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13ª Nacional, conheça os vencedores da maior e mais importante exposição da Raça Bulldog no Brasi!

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Realizada no município de Hortolândia/SP, a 13ª Nacional Abrabull teve 4 (quatro) exposições especializadas da raça bulldog julgadas por juízes que também são criadores, sendo dois americanos, uma inglesa e um brasileiro. Confira os vencedores da 13ª Nacional Abrabull julgada pela Sra. Elizabeth Hugo Milan (EUA), uma das maiores autoridades sobre o padrão da raça no mundo.

BISS – Gongarbulls Pompidou (Prop.: Gilberto Medeiros – Canil Reserva do Rei)

BOSS – Newrocker Hilary (Prop. Alexandre Ferroni Newrocker Bulldogs)

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19ª Copa Paulista, mais um SHOW da Abrabull!!!

Num evento que reuniu amantes e criadores da nossa querida raça Bulldog, em clima de muita alegria e confraternização, a Abrabull, com o patrocínio da Premier e apoio do KCSP, promoveu a 19ª Copa Paulista, mais uma grande exposição especializada, desta vez sob o julgamento do criador Steven Davison (Canil Brampton-UK). Em clima de pré Nacional, que será realizada em junho no mesmo local (Itapecerica da Serra-SP), tivemos 36 bulldogs em pista com elevada qualidade, tornando disputadas todas as classes. O BIS foi conquistado pela fêmea jovem Cherokee Legend Ursula (proprietários Gláucia Franco e Wesley Cavalcante – Canil Heralds Of The King) e o BOS foi dado ao Macho, também Jovem, Reserva do Rei The Dot Racer (proprietários Raquel Didonet e Gilberto Medeiros – Canil Reserva do Rei). Nos vemos em BREVE, até a 12ª Nacional Abrabull!

Cherokee Legend Ursula - BIS

Reserva do Rei The Dot Racer - BOS

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Saber para opinar…

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Nota de Esclarecimento: O artigo em questão não é destinado àqueles que, de maneira determinada, vislumbraram uma oportunidade de negócio em detrimento ao padrão e, por conseqüência, a própria raça Bulldog. Então, caso você se enquadre nessa categoria, não perca tempo lendo as próximas linhas.

Por ignorarem o assunto, muitos desavisados comemoram toda vez que uma foto de um Bulldog de “pelagem rara” é publicada nas redes sociais.

Logo está formado um grande rebanho internético ovacionando o ser incomum…

A primeira reflexão a fazer é que o termo raça, tal qual aplicamos em nossa cinofilia, só existe graças ao seu respectivo padrão racial, simples assim! Por sua vez, o standard racial não é obra de extra-terrestres ou de algum ditador apaixonado por cães…

Ele tem uma história que começa com a gênesis da raça, sua funcionalidade, sua adaptação aos dias atuais e, principalmente, sua preservação.

No caso do Bulldog, muito mais realçada essa ultima função do padrão já que suas últimas atualizações foram motivadas, exclusivamente, pelo quesito saúde!

Sobre a história e o surgimento da raça, vale lembrar que a pelagem na cor preta, merle e outras aventuras comerciais, jamais estiverem presentes nos cães e nas “raças” formadores do que hoje denominamos Bulldog. Em outras palavras, o aparecimento de cães com essas pelagens são o resultado de verdadeiras exceções, por genes recessivos e que por isso mesmo podem trazer consigo problemas de saúde que não são comuns à raça ou aos cães de um modo geral.

Posicionando-se sobre o tema, cabe transcrever recente parecer do The Kennel Club, órgão máximo e o exclusivo responsável pelo padrão da raça:

“O Kennel Club não aceita o registro, incluindo cães importados, de qualquer Bulldog merle. Merle padronização – manchas de cor mais clara que aparecem no revestimento – é o resultado do gene M no cão . Existem dois alelos deste gene: M (revestimento) e m ( não- tri), com Merle ( M ), sendo dominante a não Merle ( m ). Em algumas raças, o efeito do alelo Merle ( M ) é denominado “dap” . Infelizmente , os efeitos do alelo Merle ( M ) não se limitam a perda auditiva e da visão associado com ele, em especial em cães que são homozigóticas para M ( cães que transportam duas cópias do alelo M). Como a cor merle não é uma cor natural nesta raça, e tendo em vista os problemas de saúde relacionados com o gene merle, o Kennel Club não aceitará o registro de qualquer filhote de Bulldog na cor Merle”

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Como se não bastasse, todos aqueles que querem transformar um acidente genético em uma variedade racial, por óbvio, estão preocupados em atingir um único e exclusivo objeto: produzir cães com pelagem “rara”!

Nesse caso o que aconteceria com todas as outras preocupações que deveriam nortear um cruzamento responsável? Em breve, associado à pelagem, teremos pessoas preocupados em cruzar cães para produzir exemplares com olhos em cores também “raras” e sabe-se lá quantas outras novas “raridades” e enfermidades poderiam surgiriam na carona destes modismos…

A imaginação e a imbecilidade humana seriam o limite! Sem dúvida alguma, esses seriam os primeiros passos para a degeneração da raça, para a destruição de tudo aquilo que demandou tempo e esforço pessoal de muitos criadores verdadeiramente apaixonados pelo Bulldog.

Quem cria com o mínimo de responsabilidade e profissionalismo tem tantas preocupações ligadas à saúde e ao padrão racial, que a cor da futura ninhada tem muito pouca ou quase nenhuma relevância! Inverter esse pensamento é um tiro no pé, uma verdadeira agressão e um desrespeito ao Bulldog.

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Antes que alguém resolva atacar lançando mão de algum infeliz argumento, lembro que o objetivo aqui não é negar o eventual nascimento de cães com essa pelagem, nem tampouco pregar o extermínio de filhotes portadores de faltas ou desvios do estalão.

A pretensão do presente texto é, acima de tudo, informar e fazer pensar, pois quem cria está sujeito a resultados inesperados e sobre os quais muitas vezes não se tem controle. Então tenha sempre em mente que explorar de forma aventureira modismos e falhas genéticas jamais pode estar associado à idéia de criador ou de raridade…

Gilberto Medeiros

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www.reservadorei.com.br

19ª Copa Paulista Abrabull

19ª Nacional Abrabull

19ª Copa Paulista Abrabull

Vem aí mais uma importante exposição realizada pela Abrabull dessa vez julgada pelo Criador Steven Davison – Canil Brampton, Inglaterra. Venha conferir e conhecer os melhores Bulldogs do plantel nacional em pista. A exposição ocorrerá em Itapecerica da Serra-SP, no dia 21/03/2015, nas dependências do Hotel Del Verde.

 

Vem aí 16ª Edição da Revista Bulldog Show!

15 ª Edição

Pessoal, interessados em anunciar na BULLDOG SHOW 16, favor enviar e-mail ou mensagem inbox.
revista@bulldogshow.com.br

Segue link com a última edição online da revista:

http://www.youblisher.com/p/1009627-Revista-BULLDOG-SHOW-E…/

Alfredo, o cão turista!

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Já se passaram quase 3 anos que decidimos mudar para a Índia e trazer nosso inseparável bull o Alfredo. Hoje ele está com 5 anos e 6 meses. Na época recebemos ajuda do Gilberto do Bulblogingles, que foi muito compreensivo e nos deu dicas primordiais sobre a viagem tão longa que Alfredo deveria fazer. Foram quase 34 horas porta a porta e ele chegou aqui melhor do que nós. Me lembro que dormiu por um dia inteiro e nós somente nos recuperamos depois de 15 dias devido ao fuso horário. No segundo dia estava pronto para descobrir cada centímetro desse país tão diferente do nosso lado ocidental. Graças a Deus ele está bem e faz algumas amizades por aqui com alguns poucos bulls. É uma raça não muito conhecida na Índia. Alfredo foi para nós um herói e sentimos muito orgulho dele…não é qualquer um que faz uma viagem tão longa. Simplesmente acreditamos que era possível trazê-lo e o amor falou mais alto. Por isso sugerimos a quem está prestes a fazer uma viagem internacional de planejar com muita antecedência, preparar seu bull juntamente com o auxílio de seu veterinário para a grande aventura, contratar uma empresa séria para providenciar a documentação necessária e principalmente escolher uma companhia aérea que possua ótimas referências e condições para levar seu bull. 
Abçs a todos do blog.
Alfredo e Silvia.

El Bullí

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Descobri o blog num momento muito triste e devo dizer que ler as outras histórias de amor com buldogs como a minha me fizeram um imenso bem.

E é por essa razão que resolvi escrever a minha e enviar para vocês.

Em outubro de 2003 eu fui até o canil para buscar o El Bullí , o meu babybull que veio para a minha casa com apenas 45 dias. Menos de um ano depois o meu marido decidiu voltar para a França.
Fiquei desesperada quando me vi diante da montanha de exigências burocráticas et sanitárias da Comunidade Europeia para permitir a entrada de um animal proveniente du “Tiers Monde” (em 2003/2004) o Ministério da Agricultura da França ainda se referia assim ao Brasil.

Além do implante do microchip era necessário uma sorologia para a vacina de raiva que demorava 3 meses para ficar pronta !!!
Enfim , deu tudo certo … Viajei em setembro de 2004 deixando o Bullí com o criador que se encarregou de fazer o embarque dele para mim logo que os papéis estivessem prontos.
Et assim foi , ele chegou em terras europeias em plena forma e ficamos por lá durante 7 anos onde ele aproveitou toda a mordomia que os cães podem usufruir na Europa, brincou muito na neve , se aventurou no mar Mediterrâneo e dava longas caminhadas . Uma das estações preferidas dele era o outono , adorava se jogar naquelas montanhas de folhas caídas das árvores.
Nunca precisei deixa-lo para viajar pois todos os hotéis aceitavam a presença de animais. Eu só não o trazia comigo nas minhas férias ao Rio pois seria complicado leva-lo de volta e eu tinha muito medo.
De qualquer forma o meu marido sempre ficava por lá com ele !!!
No final de 2011 voltamos para o Brasil e ele se adaptou bem , estava sempre feliz ; era um bulldog muito alegre et ativo !!!
Em 2012 ele começou a mancar e depois de vários exames e radiografias tivemos o diagnóstico de “jogador de futebol” : rompimento do ligamento dos DOIS joelhos !!! Ele foi operado , resistiu bravamente à anestesia , colocou um sistema de “cage” nos joelhos que lhe permitiu voltar a andar.
Só depois da cirurgia é que começaram os problemas de pele e outras questões de saúde que foram tratadas e o Bullí seguia firme no seu caminho de grande companheiro.
No domingo , 08/12 ele começou a mancar da pata dianteira direita , quase não conseguia andar. Na segunda pela manhã a veterinária esteve aqui , constatou que estava muito inchado ; medicou com Tramal et Novalgina (a mesma medicação do pós-operatório) e marquei uma consulta com o vet. ortopedista que o havia operado apenas para a sexta seguinte pois ele estava muito ocupado.
Na terça a veterinária voltou aqui em casa para vê-lo , ele comeu bem , tomou o anti-inflamatório Carproflan e estávamos bem otimistas de que tudo seria resolvido.
Na noite de 10 para 11 ele começou a uivar como se estivesse tendo um pesadelo , como ele dormia no meu quarto me levantei para vê-lo … Achei que era dor (embora o maior sintoma de dor que ele manifestasse era ficar muito ofegante) , olhei para o relógio , eram 06:00 hs. e eu só poderia medicá-lo por volta das 07:30 hs.
Esperei sentada no chão ao lado da cama dele com a sua cabeça apoiada na minha perna ; no horário previsto eu dei o Tramal , notei que a língua dele estava um pouco estranha ao receber o medicamento mas não dei grande importância ao fato.
Pouco depois ele se acalmou , eu voltei a dormir pois estava muito cansada !!!
Quando acordei (por volta das 09:00) notei que a caminha dele estava molhada , fui puxar o lençolzinho et vi que ele não se mexia mais !!!
Novamente a veterinária veio correndo mas só confirmou o que eu já havia percebido , El Bullí estava morto !!! Decidi não fazer necropsia , apenas providenciei para que ele fosse cremado e hoje só tenho comigo uma caixinha com as cinzas daquele que foi o meu maior companheiro durante 10 anos.
Pedi mil explicações para a veterinária , para o criador , a resposta unânime é sempre : ele já era um bulldog idoso e provavelmente teve um acidente vascular pois sabíamos que o coração ainda estava forte. Ele fazia exames periódicos et não era um bulldog obeso ou cardiopata.
Já tem 11 dias que ele morreu e eu não consigo uma forma de alívio ou conforto !!! Tenho pensado em ter outro bulldog mas ainda não tenho coragem … Sei que um cachorro NUNCA substitui aquele que perdemos mas não quero que todo o amor que senti pelo Bullí se transforme numa sensação mórbida.
Eu queria falar com alguém que também tem bulldog , ouvir a opinião de vocês ; enfim algum conforto ou explicação … Vi que o blog tem uma veterinária consultora. Ela poderia me dizer alguma coisa ???
bien cordialement
De Bellissen-Benac  Thaïs

A história do Bandit

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A história do Bandit começou no dia 10/02/2011, quando nasceu nosso gordinho…
Compramos ele no UbberBull Kennel em Curitiba-PR, e fomos buscá-lo 1 mês antes de casarmos, em abril de 2011. Depois disso, alem das mudanças comuns de um casamento, tivemos que nos adequar a companhia do gordinho.
Ele veio pra nos trazer alegria, com certeza. E nós mimamos nosso bebê o quanto podemos… Além disso, no final de 2011, ele ganhou um amigo: o Chan, da raça Pug e da mesma idade que o Bandit. O Chan veio passar uns dias na nossa casa e como no apartamento em que morava ele ficava muito sozinho, a adaptação dele com o Bandit foi ótima, uma alegria só. Desde então, só dormem agarrados e não ficam um longe do outro.
Em 2012, o Bandit fez a cirurgia do Cherry Eye e apresentava com frequência algumas dermatites. Mas sempre tratamos e cuidamos com muito amor.
O Bandit é genioso, teimoso e por isso se torna engraçado. Se contrariamos a sua vontade, fica “de mal” um tempo em sua cama. Adora jogar bola, adora andar de carro, adora ir a feira de domingo, adora passear, é super fiel ao seu dono, faz xixi onde da vontade, ronca muito, é babão e sempre implica com algum objeto (passa horas latindo para uma vassoura encostada na parede). Como não temos filhos ainda, fica super feliz quando encontra alguma criança que lhe dê carinho e atenção. E, claro, não pode perder o Chan de vista.
> Não conseguimos imaginar nossas vidas sem eles!
> Daniel e Juliane.

Tudo começou com o amor pela raça…

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Tudo começou com o amor pela raça, quando eu e meu namorado decidimos ter um bull, ficamos numa busca intensa que durou uma semana até nós encontrarmos ele, o Alfredo. Quando vi aquela coisa mais fofa, por uma foto, não pude resistir, era nosso. Nunca senti tanta ansiedade na vida, queria logo meu bebê, buscamos ele com apenas 45 dias de vida, era uma coisinha de “nada”.

Pronto, depois disso minha vida mudou, era um amor indescritível, deixaria de fazer qualquer coisa para cuidar bem do meu Alfredo, me tornei mais responsável e consciente. O Alfredo fez uma mudança enorme na minha vida, passei a entender aquele amor incondicional de mãe, que chora quando o filho está doente, que é coruja e preocupada, passei a ouvir que fiquei neura e louca, mas só quem tem um bull sabe como é.

Com todo aquele amor que eu sentia, acabei deixando de gostar muito dos animais para ama-los com todo a força. Me tornei vegetariana, hoje ajudo animais abandonados, e quero poder adotar irmãozinhos para o Alfredo, rs.

Tudo isso devo a ele, que está sempre ali para me receber rebolando, que não aceita que a mamãe fale com outras pessoas do jeito que fala com ele, que eu sei o que ele quer só pelo jeito que ele me olha. Isso não tem preço! Te amo meu filho <3

Princesa do Japão!

Olá amigos do bulldogingles.com.br, gostaria de contar uma breve história sobre minha grande paixão, Bulldogs!
Desde criança sempre sonhei ter um bull, porém quando era criança, adolecente, meus pais nunca deixaram.
Um certo dia minha mulher que nunca gostou de bulls vira e fala: Vamos ver filhote de bull hoje? Se tiver uma femea, compramos! E la vamos nós!! Hehe…. Chegando na feira de cachorros, me deparei com 6 filhotes, todas femeas, branquinhas, excerto por uma marrom com a cabeça branca… Sempre tive o sonho de ter uma toda branquinha, mas aquela marrom com branco mexeu comigo. Minha mulher queria uma toda branca, mas logo convenci a pegar a minha paixão a primeira vista! Passando 5 minutos depois passou um criador querendo a minha de qualquer jeito, até cobrindo minha oferta! Mesmo assim não aceitei, e acabei levando…. Tenho certeza que foi coisa de Deus. Meses depois ela teve piometra, com isso se fosse desse criador, ela já seria descartada, na minha casa ela foi cuidada, e mais amada!

Essa é minha linda família! Hoje a Hime (princesa em japones) possui 4 anos de muita felicidade!!

Elbert Kenji Maeda