Category Archives: Flagrantes da vida real.

Surpresa ao receber a conta de luz.

Prop - Bruttus Tattuador

Prop – Bruttus Tattuador

Quem nunca levou um susto quando viu a conta de luz. ..

Prop – Bruttus Tattuador

NOSSO GUERREIRO HÉRCULES

Hércules na Bullnina

Hércules na Bullnina

Era junho de 2013 e, apesar de termos acabado de nos mudar e estarmos mobiliando o novo apartamento, eu e meu marido decidimos que era hora de termos um “filho de 4 patas”. Como eu já tinha tido uma bulldog (na verdade ainda tenho, mas minha mãe seqüestrou! Rs!) e amava profundamente o comportamento da raça, a escolha foi fácil pra mim. Meu marido continuava apaixonado por rottweiler pois, até então era a única raça que ele conhecia de perto, mas com jeitinho convenci ele de termos um bulldog. Como minha Nina (a bull que minha mãe seqüestrou) tinha sido comprada no Mercado Livre há quase 10 anos atrás (e ela continua linda e cheia de vida) resolvi seguir o mesmo caminho, afinal não tinha tido qualquer tipo de problema. Qual não foi minha desagradável surpresa ao perceber que tinha sido vítima de um golpe: paguei R$ 1.200,00 por um filhote que nunca apareceu! Mais do que o dinheiro, meu coração se despedaçou em milhares de pedacinhos. Lembro-me bem de chorar copiosamente nos braços do meu marido. Era um sonho que se desmanchava diante de nossos olhos e nada podíamos fazer. Nem preciso dizer que o “falso criador”desapareceu, né?
Navegando pela internet dias depois, encontrei o telefone da Lucia Vilella que é criadora de bulls aqui no Rio de Janeiro. Entrei em contato com ela na esperança de conseguir nosso filhinho, mas ela não tinha nem previsão de ninhada. Contei com tristeza minha história e foi uma imensa alegria quando ela falou que achava que podia me ajudar. Não me lembro ao certo se foi no mesmo dia, mas ela me ligou e disse mais ou menos assim: “- Elisa, tenho uma amiga chamada Simone que é criadora no Sul e ela tem um filhote de bull que acho que vc vai adorar!”. Entrei em contato com a Simone e ela me mandou uma foto do Hércules: foi amor a primeira vista! Não me interessava nem o pedigree naquele momento: eu simplesmente precisava ter aquela fofura dentro de casa! Diga-se de passagem eu nem entendia muito de pedigree até o Hércules chegar, mas isso é uma ooooutra história. Rs!
A Simone, do Poyol Bulldogs, foi de uma gentileza sem fim! Ao saber da minha história e que eu já tinha gastado mais de R$ 1.000,00 com um filhote que nunca existiu, parcelou o valor para que eu pudesse realizar meu sonho. Ansiosa que sou, enviei os cheques no dia seguinte!
Chegou o dia do Hércules sair do Sul e vir parar no Rio de Janeiro. Eu e meu marido saímos mais cedo de casa, passamos em uma casa de ração e compramos todos os mimos possíveis e imagináveis para nosso pequeno Tony Stark (esse era o nome que tínhamos escolhido, visto que Hércules foi o nome que ele recebeu no nascimento lá no Sul). Fomos para o terminal de cargas do aeroporto pegar nosso “filho de 4 patas”. Nossa! Como as horas passavam devagar! Eu ficava conversando com a Duda Volpatto pelo Facebook na maior ansiedade do universo! Eis que chega uma caixa enooooorme de transporte animal e chamam meu nome! Corri e, ao abrir a portinha, vi um serzinho DORMINDO (isso mesmo! Dormindo! Rs!) no final da caixa! Quase que entrei lá dentro pra tirar ele! Mas quando chegou aos nossos braços, com aquela cara linda e amassada, o ronquinho característico e aquelas patas enooormes, nós não tivemos dúvida: ele iria mesmo continuar se chamando Hércules! Era perfeito!
Hoje ele já está com 1 ano e meio e continua nos surpreendendo todos os dias! É claro que ele “redecorou” nosso apartamento, roeu os pés da nossa mesa de jantar novinha, destruiu alguns jogos de videogame, rasgou o sofá, detonou paredes, estragou tomadas de ventiladores, roncou até quase nos expulsar do quarto e soltou puns de efeito nuclear, mas TUDO valeu a pena! A alegria que nosso Hércules nos dá todos os dias não tem preço. Ver essa cara amassada e bonachona nos enche de felicidade. Mesmo quando arranha nossas pernas com toda a carência característica dos bulldogs, nós não conseguimos mais imaginar nossas vidas sem ele. Tenho certeza que Deus colocou o dedinho Dele na nossa história, mesmo com o susto do golpe no início, pois no final de tudo, não recebemos um cachorro: viramos pais de um anjo!

Beijocas mil!

Elisa Andrade

Bulldogs Antes e Depois

Bulldogs são fofos e lindos desde filhotes, confira o Antes e Depois .

Bulldogueiros que tenham montagens de seus Bulldogs podem enviar para a Fanpage Bulldog Club.

 

Para mais imagens Clique Aqui!

Greg Prop - Celia Oliveira

Greg
Prop – Celia Oliveira

Hercules Prop - Elisa Andrade

Hercules
Prop – Elisa Andrade

Hulk Prop - Stelamaris BN

Hulk
Prop – Stelamaris BN

Muffin Prop - Mah Schier

Muffin
Prop – Mah Schier

 

Bullbeijos!

Alfredo, o cão turista!

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Já se passaram quase 3 anos que decidimos mudar para a Índia e trazer nosso inseparável bull o Alfredo. Hoje ele está com 5 anos e 6 meses. Na época recebemos ajuda do Gilberto do Bulblogingles, que foi muito compreensivo e nos deu dicas primordiais sobre a viagem tão longa que Alfredo deveria fazer. Foram quase 34 horas porta a porta e ele chegou aqui melhor do que nós. Me lembro que dormiu por um dia inteiro e nós somente nos recuperamos depois de 15 dias devido ao fuso horário. No segundo dia estava pronto para descobrir cada centímetro desse país tão diferente do nosso lado ocidental. Graças a Deus ele está bem e faz algumas amizades por aqui com alguns poucos bulls. É uma raça não muito conhecida na Índia. Alfredo foi para nós um herói e sentimos muito orgulho dele…não é qualquer um que faz uma viagem tão longa. Simplesmente acreditamos que era possível trazê-lo e o amor falou mais alto. Por isso sugerimos a quem está prestes a fazer uma viagem internacional de planejar com muita antecedência, preparar seu bull juntamente com o auxílio de seu veterinário para a grande aventura, contratar uma empresa séria para providenciar a documentação necessária e principalmente escolher uma companhia aérea que possua ótimas referências e condições para levar seu bull. 
Abçs a todos do blog.
Alfredo e Silvia.

El Bullí

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Descobri o blog num momento muito triste e devo dizer que ler as outras histórias de amor com buldogs como a minha me fizeram um imenso bem.

E é por essa razão que resolvi escrever a minha e enviar para vocês.

Em outubro de 2003 eu fui até o canil para buscar o El Bullí , o meu babybull que veio para a minha casa com apenas 45 dias. Menos de um ano depois o meu marido decidiu voltar para a França.
Fiquei desesperada quando me vi diante da montanha de exigências burocráticas et sanitárias da Comunidade Europeia para permitir a entrada de um animal proveniente du “Tiers Monde” (em 2003/2004) o Ministério da Agricultura da França ainda se referia assim ao Brasil.

Além do implante do microchip era necessário uma sorologia para a vacina de raiva que demorava 3 meses para ficar pronta !!!
Enfim , deu tudo certo … Viajei em setembro de 2004 deixando o Bullí com o criador que se encarregou de fazer o embarque dele para mim logo que os papéis estivessem prontos.
Et assim foi , ele chegou em terras europeias em plena forma e ficamos por lá durante 7 anos onde ele aproveitou toda a mordomia que os cães podem usufruir na Europa, brincou muito na neve , se aventurou no mar Mediterrâneo e dava longas caminhadas . Uma das estações preferidas dele era o outono , adorava se jogar naquelas montanhas de folhas caídas das árvores.
Nunca precisei deixa-lo para viajar pois todos os hotéis aceitavam a presença de animais. Eu só não o trazia comigo nas minhas férias ao Rio pois seria complicado leva-lo de volta e eu tinha muito medo.
De qualquer forma o meu marido sempre ficava por lá com ele !!!
No final de 2011 voltamos para o Brasil e ele se adaptou bem , estava sempre feliz ; era um bulldog muito alegre et ativo !!!
Em 2012 ele começou a mancar e depois de vários exames e radiografias tivemos o diagnóstico de “jogador de futebol” : rompimento do ligamento dos DOIS joelhos !!! Ele foi operado , resistiu bravamente à anestesia , colocou um sistema de “cage” nos joelhos que lhe permitiu voltar a andar.
Só depois da cirurgia é que começaram os problemas de pele e outras questões de saúde que foram tratadas e o Bullí seguia firme no seu caminho de grande companheiro.
No domingo , 08/12 ele começou a mancar da pata dianteira direita , quase não conseguia andar. Na segunda pela manhã a veterinária esteve aqui , constatou que estava muito inchado ; medicou com Tramal et Novalgina (a mesma medicação do pós-operatório) e marquei uma consulta com o vet. ortopedista que o havia operado apenas para a sexta seguinte pois ele estava muito ocupado.
Na terça a veterinária voltou aqui em casa para vê-lo , ele comeu bem , tomou o anti-inflamatório Carproflan e estávamos bem otimistas de que tudo seria resolvido.
Na noite de 10 para 11 ele começou a uivar como se estivesse tendo um pesadelo , como ele dormia no meu quarto me levantei para vê-lo … Achei que era dor (embora o maior sintoma de dor que ele manifestasse era ficar muito ofegante) , olhei para o relógio , eram 06:00 hs. e eu só poderia medicá-lo por volta das 07:30 hs.
Esperei sentada no chão ao lado da cama dele com a sua cabeça apoiada na minha perna ; no horário previsto eu dei o Tramal , notei que a língua dele estava um pouco estranha ao receber o medicamento mas não dei grande importância ao fato.
Pouco depois ele se acalmou , eu voltei a dormir pois estava muito cansada !!!
Quando acordei (por volta das 09:00) notei que a caminha dele estava molhada , fui puxar o lençolzinho et vi que ele não se mexia mais !!!
Novamente a veterinária veio correndo mas só confirmou o que eu já havia percebido , El Bullí estava morto !!! Decidi não fazer necropsia , apenas providenciei para que ele fosse cremado e hoje só tenho comigo uma caixinha com as cinzas daquele que foi o meu maior companheiro durante 10 anos.
Pedi mil explicações para a veterinária , para o criador , a resposta unânime é sempre : ele já era um bulldog idoso e provavelmente teve um acidente vascular pois sabíamos que o coração ainda estava forte. Ele fazia exames periódicos et não era um bulldog obeso ou cardiopata.
Já tem 11 dias que ele morreu e eu não consigo uma forma de alívio ou conforto !!! Tenho pensado em ter outro bulldog mas ainda não tenho coragem … Sei que um cachorro NUNCA substitui aquele que perdemos mas não quero que todo o amor que senti pelo Bullí se transforme numa sensação mórbida.
Eu queria falar com alguém que também tem bulldog , ouvir a opinião de vocês ; enfim algum conforto ou explicação … Vi que o blog tem uma veterinária consultora. Ela poderia me dizer alguma coisa ???
bien cordialement
De Bellissen-Benac  Thaïs

A história do Bandit

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A história do Bandit começou no dia 10/02/2011, quando nasceu nosso gordinho…
Compramos ele no UbberBull Kennel em Curitiba-PR, e fomos buscá-lo 1 mês antes de casarmos, em abril de 2011. Depois disso, alem das mudanças comuns de um casamento, tivemos que nos adequar a companhia do gordinho.
Ele veio pra nos trazer alegria, com certeza. E nós mimamos nosso bebê o quanto podemos… Além disso, no final de 2011, ele ganhou um amigo: o Chan, da raça Pug e da mesma idade que o Bandit. O Chan veio passar uns dias na nossa casa e como no apartamento em que morava ele ficava muito sozinho, a adaptação dele com o Bandit foi ótima, uma alegria só. Desde então, só dormem agarrados e não ficam um longe do outro.
Em 2012, o Bandit fez a cirurgia do Cherry Eye e apresentava com frequência algumas dermatites. Mas sempre tratamos e cuidamos com muito amor.
O Bandit é genioso, teimoso e por isso se torna engraçado. Se contrariamos a sua vontade, fica “de mal” um tempo em sua cama. Adora jogar bola, adora andar de carro, adora ir a feira de domingo, adora passear, é super fiel ao seu dono, faz xixi onde da vontade, ronca muito, é babão e sempre implica com algum objeto (passa horas latindo para uma vassoura encostada na parede). Como não temos filhos ainda, fica super feliz quando encontra alguma criança que lhe dê carinho e atenção. E, claro, não pode perder o Chan de vista.
> Não conseguimos imaginar nossas vidas sem eles!
> Daniel e Juliane.

Tudo começou com o amor pela raça…

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Tudo começou com o amor pela raça, quando eu e meu namorado decidimos ter um bull, ficamos numa busca intensa que durou uma semana até nós encontrarmos ele, o Alfredo. Quando vi aquela coisa mais fofa, por uma foto, não pude resistir, era nosso. Nunca senti tanta ansiedade na vida, queria logo meu bebê, buscamos ele com apenas 45 dias de vida, era uma coisinha de “nada”.

Pronto, depois disso minha vida mudou, era um amor indescritível, deixaria de fazer qualquer coisa para cuidar bem do meu Alfredo, me tornei mais responsável e consciente. O Alfredo fez uma mudança enorme na minha vida, passei a entender aquele amor incondicional de mãe, que chora quando o filho está doente, que é coruja e preocupada, passei a ouvir que fiquei neura e louca, mas só quem tem um bull sabe como é.

Com todo aquele amor que eu sentia, acabei deixando de gostar muito dos animais para ama-los com todo a força. Me tornei vegetariana, hoje ajudo animais abandonados, e quero poder adotar irmãozinhos para o Alfredo, rs.

Tudo isso devo a ele, que está sempre ali para me receber rebolando, que não aceita que a mamãe fale com outras pessoas do jeito que fala com ele, que eu sei o que ele quer só pelo jeito que ele me olha. Isso não tem preço! Te amo meu filho <3

Princesa do Japão!

Olá amigos do bulldogingles.com.br, gostaria de contar uma breve história sobre minha grande paixão, Bulldogs!
Desde criança sempre sonhei ter um bull, porém quando era criança, adolecente, meus pais nunca deixaram.
Um certo dia minha mulher que nunca gostou de bulls vira e fala: Vamos ver filhote de bull hoje? Se tiver uma femea, compramos! E la vamos nós!! Hehe…. Chegando na feira de cachorros, me deparei com 6 filhotes, todas femeas, branquinhas, excerto por uma marrom com a cabeça branca… Sempre tive o sonho de ter uma toda branquinha, mas aquela marrom com branco mexeu comigo. Minha mulher queria uma toda branca, mas logo convenci a pegar a minha paixão a primeira vista! Passando 5 minutos depois passou um criador querendo a minha de qualquer jeito, até cobrindo minha oferta! Mesmo assim não aceitei, e acabei levando…. Tenho certeza que foi coisa de Deus. Meses depois ela teve piometra, com isso se fosse desse criador, ela já seria descartada, na minha casa ela foi cuidada, e mais amada!

Essa é minha linda família! Hoje a Hime (princesa em japones) possui 4 anos de muita felicidade!!

Elbert Kenji Maeda

Um bulldog bebê e fiquei apaixonada…

Olá, bom dia, gostaria de ganhar o adesivo, por isso vou contar minha história de amor com a Lua!

Vi um vídeo na internet de um bulldog bebê e fiquei apaixonada, desde então comecei a querer um filhotinho, falei com meu marido, vimos os preços, fizemos as contas.

Fiquei decepcionada pois aqui em Bauru, onde moro, não achei nenhum, tentei nas cidades próximas mas o preço estava exorbitante… fiquei muito triste e quase, quase desisti.

Um belo dia entrei no face e vi uma postagem de agradecimento de um rapaz pela cesária da buldogue, que os filhotes estavam lindos e saudáveis, pensei, opa!!!!!

Imediatamente entrei em contato com ele, combinamos tudo e dentro de 45 dias eu poderia buscar a minha menina.

Esperei ansiosa, contei nos dedos, e no dia marcado fui para Ribeirão Preto…

Quando eu vi a minha pequena, gordinha, se rebolando toda pra mim, eu só pude beijar muitoooooo, foi uma das melhores coisas que eu já senti!

Ela dormiu a viagem toda e quando chegou em casa, correu pelo quintal, cheirou tudo e fez uma festa.

Desde então, nossa vida em casa é uma festa, ela é arteira, adora visitas e as crianças da vizinhança chegam a pedir para brincar com ela.

Dorme dentro de casa, é cheia de mimos, tanto que quando eu saio, ela fica vai para casa da vó rsrs

Enfim, já não sei mais viver sem ela!!!!!!

Obrigada!!! Espero meu adesivo!!!!!

Fabiana Ximenez Scarparo

Bulldog Inglês, uma paixão pra toda vida…

Sempre tive cães quando criança, onde meu sonho profissional era ser veterinária para, além de gostar, poder cuidar dos animais. Mas a gente cresce, a vida muda, os projetos profissionais se transforam, a gente troca a casa pelo apartamento e alguns hábitos da infância vão se perdendo.

Em 2005, cursando a faculdade de administração (sim, administração e não veterinária..hehe!), peguei carona com um colega até um shopping para fazer uma compra rápida, eis que, quando entro no shopping dou de cara com um bulldog fêmea sentada na gaiola de uma pet shop, com aquela cara mais linda do mundo que só um bulldog é capaz de ter. Brincando com uma bolinha ela me olhou pelo vidro e me ofereceu a bola…pronto! Amor à primeira vista!

Cheguei em casa e pesquisei todos os sites possíveis e imagináveis atrás de informações sobre a raça, tinha consciência que comprar um bull de uma pet shop era arriscado, mas meu coração já tinha dona. Voltei ao shopping todos os dias daquela semana e, ela continuava lá…linda e parecia me esperar, saber o horário que eu chegava, até o dia que a vendedora me olhou, lá na loja pela 10º vez na semana e disse: “tu quer pegar ela um poquinho?” Peguei, amei e nunca mais larguei. Negociei a compra imediatamente. No dia seguinte voltei à loja com todas as minhas economias e ela estava lá me esperando, balançando o rabinho cotoco e com um laço rosa enorme na cabeça. E assim, a 9 anos a Mel chegou, trazendo uma felicidade infinita pra minha vida. Por causa dela criei grandes amizades, conheci pessoas fantásticas, aprendi sobre a raça e suas peculiaridades e mais do que isso, me tornei “mãe” de uma grande família que mefaz muito feliz, sim, porque depois da Mel veio o Ruffus (meu neto), o Khallyd (uma grata adoção) – um cão com um temperamento fantástico, amigo e, no ano passado realizei o sonho de ter um bull de um criador que admiro demais e acompanho há muito tempo…a Olívia veio completar minha vida, minha família, meu coração e me trazer muitas risadas com seu jeito alegre de ser.

E para finalizar minha história, cito a tão conhecida frase que melhor não pode definir um dono de bulldog: “Uma vida nunca será plena se não se teve um bulldog”.

Grande abraço!

Gabriela Lírio