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MINI BULLDOG? EXISTE?

A resposta única e definitiva para esta pergunta é NÃO !!!

Esta nomenclatura é utilizada com a intenção de tentar confundir possíveis compradores, dando a ilusão de que estarão levando para casa um eterno bebe.
O exemplo mais comum desta enganação são cães da raça Pinscher, onde alguns “criadores”. em uma jogada de puro marketing  passaram a utilizar numeração para os cães. Quem já não viu um anuncio de Pinscher número zero, 1, 2, 3 …..??
Para os Pinschers  existe uma altura mínima e uma máxima,e estando fora destas medidas são cães considerados fora do padrão, portanto nem deveriam ser reproduzidos.
Outra raça que podemos ter como exemplo são os Schnauzers, estes sim tem 3 padrões diferentes (miniatura, standart e o gigante) . Note que apesar do nome Schnauzer, são 3 padrões diferentes e jamais devem ser reproduzidos entre si.  A grosso modo, podemos considerar 3 raças diferentes , cada uma com sua função , mas com características físicas gerais muito semelhantes, e por isto compartilham o mesmo nome (Schnauzers). Um Schnauzer miniatura que passou do tamanho correto , não passa a ser um Schnauzer Standart, ele continuara sendo um miniatura fora do padrão!!
Para nossos queridos Bulldogs o que diz o padrão? Primeiramente o padrão é único, não existe mini ,standart ou gigante como nos Schnauzers.
Fêmeas devem pesar até 23Kg.
Machos devem pesar até 25kg .
No padrão do bulldog não é mencionado tolerância em relação a peso tanto pra mais quanto para menos. Existem sim as variações em relação a peso, por exemplo:
Fêmeas de 18, 19kg e fêmeas de 25 ,26kg. Estas  fêmeas de 18kg podem ser consideradas mini? E as de 26kg gigante?
NÃO !! São apenas variações de peso toleradas dentro do padrão.
A nomenclatura Bulldog mini tem única finalidade comercial, para tentar ludibriar os incautos  que ainda não conhecem como deve ser um bulldog correto!
Batemos muito na tecla Padrão da raça, pois quando a maioria das pessoas e principalmente CRIADORES, entenderem a relação de PADRÃO = SAÚDE, começaremos a ver nossos gordinhos com uma melhor qualidade de vida, e muito menos pedidos de ajuda em grupos nas redes sociais.

Via Vanius Bergamaschi e Rafaela Ramos.

Canil Império do Eldorado

Eduarda Volpatto – Criadora de conteúdo Bullblog e Bulldog Club

Alimentação natural para cachorros (AN)

Alimentação natural, ou simplesmente AN, é um termo que tem sido bastante utilizado no meio pet, vem conquistando um crescente número de adeptos em todo o mundo e parece ter vindo para ficar. Mas quando você escuta este termo, no que pensa? Conhece seu real significado e quais as suas bases?

Há um grupo crescente de profissionais e tutores buscando oferecer a seus pets e saber mais sobre AN. Há um início específico para essa conscientização?

A alimentação natural tem sido alvo de estudos e pesquisas pelo mundo há mais de cinqüenta anos (Fromm Family Foods, 1949 – EUA). No Brasil ela apareceu há pouco menos de dez anos, enquanto que em países europeus e norte americanos já conquistou muitos adeptos. No caso da Europa eles já somam quase a maior parte da população. Não podendo ficar de fora os australianos, principais produtores de bibliografia de qualidade sobre o assunto.

O que consiste a Alimentação Natural

Muita gente pensa que ao dar restos de comida está aderindo à AN, enquanto que a alimentação natural é muito mais do que isso e está baseada em conhecimentos anatômicos, nutricionais e fisiológicos dos animais.

A comida que fazemos em casa para nosso consumo, por mais saudável que seja, é feita para humanos, contendo muitas vezes condimentos que podem ser tóxicos para pets, como a cebola, alho e sal (em quantidades excessivas).

Você sabia que os gatos são originários dos desertos e, fisiologicamente, quando se alimentam da forma correta, quase não bebem água? Sim, seus alimentos são constituídos dos líquidos necessários para existência. E que doenças hoje comuns em felinos, como cálculos e obstruções urinárias, são enfermidades atuais? Recentemente relacionadas com rações secas?

E que a obesidade em pets é uma doença que preocupa há poucas décadas? Que surgiu praticamente junto com o aparecimento das rações?

Estas informações sobre as características dos animais são utilizadas para escolher e balancear ingredientes adequados de forma a suprir todas as necessidades nutricionais do seu pet.

Cada componente é avaliado individualmente quanto aos seus nutrientes e energia e adicionado aos demais de forma balanceada, resultando em uma formulação completa e saudável.

Dietas naturais consideram o estado de saúde, as doenças existentes, a condição corporal, a idade, predisposições a alterações e as preferências dos animais.

Dentre os alimentos liberados, as dietas são formuladas com os componentes que mais agradam os pets e vão sendo adaptadas conforme a aceitação ou não de alguns ingredientes.

As formulações são mutáveis para abranger ampla variação de nutrientes e sabor irresistível.

O uso de corantes, conservantes, palatabilizantes ou quaisquer tipos de aditivos químicos não são aceitos pela alimentação natural. Os complementos a serem adicionados a este tipo de dieta devem ser prescritos pelo responsável técnico que acompanha o paciente conforme a situação de saúde e fase da vida.

Benefícios de se oferecer Alimentação Natural

Os benefícios da AN são muitos:

– a segurança de sabermos a composição do produto que será ofertado aos pets (mesmo nas dietas compradas prontas, os ingredientes são especificados com clareza);

– a alta palatabilidade (o que garante grande taxa de aceitação – gatos podem exigir uma adaptação mais longa);

– possibilidade de variação de cardápio e sabores;

– redução dos problemas de pele e de alergias, pelagem sadia e brilhante além de dentes limpos e hálito fresco.

Desvantagens de se oferecer Alimentação Natural

As desvantagens existentes são poucas, como o espaço ocupado em geladeira ou freezer pelas porções, o tempo de preparo e o prévio congelamento das carnes antes da utilização; todas estas desaparecem quando se trata dos alimentos naturais.

Alimentos naturais balanceados (que respeitam a fisiologia da espécie, aproximando à nutrição dos ancestrais selvagens), sem adição de substâncias químicas, aliados a exercício físico prometem longevidade, qualidade de vida, diminuição de doenças crônicas além de maior disposição e saúde geral dos pets. Contudo, geralmente a alimentação natural tem custo mais elevado que as rações premium, despendem de tempo de preparo, estudos e um profissional qualificado. Jamais a alimentação do pet deve ser alterada sem prévio consentimento de um veterinário de confiança. A nutrição é pilar parte fundamental para a saúde e deve ser tratada se forma responsável e séria.

Opções de Alimentação Natural

Para quem quer evitar a cozinha e procura uma alternativa saudável e prática, existe a empresa Panela do Pet, que oferece veterinários capacitados para produzir os alimentos específicos para as necessidades do seu pet e entrega em todo o Brasil.

O segmento da indústria voltado para a alimentação pet vem crescendo e oferecendo uma gama cada vez maior de opções.

Hoje, existem várias empresas especializadas em alimentação natural que oferecem dietas balanceadas e completas, cozidas ou cruas (com ou sem ossos), resfriadas, congeladas e até mesmo desidratadas, como o caso da comida caseira produzida pela Panela do Pet. Profissionais especializados em nutrição de cães e gatos, médicos veterinários e zootecnistas têm buscado capacitação nesta área e são aptos a formular com segurança receitas apropriadas para o seu mascote.

Assim como para os seres humanos, a alimentação é um dos pilares mais importantes da saúde do seu pet. Por isso procure sempre estar amparado por profissionais da área antes de optar por um tipo de dieta para o seu mascote.

Mitos/Verdades

Ainda existe o mito de que as rações comerciais são os únicos alimentos completos e aptos a suprir as necessidades nutricionais dos animais.


Este pensamento existe devido ao tipo de alimento que era oferecido aos nossos mascotes nos primórdios da domesticação, antes da ração aparecer nas prateleiras dos supermercados e que baseava-se em restos de comida humana ou em uma dieta sem acompanhamento veterinário e pobre de variedades e nutrientes.

A nossa alimentação não deve ser oferecida aos nossos pets em hipótese alguma. Alguns ingredientes, comuns em nossos pratos, como a cebola e o chocolate, podem ser fatais para os mascotes. Ambos têm substâncias que podem intoxicar e levar o animal de estimação ao óbito.

No que diz respeito às fezes, nos animais alimentados exclusivamente com alimentação natural, ao contrário do que se pensa, são secas e possuem odor reduzido. Este fato se deve a bio-disponibilidade dos nutrientes, quase que em sua totalidade, no trato digestivo. Não havendo grandes volumes e quantidades de fezes para serem eliminadas.

Relata-se também uma diminuição do odor característico dos cães. Segundo alguns tutores, o “cheiro de cachorro”, como é conhecido popularmente, reduz consideravelmente. Os banhos, que eram semanais enquanto os animais eram alimentados com rações e, em alguns casos, tiveram sua frequência reduzida a banhos mensais.

A transição da ração para a Alimentação Natural

Animais alimentados com rações tradicionais podem começar a ser alimentados com dieta natural em qualquer etapa da vida. Após tomar a decisão, o primeiro passo é levar o seu pet a um médico veterinário de sua confiança para um check-up completo.

A principal razão para a adoção desta medida preventiva é que algumas doenças são silenciosas. Com uma avaliação, é possível afastar possíveis surpresas desagradáveis e descartar a AN como causadora da futura enfermidade.

Caso seu pet já apresente alguma doença não significa que ele não possa alimentar-se de forma natural e saudável. Nestes casos, uma avaliação individual deve ser realizada a fim de formular um alimento que leve em consideração o estado geral do mascote. Hoje já existem diversos profissionais habilitados para realizar esta tarefa. Lembrando que, para qualquer que seja a modificação alimentar do seu pet,esta deve ser implantada de forma gradual e esta adaptação leva de 7 a 10 dias. Sempre introduzindo aos poucos o novo alimento e reduzindo a ração que queremos abandonar. Durante este período de adaptação, pode acontecer o que chamamos de desintoxicação, fase em que o corpo expulsa as substancias tóxicas.

A maioria não apresenta sinais, contudo saiba reconhecê-los:

-aparecimento de coceiras,

-espinhas,

-fezes amolecidas com muco,

-hálito forte e odor corporal.

Esta etapa dura entre 1 a 10 dias e simplesmente desaparece. Pronto, seu mascote está desintoxicado.

Diferenças cruciais entre a alimentação natural e a ração (ração de boa qualidade)

A alimentação natural balanceada elaborada com a supervisão de um profissional habilitado, seja ela comprada pronta ou preparada em casa, tem composição equivalente em nutrientes às rações super Premium disponíveis no mercado.

No entanto, a alimentação natural apresenta qualidade superior indiscutível por ser elaborada com ingredientes frescos e fontes protéicas de alta qualidade.

Ao contrário da ração industrial, não são utilizadas carnes mecanicamente separadas, penas ou outros tipos de ingredientes de má qualidade.

Também ficam fora das formulações palatabilizantes, conservantes e quaisquer outros componentes químicos e elementos transgênicos.

Você já prestou atenção nos rótulos das rações? Já observou a quantidade de vitaminas, de aminoácidos e de sais minerais como ferro, zinco, fósforo entre outros que são adicionados? Já se perguntou por que é necessário complementar tanto estes alimentos?

A indústria de rações, geralmente, utiliza ingredientes de menor custo e, consequentemente, de baixa qualidade. Isso faz com que se torne necessária a adição de uma quantidade quase infindável de compostos químicos.

No caso da alimentação natural, alguns suplementos são utilizados. O aminoácido taurina, nas formulações específicas para gatos, e o cálcio em formulações destinadas a cães e gatos, faz-se necessária somente se o alimento for cozido. No caso de alimentação natural crua, somente o cálcio é obrigatoriamente adicionado à fórmula com o fim de repor o cálcio, quando esta não possui ossos.

Outra observação que se faz indispensável é a durabilidade. Como é possível fazer com que uma ração dure um ano ou mais? Isto só é possível devido à utilização de grandes quantidades de conservantes (BHT e BHA), que hoje são considerados vilões na alimentação humana e inclusive vêm sendo estudados como possíveis responsáveis por diversas alterações celulares (câncer).

E as cores dos grãos de ração? Será que são realmente de vegetais? As tonalidades vistas nas rações não passam de corantes, que representam as principais causas de alergias em humanos e animais.

A indústria de rações vem perdendo um espaço considerável para a alimentação natural nos países europeus e norte-americanos. Os investimentos para manter e conquistar mais adeptos nos países “em desenvolvimento” ou em “subdesenvolvidos” têm aumentado muito nos últimos anos e uma das estratégias utilizadas é simplesmente atacar a dieta natural de uma forma confusa e sem embasamento. Até o momento, nenhum dado real contrário a adoção da dieta natural supervisionada por especialista foi encontrado pela comunidade científica.

Uma das responsáveis pela Panela do Pet, a única empresa do Brasil a oferecer uma linha de comidas caseiras cozidas a vapor e desidratadas. Seus ingredientes são selecionados e sua forma de apresentação garante qualidade, praticidade e durabilidade. É a opção mais prática para quem busca alimentação natural, já que não ocupa espaço, além de ser uma excelente opção durante viagens.

Para maiores esclarecimentos, envie e-mail para sac@paneladopet.com.br e fale diretamente com nossa veterinária responsável.

 

Criadora de conteúdo Eduarda Volpatto – Bulldog Club e Bullblog

Bulldogs Are Awesome

Colaboradora Eduarda Volpatto – Bulldog Club e Bullblog

Compilation Bulldogs

Com a palavra, Mario Santos.

Em entrevista para a Bulldog Club, Mário Santos do Bullmastic Bulldogs responde algumas perguntinhas:
 
1-PORQUE O BULLDOG E COMO TUDO COMEÇOU?
R- Sempre fui louco por animais mas meu pai não gostava e não queria cão em casa, foi então que botei na cabeça que quando tivesse minha casa a primeira coisa que faria seria criar cães, em 1998 iniciei a criação de American Starfodshire Terrier por gostar do seu corpo atarracado e atlético, já tinha ideia de como era um Bulldog Inglês mas não o tinha visto pessoalmente , foi então que em 2010 em uma exposição conheci o BULLDOG INGLÊS, com aquela cara de bonachão, aquela cabeça enorme e uma personalidade única que me apaixonei, não demorou para ir em busca do meu primeiro exemplar, em meados de 2003 iniciei a procura e depois de muitas interrogações a um criador consegui meu primeiro gordinho.
 
2 – QUAL A ROTINA DO CANIL?
R- 06:00 higienização das baias e liberação para recreação até as 09:00, 09:30 alimentação e volta as baias, 16:00 até as 18:30 recreação e as 19:00 segunda alimentação e volta para baias para uma boa noite de sono, quando estamos com filhotes mudamos apenas os horários das recreações e a alimentação 4 vezes ao dia.
 
3 – QUAIS AS RECOMENDAÇÕES PARA QUEM ESTÁ PENSANDO EM ADQUIRIR UM BULLDOG?
R- Sempre falo que a primeira coisa a fazer é procurar muita informação sobre a raça: saúde, limitações, alimentação, personalidade etc. Depois de ter essas informações saber se aquele cão vai ter o que precisa na sua companhia, segundo passo é procurar informações sobre onde adquirir seu filhote, só depois disso é que deve ser tomada a decisão de ter ou não um Bulldog.
 
4 – QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS DICAS PARA AQUELES QUE JÁ SÃO PROPRIETÁRIOS?
R- Uma coisa que faço e sempre recomendo é todo dia olhar seu cão nem que seja por 5 minutos, um check list rápido – pele e pelos, ouvido, rugas, dentição e movimento. Se seus cão está comendo bem e todos esse itens estão ok, tudo certo pode voltar a rotina.
 
5 – COMO VOCÊ AUXILIA O FUTURO PROPRIETARIO A ESCOLHER UM FILHOTE?
R- Sempre buscar informações com outras pessoas que já compraram com aquele criador(a), cor do filhote não deve ser um item para a sua escolha, procurar entender o mínimo do padrão da raça e buscar um cão que os pais tenham saúde (independentemente se são campeões ou não) isso já é um bom começo para não ter problemas futuros.
 
6 – QUAL O PERFIL DO PROPRIETÁRIO IDEAL?
R- Aquele que demonstre interesse sobre o padrão, mesmo que seja um pet. Pessoas que não se importam qual o sexo do filhote e que tenham o mínimo de conhecimento sobre eles.
 
7 – QUAL O SUPORTE POS VENDA QUE VOCÊ OFERECE?
R- Procuro sempre acompanhar o desenvolvimento do filhote pelo menos até completar um ano, para saber se está crescendo como eu esperava, estando sempre a disposição para situações adversas que possa acontecer principalmente nas primeiras semanas de adaptação do filhote em sua nova moradia.
 
8 – QUAL A SUA MAIOR FELICIDADE COMO CRIADOR?
R- Quando reencontro um filhote meu e que está com saúde e está fazendo a felicidade daquela família que o escolheu, segundo quando vejo um exemplar que saio de minha casa e está muito próximo padrão racial.
 
9 – O QUE NÃO PODE FALTAR NUM BULLDOG? (PADRAO DA RAÇA)
R- Saúde, Saúde e Saúde e em quarto lugar uma cabeça limpa (sem excesso de rugas) com uma mandíbula em “U” e boca sem torção e prognatismo acentuado.
 
10 – QUAIS AS 5 QUALIDADES DA RAÇA E OS 5 DEFEITOS?
R- Qualidades : Dócil, independente, temperamento calmo, não precisa de muito espaço para viver, não late muito.
R- Defeitos : Problemas para reprodução, predisposição para problemas de articulação e pele, soltam muitos gases hehe, não podem ficar muito tempo expostos ao calor e nem fazer exercícios por tempo prolongado, são muito teimosos.
 
11 – SE VOCÊ PUDESSE DEFINIR O BULLDOG EM UMA PALAVRA QUAL SERIA?
R- Encantador
 
12 – O QUE UM CAO PRECISA PRA SER FELIZ?
R- Um tempo com seu dono, uma boa alimentação e espaço para suas brincadeiras.
Mário Santos
Bullmastic Bulldogs

Colaboradora Eduarda Volpatto – Bulldog Club e Bullblog

Bulloween!

Gostosuras e travessuras <3

Valentina e Cappuccino.

Via Carolina Camargo

Colaboradora Eduarda Volpatto – Bulldog Club e Bullblog

Mais um motivo para você abraçar o seu cachorro hoje.

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Desde o início dos tempos, o cachorro é considerado o melhor amigo do homem.  E embora a sua função tenha mudado ao longo da nossa evolução, o seu posicionamento como o nosso melhor amigo sempre se manteve.

Pensando nisso, percebo que tem muito a ver com o cachorro sendo exatamente o que precisávamos durante os diversos momentos da nossa evolução.  Quando precisávamos de ajuda para caçar, eram eles que nos acompanhavam. Quando o problema era proteção, eles também estavam lá.  Ao redor do mundo, eles evoluíram para ajudar o homem a cumprir os seus objetivos, sempre prezando o bem estar do seu melhor amigo.

Hoje, além de tudo isso, eles são nossa companhia e nos oferecem uma demanda incrivelmente atual e crescente nas pessoas: sermos escutados sem julgamento.  Quando crianças, eles são os nossos irmãos; como adolescentes, os únicos que nos entendem; como adultos, os nossos filhos; e assim por diante.

“Se você para para escutar a dor ou medo das pessoas, verá que quase sempre ele está lá. E quando a outra pessoa perceber que você está escutando e sentindo o que ela está dizendo, ela baixará a guarda e abrirá a sua mente e o seu coração.” – Dr. Edwin Schneidman, autor, psicológo

O cachorro é um amigo que podemos confiar e abrir o nosso coração.  Ele está sempre ali, escutando e nos apoiando nos diversos momentos – positivos e negativos – de nossas vidas.

Os cachorros simplesmente te escutam

O cachorro, quando está conosco, simplesmente nos escuta.  Ele não está preocupado no que vai “falar” para não ficar chato, no tempo que você demora, se você gagueja ou em qualquer outra coisa.  Ele está preocupado em ficar junto.

E embora encontremos apoio em amigos e familiares, a presença de um cachorro é algo que nos traz conforto, pois ele ama incondicionalmente, independente de quem você é, do que você pensa, acredita ou de quem você gosta.

“Um cachorro não liga se você é rico ou pobre. Esperto ou não. Inteligente ou não. Dê o seu coração e ele dará o dele. De quantas pessoas podemos dizer o mesmo?  Era realmente muito simples, mas nós, humanos, tão sábios e sofisticados, sempre tivemos dificuldades para ver o que realmente importa e o que não importa.” – John Grogan, autor, Marley e Eu.

Eles estão preocupados com o nosso bem estar.  Aliás, estudos revelam que cachorros aproximam de pessoas que estão chorando, como se o fizessem para que elas se sentissem melhor.  Similarmente, durante um divórcio, tanto os pais quantos os filhos citam seus cães como uma das suas maiores fontes de apoio.

Tão forte é o relacionamento que temos com o nosso cão que 40% das mulheres com animais de estimação acreditam que recebem mais apoio emocional de seus animais do que de seus parceiros.

Em um momento onde diversas pessoas se sentem sozinhas e desnecessárias, o cachorro confirma diariamente que ele precisa de nós e que fazemos uma grande diferença em sua vida.  Seja nos mostrando carinho e amor quando chegamos em casa ou simplesmente nos pedindo para comer ou passear, o cachorro afirma todos os dias que sem o seu dono a vida dele seria incompleta.

Por toda a devoção que eles não dão, os animais conquistaram um lugar especial em nossas vidas também.  Eles estão conosco em momentos bons e ruins.  Aliás, quando questionados sobre por que eles não saíram durante o furacão Katrina, diversas vítimas responderam que não conseguiam deixar os seus queridos animais para trás.

De acordo com uma pesquisa, os cachorros são considerados família pela maioria das pessoas.  E, se isso não fosse suficiente, estudos confirmam que a presença de um cachorro em casa ajuda a unir a família inteira.

Via Link Animal

Colaboradora Eduarda Volpatto - Bulldog Club e Bullblog

Colaboradora Eduarda Volpatto – Bulldog Club e Bullblog

50 frases lindas sobre cachorros

Pode perguntar a qualquer dono de cachorro se ter um animal em casa é bom e as suas respostas serão praticamente as mesmas: claro que sim. Fidelidade e lealdade são duas palavras que resumem muito bem a relação desses peludos com seus tutores. Sempre à disposição para ajudar o dono, com disposição apara acompanhá-los em um passeio, esportes ou até mesmo uma noite de trabalho dando apoio aos papais humanos.

Às vezes parece que nos faltam palavras para descrever essa relação de afeto com os peludos. Pensando nisso, trouxemos uma lista de 50 frases capazes de expressar esse amor puro e incondicional que cultivamos e regamos todos os dias com nossos eternos peludos.

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“No colo dos meus cães, esqueço ingratidões” (Letícia Bergallo)

“As únicas criaturas que são evoluídas o bastante para carregar o amor puro são cachorros e crianças” (Johnny Depp)

“Errar é humano – Perdoar, canino” (Autor desconhecido)

“Não importa se o cachorro é de raça, eles sempre vão nos amar e nunca nos abandonar!” (Talita Siste)

“Quem me ama, ama também meu cão” (São Bernardo)

“Podemos julgar o coração de um homem pela forma como ele trata os animais.” (Immanuel Kant)

“Você sempre esteve ao meu lado quando precisei de você. Na vida e na morte, sempre vou amar você.” (Autor desconhecido)

“Um cão é a única coisa na terra que o ama mais do que ama a si mesmo.”  (Josh Billings)

“Um cão abana a cauda com o coração.” (Martin Buxbaum)

“O cão médio tem um pedido a toda a humanidade: Ama-me.” (Helen Exley)

“Um cachorro é em parte simplesmente uma intenção de estar com você, de ser conjunto” (Mark Doty)

“Para mim, uma casa ou um apartamento só é uma casa quando você adiciona um conjunto de quatro patas, um rabo feliz, e que é a medida do amor indescritível, que chamamos de um cão.” (Roger Caras)

“Cães não são nossa vida inteira, mas eles fazem nossas vidas inteiras.” (Roger Caras)

“Bendita é a pessoa que ganhou o amor de um cachorro velho.” (Sidney Seward Jeanne)

Frases de amizade

“Felizes os cães, que pelo faro descobrem os amigos” (Machado de Assis)

3 remédios que você nunca deve dar ao seu cachorro.

A automedicação é algo corriqueiro. Quem nunca tomou um remédio sem consultar um médico que atire a primeira pedra. Ir na farmácia e comprar remédios para inúmeros sintomas faz parte da nossa rotina. Todavia, os cachorros não compartilham da mesma constituição. Do alto da sua prateleira você deve evitar ao máximo dar alguns medicamentos.

É claro que ingerir medicamentos por conta própria para problemas banais como uma dor de cabeça, por exemplo, não chega a ser muito grave. Isso acontece porque nós, apesar de pouca, temos um conhecimento intrínseco sobre qual medicamento tomar para aliviar determinado sintoma. O problema maior acontece quando passamos a achar que o organismo de um cão reage da mesma forma do que o nosso.

Em alguns casos, certos medicamentos funcionam tanto para os seres humanos quanto para os animais. No entanto, existem alguns remédios que você nunca deve dar ao seu cão, não importa o porquê. Ou seja, só porque um medicamento é seguro para os seres humanos não significa que ele é seguro para os cães. Já era de se esperar não é mesmo? Nós somos espécimes totalmente diferentes.

Remédios proibidos para cães

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Aspirina

Esse medicamento age diretamente nas plaquetas (que ajudam o sangue a coagular). Ou seja, se o seu cachorro tem algum ferimento ou laceração a aspirina tornaria mais difícil de parar o sangramento. Especialmente perigosa se combinada com esteroides e/ou anti-inflamatórios. Os sintomas variam de problemas gastrointestinais, neurológicos, distúrbios hemorrágicos, insuficiência renal e dificuldades respiratórias;

Paracetamol

O problema nesse caso é a dosagem. Apesar de ser menos sensível do que os gatos (nunca dê paracetamol ao seu gato) a miligramagem dada aos humanos é o bastante para envenenar o seu cão.

Ibuprofeno

Muito usado para combater inflamações, no mesmo caso do paracetamol, para os cães o Ibuprofeno pode facilmente acender a níveis tóxicos. Apesar de parecer uma “dose segura” essa droga pode naturalmente levar a hemorragias, úlceras de estomago e insuficiência renal. Os sintomas incluem falta de apetite, vômitos, fezes pretas, sangue no vomito, dor abdominal, fraqueza e letargia.

Além desses medicamentos há outros. De qualquer forma, antes de medicar o seu cachorro, consulte sempre um médico veterinário.

Colaboradora Eduarda Volpatto - Bulldog Club e Bullblog

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