Category Archives: Histórias Reais

“Te amo”

“Me chamo Laura David e sou mãe do Chico.”

1- Quando vc se apaixonou pelo Bulldog Inglês?

Eu sempre gostei dessa raça desde quando assistia Tom e Jerry e via o famoso bull, Spike! Me apaixonei mesmo quando meu irmão foi olhar a ninhada do Chico (nosso buldogue) e me enviou as fotos! Meu coração derreteu.

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2- Quando decidiu que queria ter um, quais foram os métodos de pesquisa sobre a raça e criadores, internet, amigos, etc…

Nunca foi planejado a compra de um, mas eu decidi que queria quando meu irmão me mandou as fotos do Chico e dos irmãozinhos! Amo cachorros e fiquei totalmente apaixonada! Na hora eu já quis.

3-Sem citar nomes, qual foi o método de escolha na hora de adquirir um filhote, atendimento do criador, padrão da raça, preço, indicações de onde comprar, etc…

Escolhemos nosso buldogue pela afinidade que os filhotes demonstraram conosco! O Chico foi o primeiro que veio até nós e fez várias gracinhas. O criador é um amigo da nossa prima, foi extremamente atencioso, cuidadoso com os filhotes e o mais importante, com os pais.

4- Com o filhote já em casa, quais foram suas maiores dificuldades quanto a raça e cuidados, mesmo que tenha adquirido o Buldogue já adulto.

O buldogue é muito teimoso (nenhuma novidade), e o mais difícil de controlar, desde filhote até hoje, eh o lugar de fazer xixi. Quando não estávamos e estamos perto, ele faz em qualquer lugar, principalmente no sofá e nas almofadas (lugares preferidos).

5- Você teria vontade de ter outro Bulldog? E voltaria a comprar de onde adquiriu seu primeiro?
Adotaria um bulldog já adulto, castrado e com idade avançada?

Tenho muita vontade de ter outro bull em minha vida! São muito companheiros, amáveis e fofos! Voltaria sim a comprar do mesmo criador e com toda certeza adotaria um, idoso, doente, ou de qualquer jeito. Sou fascinada em cachorros e tenho alguns adotados sob minha responsabilidade.

6- Quanto ao atendimento veterinário para o seu bulldog, teve alguma dificuldade em encontrar um especialista na raça ou teve que ir em vários?

 O Veterinario do meu bull não é especialista na raça, moro em uma cidade relativamente pequena, porém, sou muito bem amparada quando necessito, recebemos toda atenção e nunca tivemos um problema com relação a isso.

7- Seu bulldog já teve algum problema sério de saúde? Passou por algum procedimento cirúrgico e/ou está em algum tratamento diário, como, otite assaduras, dermatites.

O Chico é muito saudável, porém já teve dermatite 2 vezes e é bastante alérgico a produtos de higiene na hora de tomar banho.

8- Cite 5 qualidades e 5 defeitos, quando eu digo defeito me refiro a manias, teimosias, e coisas que vc não gosta na raça. 

Poderia citar milhares de qualidades do meu filho, mas citarei cinco: é carinhoso, fiel, atencioso, inteligentíssimo e protetor. Porém é muito teimoso, muitas vezes não nos respeita, é bagunceiro, acha que é um Chihuahua, come tudo que vê pela frente e está sempre soltando gases ou arrotando (meu porquinho preferido <3)

9- Se seu bulldog pudesse dizer uma única frase, qual seria ela?

A frase que meu bulldog falaria com certeza seria: Te amo
10- O que um bulldog precisa para ser feliz?

 Ele precisa pra ser feliz: atenção, carinho, e um lugar pra dormir

“Eu amo banana!”

“Me chamo Patrícia Tomás e sou mãe do Bartolomeu.”

1- Quando vc se apaixonou pelo Bulldog Inglês?
Eu me apaixonei na época do Tom e Jerry e cada vez que assistia a um filme ou vis a raça na TV eu morria de amores.

2- Quando decidiu que queria ter um, quais foram os métodos de pesquisa sobre a raça e criadores, internet, amigos, etc…
Por volta de 2004 comecei a ter acesso direto à internet e no Orkut fazia amizades com perfil de bull só para ficar namorando as fotos mas nunca pensei em comprar porque era muito caro. Mas em dezembro de 2005 Eu perdi minha cachorra de estimação e fiquei muito mal. Aí  meu marido resolveu me dar um bull, para ver se eu melhorava da tristeza de ter perdido minha companheira.

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3-Sem citar nomes, qual foi o método de escolha na hora de adquirir um filhote, atendimento do criador, padrão da raça, preço, indicações de onde comprar, etc…
Na época foi o preço. Eu não conhecia nada da raça, eu só lia que era um cão tranquilo e bonachão. Eu paguei a metade do preço de uma pessoa que tinha o casal mas não era canil.

4- Com o filhote já em casa, quais foram suas maiores dificuldades quanto a raça e cuidados, mesmo que tenha adquirido o Buldogue já adulto.
Eu vi que ele não era nada do que eu imaginava.
Era super elétrico, bruto, destruidor. E que não tolerava muitas atividades físicas e calor. Tive que me  adaptar a raça pois eles são diferentes dos outros cães em matéria de cuidados. Aprendi na marra a lidar com a raça mas consegui. Hoje tiro de letra…

5- Você teria vontade de ter outro Bulldog? E voltaria a comprar de onde adquiriu seu primeiro?
Adotaria um bulldog já adulto, castrado e com idade avançada?
Sim, tenho vontade de ter outro, uma fêmea. Voltaria a comprar da mesma pessoa sim, mas não sei onde moram e nem se ainda possuem bulls, na época em que eu comprei o meu eles disseram que não teriam mais filhotes, só aquela ninhada mesmo.
Isso foi em 2006. Adotaria um bull sim, velho ou novo e castrado seria até melhor mas não hoje, o meu bull já é idoso, vai fazer 11 anos e ne dá muitas despesas e trabalho. Tenho outros cães além dele então financeiramente fica complicado.

6- Quanto ao atendimento veterinário para o seu bulldog, teve alguma dificuldade em encontrar um especialista na raça ou teve que ir em vários?
Meu veterinário não é  especialista em bull. Sempre levei mais cães nele e levo meu bull tb. Não vi necessidade em procurar um especialista na raça ja que meu vet sempre acertou os diagnósticos.

7- Seu bulldog já teve algum problema sério de saúde? Passou por algum procedimento cirúrgico e/ou está em algum tratamento diário, como, otite assaduras, dermatites.
Meu bull já teve doença do carrapato, convulsões( sempre que ficava muito ansioso com alguém estranho ou com alguma coisa fora da rotina dele, ele teve umas 4 vezes. Quando percebi as causas comecei a ter uma super proteção com ele, não deixo ele chegar perto de estranhos e nem mexo na rotina dele). Já teve hemorroida( juro que não sabia que cães tinham isso), e gosta muito de lamber as patas o que dá pequenas dermatites mas que eu curo numa Boa. E teve gengivite.

8- Cite 5 qualidades e 5 defeitos, quando eu digo defeito me refiro a manias, teimosias, e coisas que vc não gosta na raça. 
Vou falar baseada no meu bull. É amigo, me deixa fazer o que eu quero com ele, é muito resistente a dor,  é bonachão e fiel.
Defeitos:  Destruidor (quando filhote), come muito rápido, teimosia,  muito estressado com ambientes diferentes, a intolerância ao calor é o pior defeito.

9- Se seu bulldog pudesse dizer uma única frase, qual seria ela?
Eu amo banana!

10- O que um bulldog precisa para ser feliz?
De um dono que o ame, respeite Deus limites e saiba lidar com a raça. Nos dias de hoje vejo muitos bulls morrendo por falta de conhecimento de Deus donos em saber como lidar com a raça…

 

“Mamãe quero brincar…”

Me chamo Erica Peixoto sou a mãe da Kiara.”

Responda com base em suas experiencias com seu Bulldog Ingles.

01-Quando você se apaixonou pelo Bulldog Ingles?

Comecei a pesquisar sobre a raça a algum tempo até como curiosidade, fui vendo vídeos de comportamentos, engraçados e fui e apaixonando.

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02-Quando decidiu que queria ter um, quais foram os métodos de pesquisa sobre a raça e criadores, internet, amigos, etc.

Pesquisei muito na internet e achei um canil de confiança.

03-Sem citar nomes, qual foi o método de escolha na hora de adquirir um filhote, atendimento do criador, padrao da raça, preço, indicaçoes de onde comprar, etc.

O canil que eu comprei a minha bebê, eu pesquisei muito, com outras pessoas, o atendimento também foi excelente, o dono do canil acompanha até hoje o desenvolvimento.

04-Com o filhote já em casa, quais foram suas maiores dificuldades quanto a raça e cuidados, mesmo que tenha adquirido o Bulldog já adulto.

Não tive dificuldades não, logo que ela chegou já me apaixonei. Ela aprendeu a fazer as necessidades no jornal rapidinho, tudo que ela faz me encanta.

05-Voce teria vontade de ter outro Bulldog? E voltaria a comprar de onde adquiriu seu primeiro? Adotaria um Bulldog já adulto, castrado e com idade avançada?

Eu teria sim vontade, mas se eu tivesse uma casa maior. Compraria sim do mesmo canil. E também adotaria um já adulto, pois me apaixonei pela raça.

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06-Quanto ao atendimento veterinário para o seu Bulldog, teve alguma dificuldade em encontrar um especialista na raça ou teve que ir em vários?

Não tive dificuldades não, o canil que eu comprei me indicou um veterinário ótimo especializado em bulldog, mas a minha Kiara não ne da muitos problemas não.

07-Seu Bulldog já teve algum problema sério de saúde? Passou por algum procedimento cirurgico e/ou esta em algum tratamento diario, como, otite, assaduras, dermatite.

Nunca me deu problema. Ela só tem olho de cereja, mas tenho muito medo dela operar.

08-Cite 5 qualidas e 5 defeitos, quando eu digo defeito me refiro as manias, teimosias, e coisas que vocë não gosta na raça.

Difícil amo tudo que ela faz até as teimosias. Mas vou tentar. 1- o jeito de andar e correr, 2- a cara de sofrida 3- o ronco, 4- a alegria dela quando eu chego em casa, 5- e aonde eu vou ela vai atrás. Defeitos só a teimosia mesmo, como ela e teimosa e tudo do jeito que ela quer.

09-Se seu Bulldog pudesse dizer uma única frase, qual seria ela?

Mamãequerobrincar.

10-Oque um Bulldog precisa para ser feliz?

Racao, água, um bom veterinário de vez em quando e o principal amor incondicional. Muita atenção, pelo menos a minha, ela e um pouco carente. Kkk

“Me de mais comida, por favor, qualquer uma!”

“Me chamo Mary Anne Senna sou a mãe do Xico.”

Responda com base em suas experiencias com seu Bulldog Ingles.

01-Quando você se apaixonou pelo Bulldog Ingles?

Quando fui conhecer e escolher um filhote para comprar já no criador o que nos escolheu (Xico) se aconchegou e dormiu na mão do meu esposo.

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02-Quando decidiu que queria ter um, quais foram os métodos de pesquisa sobre a raça e criadores, internet, amigos, etc.

A busca foi feita pela internet.

03-Sem citar nomes, qual foi o método de escolha na hora de adquirir um filhote, atendimento do criador, padrao da raça, preço, indicaçoes de onde comprar, etc.

Escolhemos um Padrão de raça.

04-Com o filhote já em casa, quais foram suas maiores dificuldades quanto a raça e cuidados, mesmo que tenha adquirido o Bulldog já adulto.

Cuidados com a pele muito propicia a dermatite.

05-Voce teria vontade de ter outro Bulldog? E voltaria a comprar de onde adquiriu seu primeiro? Adotaria um Bulldog já adulto, castrado e com idade avançada?

Sim. Adotaria um Bulldog se tivesse mais espaço mas pretendo ficar com um filhote do meu bulldog quando o mesmo cruzar.

06-Quanto ao atendimento veterinário para o seu Bulldog, teve alguma dificuldade em encontrar um especialista na raça ou teve que ir em vários?

O veterinário que levo foi uma indicação mas não é especialista da raça até porque meu Bulldog nunca precisou de nada específico apenas vacinas mas também desconheço um que seja especialista.

07-Seu Bulldog já teve algum problema sério de saúde? Passou por algum procedimento cirurgico e/ou esta em algum tratamento diario, como, otite, assaduras, dermatite.

Não para todas as perguntas.

08-Cite 5 qualidas e 5 defeitos, quando eu digo defeito me refiro as manias, teimosias, e coisas que vocë não gosta na raça.

Carinhoso
Companheiro
Ativo, adora correr
Muito inteligente
Esperto
 e 5 defeitos, quando eu digo defeito me refiro as manias, teimosias, e coisas que vocë não gosta na raça.
Teimoso
Guloso, sempre quer comer qualquer coisa
Pele sensível e propicia a dermatites
Mania de morder coisas e mãos

09-Se seu Bulldog pudesse dizer uma única frase, qual seria ela?

“Me de mais comida, por favor, qualquer uma!”

10-Oque um Bulldog precisa para ser feliz?

Que seja retribuído todo carinho que o ele nos dá.

“Fica mais comigo….”

“Me chamo Gisele Clara e tenho um Bulldogs, ele se chama Caleb”

Responda com base em suas experiencias com seu Bulldog Ingles.

01-Quando você se apaixonou pelo Bulldog Ingles?

Após ver as fotos nas redes sociais, eu seguia o face de vocês e sempre via as fotos e ficava apaixonada…. no ano de 2014.

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02-Quando decidiu que queria ter um, quais foram os métodos de pesquisa sobre a raça e criadores, internet, amigos, etc.

Criadores, intenet e veterinários.

03-Sem citar nomes, qual foi o método de escolha na hora de adquirir um filhote, atendimento do criador, padrao da raça, preço, indicaçoes de onde comprar, etc.

Na verdade escolhi o mais próximo da minha cidade, e que tinha responsabilidade e pedigre.

04-Com o filhote já em casa, quais foram suas maiores dificuldades quanto a raça e cuidados, mesmo que tenha adquirido o Bulldog já adulto.

Clima quente, ele não fazia as necessidades no lugar certo, e  no inicio sempre ia ao veterinário com diarreias.

05-Voce teria vontade de ter outro Bulldog? E voltaria a comprar de onde adquiriu seu primeiro? Adotaria um Bulldog já adulto, castrado e com idade avançada?

Com certeza! Para todas as perguntas.

06-Quanto ao atendimento veterinário para o seu Bulldog, teve alguma dificuldade em encontrar um especialista na raça ou teve que ir em vários?

Sim muito, aqui na minha cidade é o único bulldog que existe rsrsrs (Jales Interior do estado de S.P.) e até hoje tenho pouco de receio de acontecer algo sério com ele e ninguém saber resolver.

07-Seu Bulldog já teve algum problema sério de saúde? Passou por algum procedimento cirurgico e/ou esta em algum tratamento diario, como, otite, assaduras, dermatite.

Não, nenhum.

08-Cite 5 qualidas e 5 defeitos, quando eu digo defeito me refiro as manias, teimosias, e coisas que vocë não gosta na raça.

Qualidades: Carinhoso, companheiro, inteligente, dócil e bonito rsrsrs Coisas que não gosto: teimosia, a euforia, roer as coisas em casa, guloso e arteiro rsrsrs.

09-Se seu Bulldog pudesse dizer uma única frase, qual seria ela?

Fica mais comigo….

10-Oque um Bulldog precisa para ser feliz?

Companheirismo, atenção, levar pra passear.

“Quero Biscrock”

Olá pessoal, esta semana vamos publicar algumas entrevistas que fizemos com proprietários de Bulldogs seguidores da fanpage Bulldog Club.

E começamos com a Angelica.

Fred e Hulk

Fred e Hulk

“Me chamo Angélica Caminotto e tenho dois Bulldogs, pai e filho, o mais velho é o Fred, com 3 anos, e o mais novo é o Hulk, e tem 1ano.”

Responda com base em suas experiencias com seu Bulldog Ingles.

01-Quando você se apaixonou pelo Bulldog Ingles?

Eu sempre adorei a raça, mas só comprei depois que meu filho nasceu…

02-Quando decidiu que queria ter um, quais foram os métodos de pesquisa sobre a raça e criadores, internet, amigos, etc.

Pesquisei na internet sobre a raça, o comportamento, entre outras informações, porque na época eu morava em apartamento, e não queria um cãozinho que ficasse latindo sem parar…

03-Sem citar nomes, qual foi o método de escolha na hora de adquirir um filhote, atendimento do criador, padrao da raça, preço, indicaçoes de onde comprar, etc.

Por indicação de um amigo, procurei um criador que também é veterinário. Quando ele nos apresentou os filhotes, um único deles ficou seguindo meu filho todo o tempo, então acredito que ele nos escolheu como donos!

04-Com o filhote já em casa, quais foram suas maiores dificuldades quanto a raça e cuidados, mesmo que tenha adquirido o Bulldog já adulto.

Não tive dificuldades, meu bull é o sossego em “pessoa”

05-Voce teria vontade de ter outro Bulldog? E voltaria a comprar de onde adquiriu seu primeiro? Adotaria um Bulldog já adulto, castrado e com idade avançada?

Meu bull já cruzou, e fiquei cm um dos filhotes, então tenho dois, e por enquanto não penso em ter outro…

06-Quanto ao atendimento veterinário para o seu Bulldog, teve alguma dificuldade em encontrar um especialista na raça ou teve que ir em vários?

Não, pois o veterinário dos meus Bulls é o criador que me vendeu, e ele é especialista na raça.

07-Seu Bulldog já teve algum problema sério de saúde? Passou por algum procedimento cirurgico e/ou esta em algum tratamento diario, como, otite, assaduras, dermatite.

O mais velho teve problema na patela, mas não precisou de cirurgia, e o mais novo tem problema na parte muscular, porque foi brincar correndo em volta da mesa e escorregou, e acabou ficando com uma dor muscular na área do pescoço… Mas agora tá joia!

08-Cite 5 qualidas e 5 defeitos, quando eu digo defeito me refiro as manias, teimosias, e coisas que vocë não gosta na raça.

Qualidades: amoroso, tranquilo, meigo, adora meu filho, e em certos casos, obedienteDefeitos: sistemático, emburrado, um pouco teimoso, e acha que o macho da casa, solta uns punzinhos bem fedidos (kkk), e o meu mais novo tem mania de morder…

09-Se seu Bulldog pudesse dizer uma única frase, qual seria ela?

“Quero Biscrock”

10-Oque um Bulldog precisa para ser feliz?

Muito amor, muito carinho, sentir que faz parte da família mesmo!

A vinda do Porco para o Brasil

Porco é um bulldog inglês que foi abandonado em Aubrey, uma pequena cidade do Texas, nos Estados Unidos.

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Quando foi abandonado, Porco resolveu por conta própria arrumar um novo lar para morar, adentrando a casa de uma senhora que era cliente da clínica onde eu trabalhava como Médica Veterinária. Poucos meses antes, essa mesma senhora havia doado um bulldog inglês muito parecido com o Porco para a proprietária da clínica, também Veterinária, e ela chegou a acreditar que era seu cãozinho que havia voltado, mas na verdade eram cães distintos.

A princípio, Porco ficaria hospedado na clínica até encontrarmos seu dono ou uma nova família que o amasse e tivesse condições de arcar com os cuidados veterinários que a raça requer. Coube a mim cuidar dele pois quando foi encontrado ele já estava com alguns probleminhas de saúde.

Após duas semanas sem ninguém aparecer para resgata-lo, um casal de amigos, também brasileiros e que gostariam muito de ter um bulldog inglês, levaram o Porco para passar um final de semana com eles. Porém, como na época a filha deles tinha apenas um aninho, acharam que seria muito trabalhoso cuidar do cachorro e da filha, e então pediram pra eu levar o Porco de volta pra clínica.

Na ocasião, eu e meu marido ficamos com dó dessa situação e então resolvemos deixa-lo passar o resto do final de semana em casa, o que foi o suficiente pra ficarmos apaixonados por ele. Mas, como nós voltaríamos para o Brasil naquele ano, não podíamos nem cogitar em adotá-lo.

Para que ele não ficasse preso o dia todo até ser adotado, resolvi então leva-lo todos os dias para dormir em casa, o que foi nos deixando cada vez mais apaixonados.

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Começamos então a nos empenhar na procura de companhias aéreas que transportassem animais e encontramos várias, porém, havia um problema: nenhuma transportava raças de cães braquicefálicos (com focinho achatado) e o Bulldog inglês está entre elas. Foram vários dias de pesquisas de companhias que me levaram da esperança à decepção!

Enquanto isso nos apegávamos cada dia mais a ele.

Já havia perdido as esperanças, até que um dia resolvi fazer uma nova pesquisa no google, o que me levou à página da companhia aérea Copa Airlines. Essa companhia aérea trabalhava também com aviões cargo, que possuem compartimentos com temperaturas adequadas para os animais e sim, eles fazem o transporte de bulldog inglês.

A partir desse momento nossas esperanças se renovaram e começamos a programar nossa viagem de volta ao Brasil. Foi ai que nos deparamos com um novo problema pois os voos da Copa Airlines saiam de Miami ou Orlando, e como estávamos de mudança para o Brasil, com muita bagagem, não teria como irmos até outro estado com toda nossa mudança.

Decidimos então mandar o Porco para o Brasil dois meses antes do nosso retorno, pois nossa família estava indo nos visitar e o retorno deles para o Brasil sairia de Orlando.

Para transportar o Porco do Texas para Orlando precisamos contratar uma companhia de transporte de animais via terrestre e o Porco ficou na casa de uma adolescente que hospeda animais (Hotel para cães) por alguns dias. Na primeira ida ao aeroporto achamos que tudo havia ido por água a baixo pois o funcionário da companhia disse que a data que havíamos marcado a viagem dele não seria possível, pois naquele dia não havia um voo que fosse até São Paulo e que tínhamos que marcar uma data que tivesse voo de Orlando para o Panamá com escala de menos de uma hora do Panamá para São Paulo.

Essa informação não havia sido passada para a gente antes, o que nos deixou muito preocupados e quase decidimos mandar o Porco de volta ao Texas.  Pensamos muito e decidimos seguir com a viagem, mas ficamos muito aflitos com essa escala no Panamá, pois tínhamos muito medo de não trocarem o Porco de aeronave.

Embarcamos o Porco e graças a Deus ocorreu tudo bem na viagem, que demorou umas 10 horas. Chegando no Brasil, meu sogro, que foi quem foi busca-lo, enfrentou alguns problemas para retirá-lo na polícia federal e ele foi liberado somente doze horas depois que já estava em solo brasileiro! Ficou sem comer, beber água e sem fazer suas necessidades fisiológicas em um total de vinte e seis horas, devido às burocracias de nosso País.

Hoje, somos muito gratos por ter conseguido traze-lo conosco e tenho certeza que ele também é.

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Matéria retirada do site WoufStories

MEU BULLDOG É UM HERÓI DE VERDADE!!!!

“Hoje venho aqui no grupo falar do meu filho Baruc Moraes, e falar para vcs que o Baruc sempre foi meu BullAmérica e hj ele foi um herói de verdade. Sim um verdadeiro herói e graças a ele vamos poder ter muitos momentos iguais a esse dessas fotos com sua vovis e eu vou poder ter minha mãe comigo.

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A TV aparecem muitos cães que salvaram de alguma maneira seus donos e essa madrugada do dia 10 por volta das 5h20 ele salvou a vida da minha mãe. Estavamos todos dormindo, como muitas pessoas sabem coloco meu colchão na sala com.a cama do Baruc do lado para ficar bem pertinho dele e ele claro acaba deitando comigo. Minha mãe dorme no quarto e eu acordei com o Baruc latindo alto e agitado, acordei assustada e falei o que foi calma não tá acontecendo nada, levai e ascendi a luz para ele ver que não tinha nada e fui ao banheiro foi qdo minha mãe começou a fazer um barulho estranho e ele foi correndo p o quarto e sentou do lado da cama latindo e olhando pro banheiro, sai correndo e vi que minha mãe não estava normal, qdo cheguei ao lado da cama e a virei ela estava tendo uma convulsão e estava roxa e engasgando eu entrei em pânico fiz os procedimentos de virar ela de lado em fim e o Baruc com as patas na cama como se estivesse preocupado mas ao mesmo tempo me dando aquela força.

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Qdo vi que consegui que a cor dela estava normal liguei para o Samu e ela continuava com dificuldades para respirar e ele sentado ao lado da cama cuidando dela. O Samu demorou um pouco e qdo chegou prendi o Baruc pq ele estava agitado. Eles fizeram todo procedimento é ela já estava normal. Fomos para o hospital e chegamos em casa mais de 21h30 qdo teve alta. Ela está bem com dores nas costas mas foi devido o ocorrido. O médico falou que ela estava roxa pq estava faltando oxigênio estava engasgando com a própria saliva. Ela nunca teve isso agora vou procurar um neuro para fazer uma investigação e ver o pq aconteceu isso ou se foi um fato isolado eu perguntei para o médico se eu não tivesse acordado ela correria risco de morrer ele disse sim a sua sorte e dela que o seu cachorro te acordou e a tempo. Então vim aqui compartilhar com vcs essa experiência que tive e agradecer a Deus primeiramente e ao Baruc por ter minha mãe ao meu lado. BARUC MEU FILHO AMADO E NOSSO HERÓI OBRIGADA MEU AMOR. Desculpem os erros mas estou emocionada e ainda um pouco nervosa com tudo.”

Escrito por Robertha Moraes no grupo Bulldogada São Paulo.

A História de Sofia (Panvel)

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Se você se chama Sofia, ou tem alguém querido com esse nome, por favor, não fique chateado comigo, mas a Sofia em questão aqui é uma cachorrinha que mora no pátio lá de casa. Sofia é uma mistura de alguma coisa com coisa nenhuma.

Quando ela chegou, bem pequena, ela parecia uma bolinha de tênis amarelinha assim, felpudinha, e foi trazida pra fazer companhia pra Brigitte. A Brigitte, uma outra vira-lata que por sua vez, havia sido recolhida a mais tempo da rua. Muito doente, raquítica, a cachorra mais magrinha que eu já vi. Devo dizer que apesar dos nomes de artistas de cinema nos dois casos, isso só foi coincidência. Mas eu tenho certeza que a Brigitte Bardot dá do seu interesse pelos animais e até fica feliz de ter uma chará como a Brigitte, uma cadelinha que sabe ficar na dela como ninguém, ela se quer late pra não incomodar o dono. Mas eu contava da Sofia.

Cadelinha acostumada a fagos diários, ela, até onde eu sei, é o único cachorro que ronrona feito um gato. Basta dar-lhe uma coçadinha na barriga, pode ser com o pé mesmo que ela não é exigente. Ultimamente, porém, ela tem andado triste. Muito triste, aliás. É que há alguns meses nasceu a minha filha, e a Sofia, eu confesso, ela foi deixada um pouquinho de lado. A Brigitte não se importa muito não, ela se acha no lucro. Casinha, ração, água, um ossinho do churrasco e passarinho pra correr atrás.

E tudo isso vem com um bônus extra, uma vez que a vida dela esteve por um fio. Mas a Sofia… Nesse último fim de semana, ela apresentou um olhar cabisbaixo, orelhas no chão, coisa de cortar a alma. Lembrei de um livro que li quando criança, “Coração de Vidro”, de José Mauro de Vasconcelos. Nele os bichos sofriam com a indiferença ou a maldade dos donos. Eu recordo bem esse sofrimento que senti, e também de algo que me intrigou.

“O coração de vidro do título era a respeito dos bichos, e representava como esse coração era frágil, quebrável? Ou era a respeito de nós, humanos, de como podemos ficar impermeáveis a certas emoções?” Olhei pro lado, no chão, e a minha filha de nove meses se divertia colocando a mão na boca da Sofia, puxando-lhe as orelhas, apertando-lhe o nariz… E a Sofia nem pensava em uma pequena vingança, num arranhãozinho, uma mordidinha, quem sabe. Apenas olhava pra mim. Não era um olhar ressentido, muito menos desafiador, era apenas um olhar de saudade.

13 Coisas que Aprendi sendo Mãe de Bulldog – Por Fernanda Lyra

Escrito por Fernanda Cecília

Chico - Priscila Fantin

Chico – Priscila Fantin

Amo ser mãe do Babaganoush, o melhor filho do mundo! Amo sentir meu amor de mãe crescer, evoluir e se multiplicar. E amo aprender com meu filho… e eu já aprendi muita coisa. Antes de fazer parte da Bulldogada Carioca (grupo de pais e mães de bulldogs) eu achava que várias das manias do Baba eram próprias dele. Contudo, após o convívio com outros buldogues, aprendi que muitas idiossincrasias dele são, na verdade, próprias da raça bulldog inglês. Queria dividir algumas delas com vocês.

  1. Eles praticam “Doga” (Yoga + Dog)

Se você acaba de receber seu filho adotivo na sua casa, se prepare. Já já ele irá praticar “downward facing dog,” estilo buldogue inglês. Patas fronteiras esparramadas no chão e patas traseiras esticadas, derrière nas alturas. Às vezes eles começam a se espreguiçar, com a intenção de deitar no chão e param na metade do processo, fecham os olhinhos e dormem naquela posição mesmo.