Merle ( M ), sendo dominante a não Merle ( m ). Em algumas raças, o efeito do alelo Merle ( M ) é denominado “dap” . Infelizmente , os efeitos do alelo Merle ( M ) não se limitam a perda auditiva e da visão associado com ele, em especial em cães que são homozigóticas para M ( cães que transportam duas cópias do alelo M). Como a cor merle não é uma cor natural nesta raça, e tendo em vista os problemas de saúde relacionados com o gene merle, o Kennel Club não aceitará o registro de qualquer filhote de Bulldog na cor Merle”

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Como se não bastasse, todos aqueles que querem transformar um acidente genético em uma variedade racial, por óbvio, estão preocupados em atingir um único e exclusivo objeto: produzir cães com pelagem “rara”!

Nesse caso o que aconteceria com todas as outras preocupações que deveriam nortear um cruzamento responsável? Em breve, associado à pelagem, teremos pessoas preocupados em cruzar cães para produzir exemplares com olhos em cores também “raras” e sabe-se lá quantas outras novas “raridades” e enfermidades poderiam surgiriam na carona destes modismos…

A imaginação e a imbecilidade humana seriam o limite! Sem dúvida alguma, esses seriam os primeiros passos para a degeneração da raça, para a destruição de tudo aquilo que demandou tempo e esforço pessoal de muitos criadores verdadeiramente apaixonados pelo Bulldog.

Quem cria com o mínimo de responsabilidade e profissionalismo tem tantas preocupações ligadas à saúde e ao padrão racial, que a cor da futura ninhada tem muito pouca ou quase nenhuma relevância! Inverter esse pensamento é um tiro no pé, uma verdadeira agressão e um desrespeito ao Bulldog.

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Antes que alguém resolva atacar lançando mão de algum infeliz argumento, lembro que o objetivo aqui não é negar o eventual nascimento de cães com essa pelagem, nem tampouco pregar o extermínio de filhotes portadores de faltas ou desvios do estalão.

A pretensão do presente texto é, acima de tudo, informar e fazer pensar, pois quem cria está sujeito a resultados inesperados e sobre os quais muitas vezes não se tem controle. Então tenha sempre em mente que explorar de forma aventureira modismos e falhas genéticas jamais pode estar associado à idéia de criador ou de raridade…

Gilberto Medeiros

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