Category Archives: Saúde + Dicas do VET

A TROCA DE DENTES EM FILHOTES DE CÃES E GATOS

Por volta do quarto ao sexto mês de idade todo filhote de cão e gato irá realizar a troca dos dentes. Eles irão trocar os dentes decíduos pelos dentes permanentes. Os dentes decíduos são dentes finos e pontiagudos e de aspecto frágil, porém machucam com mais facilidade quando os filhotes mordem nas suas brincadeiras. Os dentes permanentes são dentes maiores e mais brilhantes e serão os dentes definitivos por toda a vida do animal, e por esse motivo requerem cuidados de conservação e manutenção adequados.

Durante essa fase de troca de dentes o animal pode ficar seletivo para os alimentos ou mesmo inapetente pelo desconforto causado pela erupção dos novos dentes. Nessa fase é normal a presença de mau hálito e eventual sangramento gengival, todas alterações sem significado clínico relevante, já que são temporárias.
Normalmente não observamos os dentes trocados porque o animal irá engoli-los durante a mastigação dos alimentos, mas eventualmente poderemos encontrar alguns deles caídos pelo chão da casa.

Foto Jmarcoz

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QUANDO OS “DENTES DE LEITE” NÃO CAEM, O QUE DEVEMOS FAZER?
Alguns animais não efetuam a troca totalmente, quando então observamos a presença de dentição dupla (foto 1), principalmente nos caninos superiores e inferiores, nos incisivos (mais raramente) ou ambos. Em outros filhotes observamos dentição dupla nos incisivos, conhecidos por Dentes de Tubarão. Essa condição é normalmente observada em animais de pequeno porte principalmente em Malteses, Yorkshires, Poodles, Lhasa Apsos, Pinschers entre outros e pode favorecer o acúmulo de restos alimentares, e conseqüentemente cálculo dentário (tártaro) e mau hálito. A pior conseqüência da dentição dupla é o desvio de mordedura que deverá ser corrigida com a extração dos dentes decíduos o quanto antes para evitar que o desvio se acentue ou perpetue.
É aconselhado mesmo antes da troca dos dentes decíduos, condicionar o seu animal (principalmente os cães) a escovação periódica dos dentes, evitando o acúmulo de cálculo dentário (tártaro), e a perda precoce dos dentes.

Colaboradora Eduarda Volpatto - Bulldog Club e Bullblog

Colaboradora Eduarda Volpatto – Bulldog Club e Bullblog

Esfregar o bumbum no chão – Glândulas anais

Alguns cachorros, em alguma fase da vida, começam a arrastar o bumbum no chão, como se estivesse coçando. Muitas vezes pode ser verme, que provoca coceira na região do ânus. Outro motivo muito comum é que ele pode estar precisando que suas glândulas anais sejam espremidas/esvaziadas. Seu cachorro ainda pode estar com alguma coisa presa no bumbum, algum pedaço de grama, carrapato, fezes ou cabelo. Antes de mais nada, verifique se tem algo que esteja incomodando seu cão.
Esvaziar as glândulas anais é um procedimento simples que você pode fazer em casa. Se seu cão for bravo, recomendamos que coloque uma focinheira nele antes do procedimento.

Atenção:

– Se tiver alguma dúvida ou preocupação em relação a esse procedimento, consulte o veterinário antes de tentar.
– Pegue toalhas de papel suficientes pra poder repetir o processo várias vezes até terminar.
– Os cães em geral ficarão mais elétricos depois que o procedimento for finalizado.
– e o líquido for pastoso ou com sangue, você deve consultar o veterinário pra ver se não há infecção.
– Cachorros menores terão que passar por esse procedimento com mais frequência que cães maiores.
– Aumentar a ingestão de fibras pode ajudar o cão a expelir o conteúdo de suas glândulas anais normalmente, reduzindo a necessidade de passar por esse procedimento.

Cachorros esfregando o bumbum no chão:

Como esvaziar as glândulas anais em casa

1. Pegue 3 ou 4 folhas de papel toalha úmidas
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2. Coloque luvas de borracha
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3. Aponte a traseira do cachorro para longe de você
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4. Levante o rabo do cão para deixar o ânus à mostra
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5. Localize as glândulas anais de acordo com a imagem (geralmente numa angulação como se fosse 4 e 8 horas num relógio). Se as glândulas estiverem cheias você deve sentir um pequeno calo ao pressioná-las.
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6. Aperte gentilmente enquanto segura uma toalha de papel para absorver o líquido que sairá.
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7. Repita o processo até que as glândulas estejam vazias.
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8. Quando terminar, lave o traseiro do cachorro para reduzir o odor.
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9. Se possível, é aconselhável fazer isso durante o banho dele.
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Lembre-se: se você não sentir segurança ou não tiver certeza de que as glândulas anais precisem ser esvaziadas, leve seu cão ao veterinário.

Fonte: Tudo sobre Cachorro

Tipos de alergia em cães.

Não são apenas os humanos que sofrem com diversos tipos de alergias. Os cães também podem ser alérgicos a alguns tipos de substâncias químicas e produtos. A reação varia de animal para animal, mas coceira, perda de pelos, secreção nos olhos e machucados são algumas das consequências.

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Mofo

O mofo encontrado em locais úmidos é uma das principais causas de alergia em cães. O esporo do mofo em contato com o cachorro e geralmente provoca irritação e coceira na pele. Para diminuir o problema, é importante eliminar focos de mofo em casa, com a limpeza constante dos filtros de ar condicionados e com o auxílio de produtos desumidificadores. Além de ser bom para seu pet, é bom para toda a família, já que esses fungos podem causar problemas respiratórios.

 

Caspa

A caspa humana também pode causar alergia em cães. Pode parecer inusitado, mas casos assim são mais comuns do que a maioria das pessoas pensa. O contato com a caspa é capaz de provocar coceira e inflamação na pele, além de causar espirros e deixar o nariz escorrendo constantemente. A alergia pode ser tratada com vacinas ou medicamentos orais.

 

Fumaça de cigarro

Não são apenas as pessoas que não fumam que sofrem com a fumaça do cigarro. Os cães podem desenvolver alergia às substâncias presentes na fumaça e a resíduos tóxicos encontrados nas mãos de fumantes. O principal sintoma é a coceira, que pode levar a arranhões e mordidas dos cães e causar inflamações na pele.

 

Ácaros e poeira

Tem um cachorro e não costuma limpar a casa com muita frequência? É melhor repensar esse hábito, já que a poeira e os ácaros são algumas das principais causas de alergias em cães. Considere utilizar a vassoura e o aspirador de pó para eliminar toda a sujeira de casa e garantir a saúde do seu melhor amigo.

 

Medicamentos

Na hora de tratar um problema de saúde do cachorro, é preciso atenção ao medicamento escolhido. O cão pode ser alérgico a alguma substância presente na composição de anestesias, remédios e vacinas. As reações mais comuns são coceira na pele e inchaço em determinadas partes do corpo.

 

Tipos de comida

Assim como alguns humanos têm reações alérgicas ao comer pratos preparados com frutos do mar e leite, certos cães podem ser alérgicos a ingredientes como a soja, milho, carne bovina, suína e de frango. Nesses casos, os cuidados com a alimentação devem ser redobrados, já que as consequências variam de simples irritações na pele a infecções no ouvido, vômitos e diarreias. Por isso, a única estratégia segura é dar ao seu pet apenas alimentos especiais voltados para cães.

 

Pólen

Essencial para a reprodução das plantas, o pólen dispersado por árvores e flores provocam reações alérgicas em alguns cachorros. As áreas mais afetadas são a pele, o nariz, as orelhas e as patas, que podem sofrer com inflamações e coceira.

 

Eduarda Volpatto

Eduarda Volpatto
Criadora de conteúdo
Bullblog e Bulldlog Club

Doenças Cardíacas Acometem Cerca de 35% Os Cães Idosos

Campanha Setembro Vermelho visa conscientizar sobre a importância do diagnóstico e tratamento precoces.

O coração é a base do funcionamento do sistema circulatório de qualquer ser humano e deve sempre estar na lista dos check-ups periódicos. No caso dos animais de companhia não é diferente. O coração do cão tem uma estrutura semelhante à nossa e, assim como nos humanos, o diagnóstico e tratamento precoces das doenças cardíacas podem fazer diferença na saúde e qualidade de vida dos bichos. Para conscientizar o tutor sobre a importância do acompanhamento periódico do veterinário e do check-up anual para a detecção dos problemas cardíacos, a Elanco, em parceria com a Agência Estação Brasil, lança este mês a campanha “Setembro Vermelho: se tem coração”.

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Os números mostram que o assunto merece atenção. As cardiopatias em cães são cada vez mais comuns, já que, assim como os humanos, eles estão vivendo mais. O problema se agrava porque o tutor não está acostumado a cuidar dos bichinhos idosos como cuida dos filhotes.  Cerca de 35% dos cães serão acometidos por alguma cardiopatia ao atingir a fase idosa. A partir dos 5 anos e desta idade até aproximadamente 13 anos cerca de 70% deles vão desenvolver ao longo da vida a chamada DVCM (Doença Valvar Crônica Mitral), a principal cardiopatia que acomete os cães, sendo os mais suscetíveis os machos de pequeno porte (com até 20 quilos). A doença pode aparecer já nos primeiros cinco anos de vida do cãozinho, sendo a prevalência, por faixa etária, de 10% em cães com cinco a oito anos, 25% com nove a 12 anos e 35% entre os acima de 13 anos.

Saiba como proteger seu melhor amigo no inverno.

O inverno começa oficialmente no dia 21 de junho, mas o frio já chegou derrubando as temperaturas até nas regiões mais quentes do país. Nessa época, devemos redobrar os cuidados com nossos cães. Raças mais magras ou de pelo curto como Doberman e Pinscher não são preparadas para suportar temperaturas muito baixas e costumam sentir bastante incômodo durante o inverno.

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No tempo frio, os bichinhos idosos podem sofrer o agravamento de problemas como artrose e artrite, sentindo dores e desconfortos. Além disso, cachorros que possuem doenças hormonais e cardíacas tem sua capacidade de regulação da temperatura corporal comprometida.

Algumas medidas simples podem minimizar os efeitos do frio deixando os seus pets saudáveis e confortáveis:

Dicas para cuidar do seu cão no frio

● Deixe seu bichinho sempre bem abrigado e em local aquecido.

● Mantenha a caminha ou casinha afastada do chão para evitar a friagem. Uma boa opção são as camas suspensas feitas em nylon, que além de proteger seu pet da friagem, evita a formação de calos e dores nas articulações

● Se o chão for de azulejo ou cimento, cubra os locais preferidos do seu cão com toalhas ou tapetes

● Na hora do passeio, vista nele uma roupinha. Opte pelas de fleece que, além de não causarem alergias, aquecem bem

● Fique atento ao tempo de exposição do seu cão ao frio. Se você estiver sentindo frio, ele provavelmente também estará

● Evite tosas nessa temporada

Banho seco é a solução

Se alguns cães não apreciam o banho nem durante o verão, imagine no inverno! Dar banho em casa nem sempre é fácil, mas nem todo mundo consegue arcar com os custos de banhos semanais em Pet Shops. A solução para fazer a higiene dos cães sem molhá-los por completo é o banho seco. No mercado há uma série de produtos que, além de eliminarem o odor e sujeira, desembaraçam os pêlos do seu mascote. As soluções para banho seco são encontradas facilmente em pet shops e lojas de animais.

Se o banho seco não resolver, recorra à água aquecida e capriche na secagem. Use uma toalha ou manta de lã para retirar o excesso de água e depois utilize o secador para secar seu pet por completo. Regule o aparelho de forma a não deixar o ar muito quente, pois a pele dos bichinhos é bastante sensível.

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Como acabar com o mau hálito.

O mau hálito de um cão muitas vezes indica para o dono do cão que existe um problema ou doença. O mau hálito persistente pode indicar que seu cão tem problemas digestivos ou um problema na gengiva, como gengivite, e deve ser examinado por um veterinário. Seu veterinário pode sugerir uma limpeza profissional para remover placas e tártaro dos dentes e examinar as áreas onde os dentes encontram as gengivas. Recomendações de cuidados domésticos podem incluir escovação diária dos dentes e soluções orais para manter a boca limpa após uma limpeza dental completa.

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Bulldog Boris

Causas do mau hálito em cães

Se seu cachorro tem mau hálito, também chamado de halitose, é possível que haja causas ocultas, algumas das quais podem ser bem sérias. Além do mau hálito, sinais indicando uma questão de saúde mais complexa dor oral, sangramento, dificuldade para engolir ou comer e depressão, de acordo com a Dra. Debra Primovic. Não tente tratar o mau hálito ou outros sintomas antes de falar com seu veterinário, que vai querer avaliar seu cachorro e pode precisar de exames para descobrir o que está errado e discutir opções de tratamento com você.

Como tratar o mau hálito nos cães

Produtos de higiene oral com Clorexidina

Se seu cachorro tem gengivite e doença periodontal, causadas por bactérias na boca, o seu veterinário pode mandá-lo para casa com creme, gel ou spray para higiene oral, ou aditivo de água que contém clorexidina, que limpa a boca do seu cão, ajuda a proteger dentes e gengivas, previne placas e combate bactérias. Se você combinar escovação com enxágue, terá melhores resultados a longo prazo.bulldog-69415_150

Aditivos de água sem Clorexidina

Aditivos de água são líquidos que você adiciona a água do cachorro para ajudar a prevenir a formação de placas e para refrescar o hálito. Normalmente esses aditivos não possuem cheiro ou gosto, sendo fáceis de administrar para cães sensíveis que resistem a procedimentos mais efetivos, como escovar os dentes e usar enxaguantes bucais ou sprays. Se quiser evitar produtos químicos, como a clorexidina, cloros, xilitol ou álcool, você pode comprar aditivos de água sem esses ingredientes.

Soluções naturais

Você pode encontrar líquidos de controle de placa e tártaro feitos de ingredientes naturais e saudáveis, como vitamina B, suco de beterraba incolor, zinco e glicerina vegetal. Essas soluções sem cheiro e sem gosto são livres de conservantes e de álcool; você os mistura na água da tigela do seu cão para complementar a rotina de escovação. Aditivos naturais caseiros que podem refrescar o hálito incluem chá de salsa ou bochechos e chás de ervas feitos com erva-doce, gengibre, hortelã-pimenta e hortelã. Espremer limão ou misturar uma gota de óleo e menta ou hortelã na água do seu cão irá limpar sua boca e refrescar seu hálito.

Sempre consulte seu veterinário antes de iniciar qualquer tratamento.

DISPLASIA COXOFEMURAL

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A displasia coxo-femoral (ou “displasia da anca”)
Por SeaLords
Publicado: 06-09-07

O que é a displasia?
A displasia da anca é uma anomalia do desenvolvimento da articulação coxo-femoral (anca).

O que é a displasia?

A displasia da anca é uma anomalia do desenvolvimento da articulação coxo-femoral (anca). Está descrita em várias espécies, incluindo o gato e o Homem. Contrariamente ao que acontece neste último, nos cães a displasia não está presente ao nascimento, não sendo, pois, uma doença congénita. Todos os cães nascem com ancas normais, e as alterações surgem apenas no decurso do desenvolvimento do cachorro.

As anomalias no desenvolvimento da articulação conduzem ao desenvolvimento de artrite e, consequentemente, dor e, nos casos graves, total incapacidade.

Que raças são afectadas?

Todos os cães, independentemente da raça, podem ser afectados pela displasia da anca. No entanto, é muito mais frequente nos cães de raças médias a gigantes, com os seguintes traços morfológicos:

– conformação pesada, arredondada e compacta
– gordura sub-cutânea abundante
– músculos pouco proeminentes e pouco desenvolvidos (tendo como ponto de comparação o Greyhound, raça isenta de displasia)
– crescimento e maturação rápidos

Ocorre de igual modo nos dois sexos, embora os machos, por serem maiores e mais pesados, possam ser marginalmente mais afectados comparativamente às fêmeas.

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Anatomia da articulação

Bulldog comendo muito rápido? Como fazer ele comer mais devagar.

Alguns cães comem rápido demais, porém normalmente isso não significa fome, mas sim um comportamento obsessivo em torno da comida. Uma questão psicológica que o faz comer rápido demais, seja por instinto (para que um “concorrente” não pegue a comida dele) ou por ansiedade.

Comer muito rápido pode gerar vários problemas na saúde do cachorro, como:
– gases
– vômitos logo após comer
– má digestão

Felizmente, é possível contornar esse problema com várias técnicas e em geral é uma questão muito fácil de resolver. Seria interessante você olhar o artigo: Como dar comida pro seu cachorro.
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1. Evite ambientes conturbados

O que um cachorro precisa para ser feliz?

Muita gente pensa que para um cachorro ser feliz basta dar água, comida e um pouco de carinho. No entanto é um pouco mais do que isto!

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Casa, comida e roupa lavada? Definitivamente não. Isso só funciona na televisão e nos filmes. Ah, e para humanos, não animais. Se não fosse exagero, até diria que para eles é o contrário. Bem, nem tanto ao céu, nem à terra. O que eu quis dizer é que já vi muito “cachorro de madame” com uma casa maravilhosa, ração de qualidade, espaço e tudo o mais que, teoricamente, o cão precisaria para se contentar, e este cão parecer muito insatisfeito, é considerado apenas mais um enfeite de luxo na casa. Ao passo que dificilmente vemos um cachorro de um catador de papéis, ou mesmo morador de rua, triste. Eles andam sempre com seus donos, perambulando e com a cauda alta e feliz.

Ao perceber isso meu pensamento se transformou numa sucessão de perguntas, mas considerei a mais importante “o que NÓS precisamos para ser feliz?” Cada um de nós é um ser diferente, com necessidades diferentes. Algo que me deixa muito feliz pode ser totalmente indiferente para outra pessoa. Com os cães é quase a mesma coisa, mas sem dúvida, a única coisa que é igual em termos de felicidade para um cão é ter companhia. Ou seja, alguns gostam mais de petiscos, outros de brinquedos, outros de palmas, mas o que todos gostam com certeza é companhia. Claro que isso só não basta.

Resolvi colocar palavras importantes para o cão, para tentarmos colocar essas palavras na prática e não apenas na teoria. São necessidades, na sua maioria DIÁRIAS, do seu peludo.

Viajando com seu Bulldog.

Está acabando as férias, hora de retornar para casa, mas viajar pode ser um momento de grande stress, tanto para nós, como para nossos pets. Para tornar a viagem um pouco mais confortável para ambos devemos dar atenção à algumas dicas importantes.

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1. Durante a viagem, mantenha o seu pet seguro num transportador ou cinto de segurança e sempre bem ventilado. Estes existem em diversos formatos e em diversos tamanhos e materiais. Certifique-se que o transportador tem espaço para o pet ficar em pé, sentado, para se movimentar e ser capaz de se virar sem dificuldade. É muito importante que esse transportador seja previamente usado em casa, para que ele se sinta à vontade dentro dele.