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DISPLASIA COXOFEMURAL

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A displasia coxo-femoral (ou “displasia da anca”)
Por SeaLords
Publicado: 06-09-07

O que é a displasia?
A displasia da anca é uma anomalia do desenvolvimento da articulação coxo-femoral (anca).

O que é a displasia?

A displasia da anca é uma anomalia do desenvolvimento da articulação coxo-femoral (anca). Está descrita em várias espécies, incluindo o gato e o Homem. Contrariamente ao que acontece neste último, nos cães a displasia não está presente ao nascimento, não sendo, pois, uma doença congénita. Todos os cães nascem com ancas normais, e as alterações surgem apenas no decurso do desenvolvimento do cachorro.

As anomalias no desenvolvimento da articulação conduzem ao desenvolvimento de artrite e, consequentemente, dor e, nos casos graves, total incapacidade.

Que raças são afectadas?

Todos os cães, independentemente da raça, podem ser afectados pela displasia da anca. No entanto, é muito mais frequente nos cães de raças médias a gigantes, com os seguintes traços morfológicos:

– conformação pesada, arredondada e compacta
– gordura sub-cutânea abundante
– músculos pouco proeminentes e pouco desenvolvidos (tendo como ponto de comparação o Greyhound, raça isenta de displasia)
– crescimento e maturação rápidos

Ocorre de igual modo nos dois sexos, embora os machos, por serem maiores e mais pesados, possam ser marginalmente mais afectados comparativamente às fêmeas.

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Anatomia da articulação

Conversando sobre Bulldog.

Bate-papo entre os criadores Carlos Albuquerque (Canil Javary) e Gilberto Medeiros (Canil Reserva do Rei) sobre dúvidas fraquentes de quem tem um Bulldog ou está pensando em adquirir um.

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Parte 1 – Apresentação

https://www.youtube.com/watch?v=haFJf1A2Bm0

Parte 2 – Padrão de cores. Devemos escolher um filhote pela cor?

https://www.youtube.com/watch?v=AhcOMKk_lzg

Parte 3 – Temperamento, Socialização, Passeios e Disciplina.

https://www.youtube.com/watch?v=hTVevtIsv1M

Parte 4 – Escolha do Sexo do Filhote e Atividade Fìsica

https://www.youtube.com/watch?v=c_Pn17oVC7I

Parte 5 – Alimentação, Adaptação ao novo lar, Hábitos de higiene e Reforço positivo.

https://www.youtube.com/watch?v=WxEPPsBKBgY

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Atenção: Sobre dúvidas veterinárias, procure sempre a opinião de um Médico Veterinário que conheça a Raça. Um bom criador vai saber indicar um, que seja de confiança.

Cães Gostam de Grama!

Todo mundo já viu um cachorro, seja grande ou pequeno, viralata ou de raça, comendo grama. Há muitas razões para esse tipo de comportamento, mais do que normal, em nossos queridos cães. Uma das explicações mais interessantes é apresentada pelo Dr. Holly Frisby, médico veterinário, na Carolina do Norte (EUA), do Hospital Veterinário Winston: Os parentes caninos selvagens de nossos cães domésticos, como os lobos, as raposas e os cachorros-do-mato, possuem como parte essencial de sua dieta a captura de animais herbívoros, sendo assim, indiretamente, esses animais selvagens acabam ingerindo muitas gramas e plantas que estavam nos intestinos daqueles herbívoros.

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Portanto, cães domésticos podem comer grama e matinhos porque, na realidade, é uma parte normal da dieta deles… Segundo Dr. Frisby, comer grama está na natureza deles…

Buracos no Jardim.

Pode não ser muito legal ter seu cão fazendo buracos no seu jardim. Aqui vamos dar oito dicas que podem ser úteis para resolver esse problema.

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1. Crie cantinhos excepcionais
Por instinto, o cão dá uma cavadinha onde irá se deitar – costuma fazer isso até em sofás e pisos frios! Normalmente, após a cavadinha, dá umas rodadas e se deita. Muitos cães gostam de deitar-se em lugares frescos do jardim ou que permitam acompanhar o movimento da casa ou da rua. O problema é que, muitas vezes, há um canteiro de flores ou grama justamente nesses lugares. O truque é preparar cantinhos perfeitos para o cão, levando em consideração o que ele mais deseja. Às vezes, até sugiro uma pequena reforma paisagística.

Adestramento de Cães – O Ponto de Partida

Por Kim Downing

Adestramento de cães é um tópico tão extenso que pode ser difícil de saber até mesmo por onde começar. Muitas vezes a ideia de adestrar surge somente quando alguém diz, “Precisamos que o cachorro pare de fazer isso!”. Adestrar e trabalhar com um cão precisa iniciar muito antes, e têm muito mais nisso do que simplesmente dizer para o cão o que ele não deve fazer. Para se ter um cachorro comportado que ouve existe uma série de elementos que idealmente devem ser atingidos. Vamos passar por cada ponto para entender melhor como afeta o seu cão.

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1. Socialização

A socialização é geralmente sub-valorizada. Existem muitos cães que chegam na casa de alguém e depois raramente saem. O problema com isto se torna que você cria um cão que não sabe como lidar com as coisas (pessoas, animais, locais, etc.) que ele pode encontrar na vida. Alguns cães lidam melhor com isto que outros, mas não ter sido exposto a uma variedade de situações pode resultar num cão inseguro, que não sabe o que fazer, e pode inclusive gerar problemas de comportamento como medo, agressão, nervosismo etc.

Bulldog comendo muito rápido? Como fazer ele comer mais devagar.

Alguns cães comem rápido demais, porém normalmente isso não significa fome, mas sim um comportamento obsessivo em torno da comida. Uma questão psicológica que o faz comer rápido demais, seja por instinto (para que um “concorrente” não pegue a comida dele) ou por ansiedade.

Comer muito rápido pode gerar vários problemas na saúde do cachorro, como:
– gases
– vômitos logo após comer
– má digestão

Felizmente, é possível contornar esse problema com várias técnicas e em geral é uma questão muito fácil de resolver. Seria interessante você olhar o artigo: Como dar comida pro seu cachorro.
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1. Evite ambientes conturbados

Vem ai a XII Nacional Abrabull 2015!

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E o Bulldog mordeu…

O Bullblog tem recebido uma série de postagens de proprietários em dificuldades comportamentais com seus amados Bulldogs. Na grande maioria delas, o problema diz especificamente com agressividade voltada contra o dono, inclusive de filhotes.

Assim, resolvi falar um pouco sobre o assunto em razão da sua importância e do pouco material existente, leia-se Bulldog e agressividade.

Inicialmente é necessário falar sobre a origem da raça e a função para a qual ela foi selecionada. Descendente dos antigos molossos, o Bulldog tem a sua gênese calcada em batalhas e lutas corporais. Eis a sua função primeira, lutar e defender!

Em outras palavras, o Bulldog era uma máquina de guerra, com itens, como cabeça, corpo, mordedura, tronco, pele, temperamento e resistência à dor, cuidadosamente selecionados durante centenas de anos para que fosse, primeiramente, um soldado e, posteriormente, como a raça acabou sendo consagrada, um gladiador nos esportes de época – em especial as lutas contra touros, ursos e até mesmo em rinhas de cães.

Muito embora a figura do Bulldog atual apresente um distanciamento físico do seu antepassado de arena, muitos dos traços primitivos estão fortemente presentes na versão moderna da raça e formam a sua essência, ou seja, são características pela quais a raça é identificada. É o caso da cabeça braquicefálica, da mandíbula prognata, do topline (linha de dorso com posterior mais alto) e do formato do corpo (mais pesado e forte na frente em comparação com o posterior).

Como saber se o cachorro está com febre.

Muitas pessoas se enganam quando vão medir a temperatura de um cão. A temperatura normal de um cachorro saudável varia de 38,5 a 39,5 graus, diferente dos seres humanos. Por isso as pessoas que não sabem disso se assustam quando vão medir a temperatura e acham que o cachorro está com febre sem que ele realmente esteja.

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Se a temperatura do seu cão está acima dos 40 graus, recomendamos que leve-o imediatamente ao veterinário, pois isso é sinal de que alguma coisa não vai bem em seu organismo. Ele pode estar com uma infeccção ou alguma falha no sistema imunológico.

Sintomas da febre

O cão apresenta alguns sinais de que está com febre, como: focinho quente e seco, olhos lacrimejantes ou embaçados, apatia, falta de apetite e nervosismo. Quando a febre é muito alta, o cachorro, assim como as pessoas, pode sofrer tremores.

Como medir a temperatura do cachorro com um termômetro normal

Você vai precisar de um termômetro. Não precisa ser um termômetro específico para cães (embora sejam vendidos, são iguais aos nossos). Compre um termômetro comum para seres humanos e deixe-o reservado para o uso no seu cão.

1. Sacuda o termômetro até o nível do mercúrio ou a temperatura estiverem marcando pelo menos 35 graus.

2. Lubrifique o termômetro com Vaselina ou algum gel lubrificante.

3. Se seu cão for agitado, peça pra alguém segurá-lo pra você. O ideal é que ele esteja deitado para que não haja o risco dele sentar no termômetro.

como medir a temperatura do cachorro3. Introduza 1/3 do termômetro no ânus do seu cão.

4. Deixe por 1 a 2 minutos.

5. Cheque a temperatura no termômetro.

6. Não esqueça de limpar o termômetro após o uso.

Termômetros especiais

Existem termômetros especiais que ajudam a medir a temperatura através da orelha do cachorro. É uma forma mais prática – porém mais cara – de saber se seu cachorro está com febre.

Como baixar a temperatura em casa

O ideal é que você leve-o ao veterinário se confirmar que a temperatura do seu cão está acima dos 40 graus. Caso queira tentar diminuir a temperatura, veja o que você pode fazer:

– faça seu cachorro beber bastante água. Se ele não aceitar água normal, tente água de coco natural.

– se ele estiver com tremores, cubra-o com uma manta leve, fique ao seu lado o máximo possível para ele se sentir reconfortado.

– um banho quebrado (morno quase frio) pode ajudar a diminuir a temperatura do corpo.

Sempre acho melhor consultar um médico do que ficar tentando coisas caseiras. Nunca sabemos o que pode estar acontecendo no corpo do nosso cachorro…

Leia mais: tudosobrecachorros.com.br

“Xixi” e “Cocô”

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Ensinar o cachorro a fazer xixi e cocô no lugar certo é uma das preocupações mais freqüentes dos donos de cães. Entretanto, o que muita gente não sabe é que existem diversos motivos para o cão não fazer as necessidades no local adequado. E, mais importante ainda, a maneira correta de treinar o peludo depende do quê está causando o problema.

Antes de mais nada é preciso entender que, para ter sucesso no treinamento de cães, é essencial saber como funciona a mente deles. O aprendizado dos cães é baseado em associações, feitas por meio de tentativas, erros e acertos. Uma associação que gera um resultado positivo e prazeroso para o cachorro fica fixada de forma intensa na memória, e tende a ser repetida até se tornar um hábito. Por exemplo, se ele ganhar um petisco todas as vezes que fizer xixi no lugar certo, vai tentar acertar cada vez mais. De forma contrária, uma associação que gera um resultado negativo para o cachorro tende a ser abandonada e esquecida. É por isso que o treinamento com recompensa (petisco, “muito bem”, brinquedo ou carinho) é muito mais produtivo do que o treinamento com punição.

É importante frisar que a associação só acontece como desejado se a causa e o efeito distarem entre si de no máximo poucos segundos. Ou seja, só adianta recompensar ou reclamar com o cão durante ou logo imediatamente após o ato. Se passar mais tempo, o cachorro fará a associação (positiva ou negativa) com o próximo evento qualquer que vier a seguir. Em outras palavras, não adianta nada, absolutamente nada o dono brigar com o cachorro quando chega em casa e encontra um xixi no lugar errado. O cachorro vai associar a bronca com a chegada do dono e não com o xixi no tapete.