Duplinha

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Olá,

Meu nome é Adélia. E esses são Patolla e Alfredo.

Eu e meu marido, Leandro, lemos muito sobre a raça e ficamos apaixonados. Resolvemos então comprar a Patolla. Ela veio para a nossa casa com 37 dias… Só tinha cabeça (rs)…
O Alfredo veio depois, já com 3 anos… Foi recebido com todo o carinho e amor. Ele era “namorado” virtual da Patolla, veio nos visitar (moramos em Juiz de Fora e ele morava com os donos no Rio de Janeiro) e depois veio definitivamente para Minas…

Patolla tem certeza que é gente (acho que mimei ela demais rs). Alfredo é um doce em forma de cachorro… Mas tadinho… porquinho……………….. Ela é totalmente “peruinha”: odeia seu próprio cocô, não gosta de pisar  na grama, tem a absoluta certeza de que o sofá é dela.

Acho que todos os depoimentos enviados já explicam todo o amor que temos para com os nossos “babys”…

Estou postando  foto dos dois pois é um raro momento de cumplicidade entre os dois… como já disse, ela não entende porque ela tem que dormir com o “cachorro” da casa.

Beijos a todos,

Adélia

Boa convivência entre as crianças e os animais de estimação

Não é sobre bulldog, mas é sobre cães e crianças. Acredito que vá interessar… a matéria foi retirada do site Crescer, e quem deu a dica foi o leitor Alex Barbosa Carrili.

Ensine seu filho a tratar o animal de estimação com respeito para garantir uma convivência feliz – Malu Echeverria

Os bichos de estimação são um excelente estímulo para as crianças, não há dúvida. Costumam ser fiéis e companheiros, mas podem nos surpreender vez ou outra. O vira-latas Pilú, por exemplo, nunca deu motivos de queixa para a dona Haline Alvarenga, de Foz do Iguaçu (PR). Quando Haline teve a primeira filha, Milena, hoje com 5 anos, o cãozinho logo se adaptou ao novo membro da família. Certo dia, porém, quando a mãe abriu a porta de trás do carro para desembarcar a menina e o cão, Pilú saltou a toda velocidade para fora do automóvel. Resultado: um arranhão no rosto da criança e muito, muito choro.

Esse tipo de acidente poderia ter sido evitado com uma medida simples, mas que tende a ser esquecida pelos donos dos animais. “Cães e gatos só devem ser transportados em caixas apropriadas (uma espécie de casinha com grade), que variam conforme o tamanho e a espécie do bicho”, diz a veterinária Caroline Poleze. De acordo com a especialista, se o animal já estiver habituado à família, dificilmente vai atacar. Mas o exemplo acima mostra que o bicho pode reagir de maneira inesperada. A seguir, ela dá mais dicas para crianças e animais conviverem sem riscos.

- Antes de adquirir um animal, se possível, pesquise sobre a raça. Alguns cães, por exemplo, não gostam de crianças;

- Se o bicho já fazia parte da família antes da criança nascer, “apresente” o bebê logo nos primeiros dias para evitar ciúme. Deixe que ele cheire a criança e, assim, entenda que ela é mais um membro da casa;

- Ensine seu filho a tratar do bicho com respeito. Mesmo os que gostam de crianças podem atacá-las instintivamente se forem agredidos. Por isso, não deixe que elas batam no animal, arranquem seus pêlos nas brincadeiras ou que o interrompam durante as refeições;
– Mesmo que o seu bicho seja dócil, convém supervisionar as brincadeiras quando as crianças estiverem por perto.

Em caso de acidente…
Se a criança for mordida, deve-se lavar a ferida com água corrente e buscar assistência médica (posto de saúde ou hospital) em seguida. O médico irá avaliar a necessidade ou não de vacinar a criança contra raiva. Em geral, ele leva em conta a origem do bicho (se for cão de rua, por exemplo). A família não é obrigada a se desfazer do animal depois do acidente. Antes de tomar alguma decisão precipitada, convém observá-lo por alguns dias. Se ele estiver dócil, saudável e com as vacinas em dia (principalmente a anti-rábica), não há riscos.Fonte: Caroline Poleze, graduada em Medicina Veterinária

Problemas na cauda dos bulldogs

    Problemas na cauda dos bulldogs

Foto: Millennium Dog Show

Existem várias conformações para os rabinhos dos bulldogs. Alguns são curtos e não fazem curvas enquanto outros são bastante curvados se insinuando para dentro da região posterior do animal. Dependendo da forma da cauda, pode ser facilitado o desenvolvimento de fungos e bactérias no local. Quando temos um bull com a cauda reta, geralmente as infecções que ocorrem são pequenas, sendo facilmente resolvidas já que se tem acesso ao local e o mesmo não retém umidade com facilidade. Aqueles animais que têm o rabinho em forma de “s” e insinuados para dentro, geralmente são aqueles que apresentam mais problemas no local. Certamente isso não é uma regra, muitos apresentam rabinhos bastante insinuados, sem jamais apresentar nenhum tipo de infecção local.

Na rotina clinica, é comum verificarmos animais com infecções bacterianas com produção de secreção purulenta e mal cheirosa. A parte de dentro da cauda fica constantemente insinuada para dentro, não recebendo oxigênio do ambiente e retendo umidade. Algumas bactérias que são moradoras normais da pele (aquelas que coexistem no corpo sem causar maiores problemas), encontram um local propício para multiplicarem-se. Esse local é escuro, úmido e com substrato para seu desenvolvimento, assim começam este tipo de infecção. Evolui com inchaço do local, dor na região, vermelhidão, muitas vezes febre e também pode gerar inapetência e prostração do animal.

Sempre que for verificado os sintomas citados, indica-se a procura de atendimento veterinário. O veterinário irá avaliar a possibilidade de tratamento clínico, ou seja, se o problema poderá ser resolvido com antibióticos e demais medicações. Muitas vezes se consegue reduzir ou sanar o problema com medicamentos e cuidados locais, no entanto isso varia de acordo com a conformação da cauda e suscetibilidade do animal. Várias vezes verificamos uma reincidência muito grande de infecções na cauda que já foram tratadas, o problema reduz durante o tratamento e depois retorna tudo de novo. Estes casos requerem atenção e avaliação detalhadas, já que pode ser necessária uma cirurgia chamada caudectomia terapêutica. Esta cirurgia consiste na retirada da porção da cauda que está causando dano ao animal, sendo que é uma cirurgia que faz parte de um tratamento e não propriamente estética. Muitas vezes é necessária uma segunda cirurgia se o aspecto estético não for satisfatório aos proprietários. Em geral faz-se apenas um procedimento com bons resultados e após o crescimento dos pêlos da região pouco se nota de diferença.

Também verificamos muitas caudas que se insinuam causando compressão do reto, isso significa que a cauda comprime a porção final do intestino prejudicando a evacuação do animal. Nestes casos, independente da presença ou não de infecção local, é indicado o tratamento cirúrgico para a retirada da cauda e eliminar o risco de lesão ou ruptura do intestino. Estes animais apresentam dificuldade de defecar, ficando longo tempo fazendo força e muitas vezes as fezes têm a forma arredondada (como pequenas bolinhas).

A recuperação do tratamento cirúrgico exige alguns cuidados locais e os pontos são retirados em até duas semanas. O paciente recebe antibióticos, antiinflamatório e analgésico. É comum ocorrer deiscência (queda) de um ou dois pontos durante o processo, mas isso é considerado normal. Após a retirada dos pontos o animal segue sua vida normal com mais qualidade e conforto.

Dra. Viviane Dubal – CRMV/RS 8844

Formada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e proprietária da Clinica Veterinária Saúde Animal em Porto Alegre. Contato: vivianesd@bol.com.br

Clube do Buldogue de Cidade do México

No início de junho ocorreu a 78 e 79 mostra da especialidade organizada pelo Clube do Buldogue de Cidade do México (CBCM). Os juizes eram Erika Contreras (Eleco Bulldogs) e Rick Franz (Imperious Bulldogs).

Víctor Hugo Olmedo, do canil OLSAVIA BULLDOGS, nos mandou o link das fotos. Confira:

BISS Maximiliano Bernal

BISS Maximiliano

BOS, WB Afrodita
BOS

WD Molotov Hernandez
WD

Criador Colaborador no Bullblog

Pessoal,giba-criadorcolaborador

Tenho uma super novidade para contar para vocês. A partir deste mês teremos um criador colaborador que escreverá para o Bullblog. O melhor de tudo é que trata-se de uma pessoa experiente e com conhecimento na raça, o que trará novos conteúdos, enriquecendo o nosso blog.

Vocês devem estar curiosos para saber quem é… trata-se do meu querido amigo Gilberto do canil Reserva do Rei.

Então aguardem que vem novidade por aí!!!

Cães disputam competição de surfe nos EUA

No dia 22 de junho esta matéria foi ao ar no G1:
Evento foi disputado em Imperial Beach, na Califórnia.
Foto: Gabriel Bouys/AFP

Cachorro surfa durante competição em Imperial Beach, no estado da Califórnia (EUA). (Foto: Gabriel Bouys/AFP)

Foto: Gabriel Bouys/AFP

Competição de surfe para cães está na quarta edição. (Foto: Gabriel Bouys/AFP)

Foto: Gabriel Bouys/AFP

Alguns cães ‘competiram’ em equipe, enquanto outros surfaram sozinhos. (Foto: Gabriel Bouys/AFP)

Fonte: G1

Michael Jackson

mjebull

Até o rei do pop tinha um bull!!!

A querida Vera que me mandou a foto. Adorei!

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