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Raças de cães mais quietas

São cães que latem muito pouco e quando latem é só quando algo extremo acontece (uma visita inesperada, um barulho estranho ou uma situação de emergência).

Para facilitar ainda mais, separamos essas raças por porte.

Porte pequeno

Cavalier King Charles Spaniel
Greyhound
Pequinês
Bulldog Francês
Shiba Inu
Cão de Crista Chinês

Porte médio

Shar Pei
Whippet
Basenji
Bulldog Inglês

Veja aqui todas as raças de porte médio.

Porte grande

Collie
Setter Irlandês
Leão da Rodésia
Golden Retriever
São Bernardo
Bullmastiff
Bernese Mountain Dog
Mastiff
Dogue Alemão

Eduarda Volpatto – Criadora de conteúdo Bullblog e Bulldog Club

Gene da cor do pêlo e gene da cor dos olhos dos filhotes de Bulldog.

Observações que devem ser levadas em conta na hora de analisar uma ninhada de Bulldog.



Gene da Cor do Pêlo dos filhotes de Bulldog

A coloração dos filhotes de Bulldog nem sempre é uma coisa fácil para estabelecer porque a maioria dos vermelhos nasce quase na cor cinza, depois os pêlos acizentados do neo-nato vão se clareando logo dentro das primeiras semanas e mudando a tonalidade para o vermelho.

Os filhotes cor castanha podem ser, novamente, muito enganosos e nem sempre é possível distinguir entre essa cor e o vermelho, até que transcorram várias semanas após quando o filhote estiver bem mais crescido.

Já os filhotes de Bulldog gene cor tigrado (Brindle) nem sempre apresentam as raias negras na nascença, mas depois de um ou dois dias normalmente começarão a surgir os sinais indicadores de raias ao redor da área de cabeça e nas pernas.

Não tenha pressa para registrar filhotes de Bulldog se você não estiver seguro das cores que realmente eles têm, melhor é esperar mais uma ou duas semanas do que registrá-los incorretamente.

Descarte da criação e da aquisição os bulldogs de genes cor Negro, cor de fígado, cor cinza rato, cor cinza weimaraner (conza aço), e gene cor chocolate, porque são genes de cores totalmente fora do padrão. O padrão indica claramente que a cor negra é altamente indesejável para essa raça, e isso significa, apenas, que reproduzir cães com gene de cor banida apenas para atender interesses pessoais e/ou ganhar dinheiro fácil, é prestar um desserviço a raça bulldog. Desse modo fique alerta para não comprar “gato por lebre”.

O Gene da Cor dos Olhos

Gene da cor dos olhos é outro assunto que parece causar preocupação a alguns criadores que estão comprometidos com a criação séria. Os olhos dos filhotes de Bulldogs estarão naturalmente azuis acizentados quando forem abertos ao redor dos doze dias de idade e essa cor mudará em poucas semanas para um marrom escuro e, esperançosamente, ficará muito escuro, quase preto.

Cada ano uma porcentagem de filhotes de Bulldog nasce com olhos verdadeiramente azuis, que são uma coisa diferente e inteiramente indesejável.

Trata-se ds olhos azuis que em certos filhotes de Bulldog não demonstram nenhum sinal de escurecimento com o passar do tempo. Filhotes de Bulldog com olhos azuis surgem de vez em quando durante os anos e não são, certamente, um fenômeno novo.

É necessário que o proprietário tenha consciência que por estar com essa falta, o bulldog posteriormente será pesadamente penalizado nas exposições, uma vez que padrão racial determina que a raça, obrigatoriamente, deve apresentar olhos muito escuros – quase, se não totalmente, preto, deve-se ter em mente que trata-se de uma falta que, mesmo não comprometendo a funcionalidade, e mesmo com o benefício de não causar desconforto ao filhote, é considerada uma falta séria do ponto de vista estético.

Tendo dito isso, o que NÃO deve ser feito é criar cães ou cadelas que apresentem essas faltas, pois isso seria um grande desserviço para a raça uma vez que estaríamos fixando esses genes indesejáveis no pool genético da raça.

Mobilidade

Filhotes de bulldog podem, notoriamente apresentar vagarosidade quando começam a firmar as patas (levantar). Ideal que, antes das três semanas de idade eles estejam maior parte do dia em local onde o piso seja áspero que os ajude a ficar em pé sem maiores dificuldades.

É muito importante, para ter certeza que eles podem adquirir boa tração, que o chão da caixa de partos esteja coberto com um tipo de forro que não seja escorregadio. Essa providencia é deveras importante até mesmo se tratando de filhotes minúsculos. O forro de jornal, aparte de ser incômodo devido a química contida nas tintas usadas para impressão tipográficas também para a tração é muito liso e prejudicial quando se tem a expectativa que filhotes pesados estão aprendendo a caminhar. Um tipo de tecido de algodão cru, com os que utilizados para fazer redes de descanso, toalhas com rala felpa ou até mesmo mantas, é mais satisfatório. Todo esforço deveria ser feito e todo encorajamento deve ser dado para que os filhotes de Bulldog possam firmar as patas para se levantar e, sobretudo isso deveria ocorrer antes que eles ficassem muito pesados. Filhotes novos, antes de completar quatro semanas de idade, podem caminhar normalmente, até mesmo se só a curta distância. Se a sua ninhada estiver demorando a firmar as patas e não estiver apresentando nenhum sinal de que pode fazer isto, então você deve contatar um experiente criador para que ele analise a situação para poder contribuir com sugestões que ajudem a encontrar um melhor curso de ação.

Um outro ponto importante. Na hora comprar um filhote que seja muito importante a ponto de ser destinado para atuar como reprodutor (raçador) pergunte se os testículos desceram para a bolsa escrotal no período certo.

Até mesmo que o filhote esteja sendo vendido puramente para servir de mascote os testículos devem estar alojados na bolsa escrotal, se ainda não estiverem é aconselhável informar isto aos novos donos que devem ser esclarecidos sobre a questão e riscos. Esperançosamente, é possível que este problema se corrigirá dentro da semana seguinte ou de duas semanas posteriores, embora isto é algo que ninguém pode prever e nem garantir. Melhor seria, então, o interessado buscar outro filhote macho com os testículos já alojados na bolsa.

Cores fora do padrão da raça devem ser descartadas de programas de criação:

O gene do pêlo de cor negra – pesquise antes de adquirir:

1) Busque revistas antigas e atuais editadas pelo The Bulldog Club of América, The Bulldog Club Inc, The British Bulldog Club, The Bulldog Club do Brasil para verificar que na gama de fotos de bulldogs ali publicadas comprovadamente inexiste imagens de bulldogs na cor negra.

2) Verificar-se-á nesses magazines publicados pelos bulldog clubes que canis que ali anunciam ou são entrevistados dedicam-se a praticar uma criação séria, ética e responsável. As fotos demonstram uma filosofia de criação de respeito e compromisso com o standard da raça bulldog. Trata-se de canis engajados na tarefa de bem criar realizando o aprimoramento da raça bulldog. Cores da capa do bulldog são resultantes de seleção, trata-se de opção do criador (planejador da procriação) não acontecem por acaso. Por isso os criadores responsáveis propositalmente e através da seleção evitam que sejam fixados os genes indesejáveis da cor indesejável no pool genético da raça nos exemplares do seus plantéis.

Bulldogs Mestiços com genes indesejáveis ocultos no genótipo do híbrido:

Os bulldogs com cores “fora do padrão” e/ou de cor “altamente indesejável”, podem ter origem dúvidosa.

Uma mestiçagem de bulldog de cor vemelha com um bulldog francês de cor negra, por exemplo, pode gerar híbridos com fenótipo similar ao bulldog, enquanto outro filhote apresentará o fenótipo similar ao bulldog francês, sejam portadores de cores distintas, umas aceitas pelo padrão do bulldog, outros de cor negra que é aceita somente no padrão do francês, já que a cor negra e a pelagem negra e branca (half-and-half) são admitidas na paleta de cores do standard da raça bulldog francês.

A mistura permite gerar filhotes com fenótipo de bulldog mas com a cor negra presente no bulldog francês (um dos pais) porque esse genes da cor consta no genótipo de um dos pais passando a ser transmido às gerações psoteriores mesmo que futuramente sejam nascidas de pais com a cor padrão. Desse modo alguém que adquire um filhote na cor padrão (sem saber que trata-se de híbrido), após esperar a maturação e a época exata para reproduzí-lo, faz uma correta opção na seleção quando elege outro bulldog com cor padrão para agregar como composição para o par complementar nessa empreitada de reprodução, mas se decorridos 2 meses de gestação constatar que houve nascimento de filhotes na cor padrão, mas também de um ou mais filhotes com a indesejável cor negra, isso apenas significa a ação da lei do hibridismo, pois, aquele genótipo está contaminado pelo gene da cor negra nele irresponsavelmente afixado. A suspeita de hibridismo é correta e evidente.

Ocasionalmente ouvimos dizer que um casal de fulvos ou de vermelhos teve filhotes tigrados. Isto é possível se um indivíduo for de “genótipo e/e” (o portador de tigrado) e o outro indivíduo pelo menos tiver no genótipo um “E” ou alelo de “Em”. Nos cães da raças: bulldog francês e Afgan Hound esta situação pode surgir, especialmente se o tronco de um dos pais derivar de estirpe que contabiliza linhagem com mais de 3 ancestrais com a mesma cor tigrada.

Se o filhote adquirido com cor padrão, ao se tornar adulto e for reproduzido estranhamente gerar filhotes de cor negro / cor de fígado porque no genótipo desse animal tem o gene da cor indesejável, sabendo que trata-se de cor altamente indesejável, isso se converterá em grande prejuízo para o proprietário consciente desejoso de atuar como criador responsável que pretende reproduzir cães afinados com o padrão racial. É óbvio que exsitem pessoas comprometidas com o aprimoramento da raça e com a reputação do canil e esse tipo de criador removerá do seu plantel aquele exemplar defeituoso para não comprometer o afixo do canil. Apesar de ter se tornado uma vítima da “da má criação”, irá retomar o rumo da correta, ética e responsável criação da raça bulldog.

Procriar cães mestiços não é o mesmo que procriar cães puro sangue. Os descendentes desse tipo de cruza sempre terão fixado no genótipo o genes da outra raça (talhe, formato de orelhas, a cor negra) que pode não se manifestar em alguns filhotes naquele instante, mas sempre se manifestará nas futuras proles futuramente desvalorizando muito aquele tronco híbrido. A criação irresponsável, antes que selecionar animais de pura raça e atender os ditames contidos no padrão racial, prefere o caminho da aventura, sendo complascente e estimulando a procriação de animais defeituosos.

OBS: Se um filhote de bulldog de cor negra for animal puro sangue, obrigatóriamente terá que apresentar ambos os pais na cor negra, ou apenas um dos pais deve ter a cor negra, ou os avós devem vir de linhagem de bulldogs negros. Inexiste a possibilidade de filhotes negros nascerem de pais e avós com cor padrão, exceto que seleção refine pigmentação de tigrado muito muito escuro, como veremos a seguir.

Seleção equivocada ou proposital objetivando gerar bulldogs negros:

O gene da cor negra não deve fazer parte do pool genético da raça bulldog, assim como o gene do nariz duddley (nariz cor marrom ou fígado) que foi abolido porque na raça bulldog trata-se de um gene dominante. Se tivesse sido permitido quando o standard da raça bulldog foi elaborado em 1865, certamente, hoje, os bulldogs teriam apenas o nariz de cor marrom, como vemos na raça Dog de Bordeaux, que, pela mesma razão, teve o nariz pigmentado de negro extinto.

Bulldogs negros trata-se de uma falta que, mesmo não comprometendo a funcionalidade, e mesmo com o benefício de não causar desconforto ao filhote, é considerada uma falta séria do ponto de vista estético.

O bulldog com um manto negro sólido pode ser obtido via seleção constate, sempre separando para futura reprodução os filhotes nascidos marcados pela cor tigrada mais escura encontrada entre os filhotes das ninhadas.

Se a cada geração o proprietário for selecionando para reprodução os tigrados que forem mais fechados (os mais escuros), em poucas gerações naquele tronco serão manifestados os primeiros bulldogs negros.

O gene do tigrado está num cromossomo diferente que é o MC1R (o lócus de E). A presença do tigrado é dominante, para sua ausência é requerida somente uma cópia de Br, desde que os outros genes que interagem sejam do genótipo correto.

Os bulldogs duddleys também podem ser produzidos através de seleção, mas é incorreto criar cães da raça bulldog para que tenham um nariz marrom ou cor de fígado, mesmo que o criador tenha o poder, via seleção, de fixar o gene cor marrom do nariz do bulldog.

O criador tem o poder de produzir o bulldog visando o aprimoramento da raça para alcançar a excelência de qualidade ou, por outro lado, produzir cães medíocres e fora do padrão da raça, apenas para satisfação pessoal e por motivações particulares porque prefere criar na contra-mão do que seria a correta seleção da raça.

Os criadores sérios e éticos (diga-se éticos no trato e manejo da raça, éticos no relacionamento com os colegas, e éticos no relacionamento com o público) dedicam-se a promover a criação de bulldogs selecionando a cor e outros atributos a cada geração afinados com os ditames descritos no padrão da raça. Por esse compromisso devem ser descartados todos os bulldogs portadores de pelagem cor negra ou cor de fígado (e com outras cores apontadas como fora do padrão racial, como é o caso do cinza aço ou cinza rato); Assim como os bulldogs com olhos na cor azul, cor verde e na cor laranja (âmbar), e bulldogs portadores de nariz com áreas despigmentadas. É por isso que nas revistas e nos sites dos Bulldog Clubs verifica-se inexistência de imagens de bulldogs com tais defeitos, as revistas mostram a realidade da criação da raça feita por veteranos e responsáveis criadores. Os amadores não pertencem a esta classe e infelizmente optam por seleção perniciosa a raça quando decidem se interessar por procriar bulldogs cor negra para atender seus próprios anseios sem se dar conta que tal atitude causa prejuízo a raça e a terceiros. Em síntese, uma rápida pesquisa revela que nos grandes centros de reprodução de bulldogs inexiste bulldogs negros agraciados com títulos.

3) Onde existe cinofilia ética e séria o standard é valorizado e por isso é seguido em todos seus aspectos por todos que almejam compactuar o compromisso coletivo de beneficiar a raça, já que o standard é fruto de um trabalho em conjunto que envolve todos os criadores de bulldog ao redor do mundo operando em prol da raça bulldog. Por isso o standard é respeitado e principalmente é alavancado pelos criadores sérios e éticos, desde os mais famosos até os criadores mais humildes e iniciantes, o que não ocorre com alguns amadores que apenas desejam especular.

O Standard visa preservar as virtudes do fenótipo do bulldog original e mundialmente famoso, para que essas virtudes estéticas não se deteriorem quando esses cães forem procriados amadores desinformados ou por aventureiros especuladores que não têm compromisso com a raça porque criam apenas para atender seus interesses pecuniários e obter um lucro fácial aproveitando a falta de informação.

Deverá criador ético e responsável remover do planejamento de procriação os bulldogs defeituosos, de cor negro, olhos azuis, verdes ou cor de âmbar, e seguir criando priorizando a correta seleção da raça visando obter a cada geração um aprimoramento da raça, buscando geração de filhotes com a estética correspondendo ao descrito no padrão racial, e nunca deveria tentar “transformar um limão numa limonada”, jamais reaproveitando rebotalho apenas para não sofrer as ocasionais perdas financeiras presentes comumente em todas atividades, porque criar também implica aceitar as perdas que surgem algumas vezes com descarte de algum filhote nascido com defeito. Um filhote defeituoso nunca deve ser oferecido como “raridade da raça” porque isso é um engôdo, é um ato de má fé, é se aproveitar da falta de informação. O bulldog defeituoso é “raridade” exatamente porque os criadores sérios e responsáveis descartam animais nascidos com tais características o que faz com que esse tipo de defeito esteja em menor número na natureza.

O filhote defeituoso deveria ser doado. Aqueles que desejem pagar por esse tipo de cão devem compreender que o máximo de valor a ser pago por um filhote de bulldog cor negro seria 1/10 do valor de mercado e o novo dono deve ser obrigatoriamente informado sobre o defeito do produto que está adquirindo, corretamente esclarecido que trata-se de um filhote “out breed”, portador de falta séria e por isso um cão fora do padrão da raça que nunca deve ser reproduzido. Essa é a postura recomendada para minimizar o prejuízo de quem está adquirindo para que posteriormente o mesmo que comprou de boa fé não se sinta lesado.

O alerta encaminhado a todo admirador da raça bulldog não familiarizado com o complexo standard da raça bulldog, que poderia vir a se tornar a próxima vítima de espertalhões, se de boa fé adquirisse bulldog de cor negra, oferecido como “raridade” por esses especuladoes que apenas desejam obter um lucro fácil praticando criação danosa a raça. Muitos bulldogs que deveriam ser descartados da criação acabam sendo usados por alguns praticarem a “má criação da raça”, degenerando-a quando reproduz cães propositalmente fora do padrão.

Além disso criadores sérios e éticos selecionam cães balizados pelas características da raça descritas no padrão, assim se o standard do bulldog reza que a cor negra é altamente indesejável, ninguém de sã consciência iria fomentar criação de cães fora do padrão porque trata-se de cães altamente desvalorizados. Procriar cães fora do standard seria semelhante a entrar uma maratona com o objetivo de buscar o último lugar na colocação geral.

Assim, fique atento, se te oferecem bulldog cor negro ou cor de fígado; E se te oferecerem bulldogs de olhos na cor verde ou azul; Ou se tentam empurrar para cima de ti um bulldog portador de nariz despigmentado: o malhado (buterfly), cor de fígado, de cor rosa ou de cor de carne (duddley); Decline da oferta…Vão te dizer muitas argumentações que parecem enredo de novela mexicana, alguns falarão que trata-se de “raridade a preço de ocasião” e tem todo aquele blá-blá-blá e chorulemas onde o vendedor aético dirá que é uma vitima do destino que é ingrato, e que existe uma conspiração contra ele (teoria da conspiração), mas é tudo conversa fiada, não caia nesse conto do vigário, o bulldog negro trata-se apenas de um cão desvalorizado…Na verdade trata-se de bulldog extremamente desvalorizado, sem valor de mercado que sua propcriação resulta em mera perda de tempo, não entre nessa aventura, pois, esse tipo de cão não deve ser reproduzido, assim, lembre-se: Se “estão tentando te oferecer gato por lebre”… Conheça a raça bulldog antes de adquirí-la e busque sempre um filhote com um criador sério, ético e responsável.

deve-se ter em mente que trata-se de uma falta que, mesmo não comprometendo a funcionalidade, e mesmo com o benefício de não causar desconforto ao filhote, é considerada uma falta séria do ponto de vista estético.

Tendo dito isso, o que NÃO deve ser feito é criar cães ou cadelas que apresentem essas faltas, pois isso seria um grande desserviço para a raça uma vez que estaríamos fixando esses genes indesejáveis no pool genético da raça.

Via Bulldog Club do Brasil
Autor BCB NEWS em 20/2/2013

Eduarda Volpatto – Criadora de conteúdo Bullblog e Bulldog Club

Falta de apetite?

Fazer uma refeição saborosa é importante para que os cães recebam os nutrientes necessários para manter o corpo saudável. No entanto, apesar dos benefícios, muitos donos reclamam que, frequentemente, veem os potes de comida de seus cachorros cheios de ração. Eles se queixam de que os pets parecem não ter apetite e que não sabem o que fazer para resolver a situação.

Falta de apetite nos cães pode ser causada por virosesInicialmente, é preciso levar o cãozinho para uma consulta veterinária e, assim, entender o que está causando o problema. “A falta de apetite nos animais deve sempre ser investigada. Pode ocorrer por causa de estresse, mas na maioria das vezes, está associada a algumas patologias”, diz a veterinária Clarissa Galvão.

Doenças virais, como cinomose, coronavirose e parvovirose, estão entre as principais patologias capazes de tirar o apetite do cão. Mas, existem ainda outros problemas de saúde que provocam o mesmo efeito, como doenças hepáticas, doenças gástricas, intoxicações alimentares e até algo mais simples como a dor de dente.

Os cachorros não devem ser forçados a comer

No entanto, se nenhuma doença for detectada e não houver perda de peso, sua melhor opção é colocar a ração no pote e deixar o cachorro se alimentar quando estiver com fome. Forçar o cão a comer não adianta, já que eles só comem quando têm vontade. Esta atitude, aliás, pode prejudicar a alimentação do seu pet, facilitando o desenvolvimento da obesidade.

Deixar a hora da refeição mais divertida, fazendo com que o cãozinho se esforce para ganhar a ração por meio de brincadeiras, é uma possível solução para o problema, uma vez que batalhar pela comida está em sua genética. “Existem estimulantes de apetite, maneiras de tornar o alimento mais palatável e, em último caso, a indicação é a colocação de sondas de alimentação”, completa Clarissa.

Dra. Clarissa Galvão é médica veterinária, especialista em Clínica Geral e Nutrologia e atende no Rio de Janeiro. CRMV-RJ: 9996

*As informações apresentadas no artigo foram desenvolvidas com base nas respostas fornecidas pela veterinária Clarissa Galvão à redação. Caso seu cão apresente qualquer sintoma ou comportamento incomum, procure um veterinário.

Bulldog Pedigree

Vocês sabiam que podem pesquisar toda a linhagem do seu Bulldog através do site Bulldog Pedigree?

Sim isso mesmo, com o Pedigree do seu Bulldog em mãos no campo BUSCA no site Bulldog Pedigree, você digita o nome dos pais do seu cão completo e a partir dai o site te mostra a foto e os dados do Bulldog cadastrado, assim como todos seus ancestrais.

Visite o site e conheça mais sobre o passado do seu Bulldog Inglês.

Eduarda Volpatto – Criadora de conteúdo Bullblog e Bulldog Club

 

MINI BULLDOG? EXISTE?

A resposta única e definitiva para esta pergunta é NÃO !!!

Esta nomenclatura é utilizada com a intenção de tentar confundir possíveis compradores, dando a ilusão de que estarão levando para casa um eterno bebe.
O exemplo mais comum desta enganação são cães da raça Pinscher, onde alguns “criadores”. em uma jogada de puro marketing  passaram a utilizar numeração para os cães. Quem já não viu um anuncio de Pinscher número zero, 1, 2, 3 …..??
Para os Pinschers  existe uma altura mínima e uma máxima,e estando fora destas medidas são cães considerados fora do padrão, portanto nem deveriam ser reproduzidos.
Outra raça que podemos ter como exemplo são os Schnauzers, estes sim tem 3 padrões diferentes (miniatura, standart e o gigante) . Note que apesar do nome Schnauzer, são 3 padrões diferentes e jamais devem ser reproduzidos entre si.  A grosso modo, podemos considerar 3 raças diferentes , cada uma com sua função , mas com características físicas gerais muito semelhantes, e por isto compartilham o mesmo nome (Schnauzers). Um Schnauzer miniatura que passou do tamanho correto , não passa a ser um Schnauzer Standart, ele continuara sendo um miniatura fora do padrão!!
Para nossos queridos Bulldogs o que diz o padrão? Primeiramente o padrão é único, não existe mini ,standart ou gigante como nos Schnauzers.
Fêmeas devem pesar até 23Kg.
Machos devem pesar até 25kg .
No padrão do bulldog não é mencionado tolerância em relação a peso tanto pra mais quanto para menos. Existem sim as variações em relação a peso, por exemplo:
Fêmeas de 18, 19kg e fêmeas de 25 ,26kg. Estas  fêmeas de 18kg podem ser consideradas mini? E as de 26kg gigante?
NÃO !! São apenas variações de peso toleradas dentro do padrão.
A nomenclatura Bulldog mini tem única finalidade comercial, para tentar ludibriar os incautos  que ainda não conhecem como deve ser um bulldog correto!
Batemos muito na tecla Padrão da raça, pois quando a maioria das pessoas e principalmente CRIADORES, entenderem a relação de PADRÃO = SAÚDE, começaremos a ver nossos gordinhos com uma melhor qualidade de vida, e muito menos pedidos de ajuda em grupos nas redes sociais.

Via Vanius Bergamaschi e Rafaela Ramos.

Canil Império do Eldorado

Eduarda Volpatto – Criadora de conteúdo Bullblog e Bulldog Club

Alimentação natural para cachorros (AN)

Alimentação natural, ou simplesmente AN, é um termo que tem sido bastante utilizado no meio pet, vem conquistando um crescente número de adeptos em todo o mundo e parece ter vindo para ficar. Mas quando você escuta este termo, no que pensa? Conhece seu real significado e quais as suas bases?

Há um grupo crescente de profissionais e tutores buscando oferecer a seus pets e saber mais sobre AN. Há um início específico para essa conscientização?

A alimentação natural tem sido alvo de estudos e pesquisas pelo mundo há mais de cinqüenta anos (Fromm Family Foods, 1949 – EUA). No Brasil ela apareceu há pouco menos de dez anos, enquanto que em países europeus e norte americanos já conquistou muitos adeptos. No caso da Europa eles já somam quase a maior parte da população. Não podendo ficar de fora os australianos, principais produtores de bibliografia de qualidade sobre o assunto.

O que consiste a Alimentação Natural

Muita gente pensa que ao dar restos de comida está aderindo à AN, enquanto que a alimentação natural é muito mais do que isso e está baseada em conhecimentos anatômicos, nutricionais e fisiológicos dos animais.

A comida que fazemos em casa para nosso consumo, por mais saudável que seja, é feita para humanos, contendo muitas vezes condimentos que podem ser tóxicos para pets, como a cebola, alho e sal (em quantidades excessivas).

Você sabia que os gatos são originários dos desertos e, fisiologicamente, quando se alimentam da forma correta, quase não bebem água? Sim, seus alimentos são constituídos dos líquidos necessários para existência. E que doenças hoje comuns em felinos, como cálculos e obstruções urinárias, são enfermidades atuais? Recentemente relacionadas com rações secas?

E que a obesidade em pets é uma doença que preocupa há poucas décadas? Que surgiu praticamente junto com o aparecimento das rações?

Estas informações sobre as características dos animais são utilizadas para escolher e balancear ingredientes adequados de forma a suprir todas as necessidades nutricionais do seu pet.

Cada componente é avaliado individualmente quanto aos seus nutrientes e energia e adicionado aos demais de forma balanceada, resultando em uma formulação completa e saudável.

Dietas naturais consideram o estado de saúde, as doenças existentes, a condição corporal, a idade, predisposições a alterações e as preferências dos animais.

Dentre os alimentos liberados, as dietas são formuladas com os componentes que mais agradam os pets e vão sendo adaptadas conforme a aceitação ou não de alguns ingredientes.

As formulações são mutáveis para abranger ampla variação de nutrientes e sabor irresistível.

O uso de corantes, conservantes, palatabilizantes ou quaisquer tipos de aditivos químicos não são aceitos pela alimentação natural. Os complementos a serem adicionados a este tipo de dieta devem ser prescritos pelo responsável técnico que acompanha o paciente conforme a situação de saúde e fase da vida.

Benefícios de se oferecer Alimentação Natural

Os benefícios da AN são muitos:

– a segurança de sabermos a composição do produto que será ofertado aos pets (mesmo nas dietas compradas prontas, os ingredientes são especificados com clareza);

– a alta palatabilidade (o que garante grande taxa de aceitação – gatos podem exigir uma adaptação mais longa);

– possibilidade de variação de cardápio e sabores;

– redução dos problemas de pele e de alergias, pelagem sadia e brilhante além de dentes limpos e hálito fresco.

Desvantagens de se oferecer Alimentação Natural

As desvantagens existentes são poucas, como o espaço ocupado em geladeira ou freezer pelas porções, o tempo de preparo e o prévio congelamento das carnes antes da utilização; todas estas desaparecem quando se trata dos alimentos naturais.

Alimentos naturais balanceados (que respeitam a fisiologia da espécie, aproximando à nutrição dos ancestrais selvagens), sem adição de substâncias químicas, aliados a exercício físico prometem longevidade, qualidade de vida, diminuição de doenças crônicas além de maior disposição e saúde geral dos pets. Contudo, geralmente a alimentação natural tem custo mais elevado que as rações premium, despendem de tempo de preparo, estudos e um profissional qualificado. Jamais a alimentação do pet deve ser alterada sem prévio consentimento de um veterinário de confiança. A nutrição é pilar parte fundamental para a saúde e deve ser tratada se forma responsável e séria.

Opções de Alimentação Natural

Para quem quer evitar a cozinha e procura uma alternativa saudável e prática, existe a empresa Panela do Pet, que oferece veterinários capacitados para produzir os alimentos específicos para as necessidades do seu pet e entrega em todo o Brasil.

O segmento da indústria voltado para a alimentação pet vem crescendo e oferecendo uma gama cada vez maior de opções.

Hoje, existem várias empresas especializadas em alimentação natural que oferecem dietas balanceadas e completas, cozidas ou cruas (com ou sem ossos), resfriadas, congeladas e até mesmo desidratadas, como o caso da comida caseira produzida pela Panela do Pet. Profissionais especializados em nutrição de cães e gatos, médicos veterinários e zootecnistas têm buscado capacitação nesta área e são aptos a formular com segurança receitas apropriadas para o seu mascote.

Assim como para os seres humanos, a alimentação é um dos pilares mais importantes da saúde do seu pet. Por isso procure sempre estar amparado por profissionais da área antes de optar por um tipo de dieta para o seu mascote.

Mitos/Verdades

Ainda existe o mito de que as rações comerciais são os únicos alimentos completos e aptos a suprir as necessidades nutricionais dos animais.


Este pensamento existe devido ao tipo de alimento que era oferecido aos nossos mascotes nos primórdios da domesticação, antes da ração aparecer nas prateleiras dos supermercados e que baseava-se em restos de comida humana ou em uma dieta sem acompanhamento veterinário e pobre de variedades e nutrientes.

A nossa alimentação não deve ser oferecida aos nossos pets em hipótese alguma. Alguns ingredientes, comuns em nossos pratos, como a cebola e o chocolate, podem ser fatais para os mascotes. Ambos têm substâncias que podem intoxicar e levar o animal de estimação ao óbito.

No que diz respeito às fezes, nos animais alimentados exclusivamente com alimentação natural, ao contrário do que se pensa, são secas e possuem odor reduzido. Este fato se deve a bio-disponibilidade dos nutrientes, quase que em sua totalidade, no trato digestivo. Não havendo grandes volumes e quantidades de fezes para serem eliminadas.

Relata-se também uma diminuição do odor característico dos cães. Segundo alguns tutores, o “cheiro de cachorro”, como é conhecido popularmente, reduz consideravelmente. Os banhos, que eram semanais enquanto os animais eram alimentados com rações e, em alguns casos, tiveram sua frequência reduzida a banhos mensais.

A transição da ração para a Alimentação Natural

Animais alimentados com rações tradicionais podem começar a ser alimentados com dieta natural em qualquer etapa da vida. Após tomar a decisão, o primeiro passo é levar o seu pet a um médico veterinário de sua confiança para um check-up completo.

A principal razão para a adoção desta medida preventiva é que algumas doenças são silenciosas. Com uma avaliação, é possível afastar possíveis surpresas desagradáveis e descartar a AN como causadora da futura enfermidade.

Caso seu pet já apresente alguma doença não significa que ele não possa alimentar-se de forma natural e saudável. Nestes casos, uma avaliação individual deve ser realizada a fim de formular um alimento que leve em consideração o estado geral do mascote. Hoje já existem diversos profissionais habilitados para realizar esta tarefa. Lembrando que, para qualquer que seja a modificação alimentar do seu pet,esta deve ser implantada de forma gradual e esta adaptação leva de 7 a 10 dias. Sempre introduzindo aos poucos o novo alimento e reduzindo a ração que queremos abandonar. Durante este período de adaptação, pode acontecer o que chamamos de desintoxicação, fase em que o corpo expulsa as substancias tóxicas.

A maioria não apresenta sinais, contudo saiba reconhecê-los:

-aparecimento de coceiras,

-espinhas,

-fezes amolecidas com muco,

-hálito forte e odor corporal.

Esta etapa dura entre 1 a 10 dias e simplesmente desaparece. Pronto, seu mascote está desintoxicado.

Diferenças cruciais entre a alimentação natural e a ração (ração de boa qualidade)

A alimentação natural balanceada elaborada com a supervisão de um profissional habilitado, seja ela comprada pronta ou preparada em casa, tem composição equivalente em nutrientes às rações super Premium disponíveis no mercado.

No entanto, a alimentação natural apresenta qualidade superior indiscutível por ser elaborada com ingredientes frescos e fontes protéicas de alta qualidade.

Ao contrário da ração industrial, não são utilizadas carnes mecanicamente separadas, penas ou outros tipos de ingredientes de má qualidade.

Também ficam fora das formulações palatabilizantes, conservantes e quaisquer outros componentes químicos e elementos transgênicos.

Você já prestou atenção nos rótulos das rações? Já observou a quantidade de vitaminas, de aminoácidos e de sais minerais como ferro, zinco, fósforo entre outros que são adicionados? Já se perguntou por que é necessário complementar tanto estes alimentos?

A indústria de rações, geralmente, utiliza ingredientes de menor custo e, consequentemente, de baixa qualidade. Isso faz com que se torne necessária a adição de uma quantidade quase infindável de compostos químicos.

No caso da alimentação natural, alguns suplementos são utilizados. O aminoácido taurina, nas formulações específicas para gatos, e o cálcio em formulações destinadas a cães e gatos, faz-se necessária somente se o alimento for cozido. No caso de alimentação natural crua, somente o cálcio é obrigatoriamente adicionado à fórmula com o fim de repor o cálcio, quando esta não possui ossos.

Outra observação que se faz indispensável é a durabilidade. Como é possível fazer com que uma ração dure um ano ou mais? Isto só é possível devido à utilização de grandes quantidades de conservantes (BHT e BHA), que hoje são considerados vilões na alimentação humana e inclusive vêm sendo estudados como possíveis responsáveis por diversas alterações celulares (câncer).

E as cores dos grãos de ração? Será que são realmente de vegetais? As tonalidades vistas nas rações não passam de corantes, que representam as principais causas de alergias em humanos e animais.

A indústria de rações vem perdendo um espaço considerável para a alimentação natural nos países europeus e norte-americanos. Os investimentos para manter e conquistar mais adeptos nos países “em desenvolvimento” ou em “subdesenvolvidos” têm aumentado muito nos últimos anos e uma das estratégias utilizadas é simplesmente atacar a dieta natural de uma forma confusa e sem embasamento. Até o momento, nenhum dado real contrário a adoção da dieta natural supervisionada por especialista foi encontrado pela comunidade científica.

Uma das responsáveis pela Panela do Pet, a única empresa do Brasil a oferecer uma linha de comidas caseiras cozidas a vapor e desidratadas. Seus ingredientes são selecionados e sua forma de apresentação garante qualidade, praticidade e durabilidade. É a opção mais prática para quem busca alimentação natural, já que não ocupa espaço, além de ser uma excelente opção durante viagens.

Para maiores esclarecimentos, envie e-mail para sac@paneladopet.com.br e fale diretamente com nossa veterinária responsável.

 

Criadora de conteúdo Eduarda Volpatto – Bulldog Club e Bullblog

Bulldogs Are Awesome

Colaboradora Eduarda Volpatto – Bulldog Club e Bullblog

Compilation Bulldogs

Com a palavra, Mario Santos.

Em entrevista para a Bulldog Club, Mário Santos do Bullmastic Bulldogs responde algumas perguntinhas:
 
1-PORQUE O BULLDOG E COMO TUDO COMEÇOU?
R- Sempre fui louco por animais mas meu pai não gostava e não queria cão em casa, foi então que botei na cabeça que quando tivesse minha casa a primeira coisa que faria seria criar cães, em 1998 iniciei a criação de American Starfodshire Terrier por gostar do seu corpo atarracado e atlético, já tinha ideia de como era um Bulldog Inglês mas não o tinha visto pessoalmente , foi então que em 2010 em uma exposição conheci o BULLDOG INGLÊS, com aquela cara de bonachão, aquela cabeça enorme e uma personalidade única que me apaixonei, não demorou para ir em busca do meu primeiro exemplar, em meados de 2003 iniciei a procura e depois de muitas interrogações a um criador consegui meu primeiro gordinho.
 
2 – QUAL A ROTINA DO CANIL?
R- 06:00 higienização das baias e liberação para recreação até as 09:00, 09:30 alimentação e volta as baias, 16:00 até as 18:30 recreação e as 19:00 segunda alimentação e volta para baias para uma boa noite de sono, quando estamos com filhotes mudamos apenas os horários das recreações e a alimentação 4 vezes ao dia.
 
3 – QUAIS AS RECOMENDAÇÕES PARA QUEM ESTÁ PENSANDO EM ADQUIRIR UM BULLDOG?
R- Sempre falo que a primeira coisa a fazer é procurar muita informação sobre a raça: saúde, limitações, alimentação, personalidade etc. Depois de ter essas informações saber se aquele cão vai ter o que precisa na sua companhia, segundo passo é procurar informações sobre onde adquirir seu filhote, só depois disso é que deve ser tomada a decisão de ter ou não um Bulldog.
 
4 – QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS DICAS PARA AQUELES QUE JÁ SÃO PROPRIETÁRIOS?
R- Uma coisa que faço e sempre recomendo é todo dia olhar seu cão nem que seja por 5 minutos, um check list rápido – pele e pelos, ouvido, rugas, dentição e movimento. Se seus cão está comendo bem e todos esse itens estão ok, tudo certo pode voltar a rotina.
 
5 – COMO VOCÊ AUXILIA O FUTURO PROPRIETARIO A ESCOLHER UM FILHOTE?
R- Sempre buscar informações com outras pessoas que já compraram com aquele criador(a), cor do filhote não deve ser um item para a sua escolha, procurar entender o mínimo do padrão da raça e buscar um cão que os pais tenham saúde (independentemente se são campeões ou não) isso já é um bom começo para não ter problemas futuros.
 
6 – QUAL O PERFIL DO PROPRIETÁRIO IDEAL?
R- Aquele que demonstre interesse sobre o padrão, mesmo que seja um pet. Pessoas que não se importam qual o sexo do filhote e que tenham o mínimo de conhecimento sobre eles.
 
7 – QUAL O SUPORTE POS VENDA QUE VOCÊ OFERECE?
R- Procuro sempre acompanhar o desenvolvimento do filhote pelo menos até completar um ano, para saber se está crescendo como eu esperava, estando sempre a disposição para situações adversas que possa acontecer principalmente nas primeiras semanas de adaptação do filhote em sua nova moradia.
 
8 – QUAL A SUA MAIOR FELICIDADE COMO CRIADOR?
R- Quando reencontro um filhote meu e que está com saúde e está fazendo a felicidade daquela família que o escolheu, segundo quando vejo um exemplar que saio de minha casa e está muito próximo padrão racial.
 
9 – O QUE NÃO PODE FALTAR NUM BULLDOG? (PADRAO DA RAÇA)
R- Saúde, Saúde e Saúde e em quarto lugar uma cabeça limpa (sem excesso de rugas) com uma mandíbula em “U” e boca sem torção e prognatismo acentuado.
 
10 – QUAIS AS 5 QUALIDADES DA RAÇA E OS 5 DEFEITOS?
R- Qualidades : Dócil, independente, temperamento calmo, não precisa de muito espaço para viver, não late muito.
R- Defeitos : Problemas para reprodução, predisposição para problemas de articulação e pele, soltam muitos gases hehe, não podem ficar muito tempo expostos ao calor e nem fazer exercícios por tempo prolongado, são muito teimosos.
 
11 – SE VOCÊ PUDESSE DEFINIR O BULLDOG EM UMA PALAVRA QUAL SERIA?
R- Encantador
 
12 – O QUE UM CAO PRECISA PRA SER FELIZ?
R- Um tempo com seu dono, uma boa alimentação e espaço para suas brincadeiras.
Mário Santos
Bullmastic Bulldogs

Colaboradora Eduarda Volpatto – Bulldog Club e Bullblog

Bulloween!

Gostosuras e travessuras <3

Valentina e Cappuccino.

Via Carolina Camargo

Colaboradora Eduarda Volpatto – Bulldog Club e Bullblog