A paciência é uma virtude de poucos.

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Mas não se preocupe, é tudo brincadeira =)

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Via – Vatuzy Junior Monteiro

Donos de cães e gatos substituem ração por dieta natural.

Troy & Truff - Proprietário Bruno Marins

Troy & Truff – Proprietário Bruno Marins

As três formas são balanceadas e baseadas em dietas postuladas por médicos-veterinários autores de livros consagrados – as referências estão informadas no material de cada modelo de dieta. Portanto, se você seguir as orientações à risca, nada faltará ao seu peludo. Os requerimentos nutricionais dele serão plenamente atendidos com uma dieta fresca, variada e natural!

Mas diante dessas opções – com ossos, sem ossos, crua, cozida – qual modalidade escolher? Falemos um pouquinho sobre vantagens e desvantagens de cada uma.

Alimentação Natural crua com ossos.

O objetivo da AN crua com ossos é simular a composição de uma presa (lebre, ave, pequeno ruminante etc) no contexto urbano. Para isso entram na dieta ossos crus (o esqueleto da presa), carnes cruas (músculo), vísceras cruas (miúdos, órgãos) e alguns complementos que representam partes do corpo que não conseguimos oferecer.

Vantagens

  • É a mais natural das 3 ANs. Isso porque de todas as dietas abordadas no nosso site, é a que mais se assemelha à dieta que um cão selvagem teria na natureza.
  • Combate o tártaro. A presença de ossos carnudos crus estimula a mastigação, promovendo a remoção mecânica do tártaro.
  • Estímulo mental e fortalecimento muscular. A mastigação de ossos carnudos crus proporciona enriquecimento mental e fortalecimento de músculos faciais.
  • Nutrientes dos ossos. A presença de ossos carnudos crus enriquece a dieta com colágeno, cartilagem, condroitina (que ajuda a proteger as articulações), tendões, ligamentos, além de proteína e um monte de minerais, dentre eles cálcio na medida certa.
  • Dispensa totalmente a adição de cálcio. A generosa proporção de ossos da dieta fornece todo o cálcio que o peludo precisa, exatamente da forma como ele receberia esse mineral se vivesse na natureza.
  • Mais econômica. A AN crua com ossos costuma ser um pouco mais barata que as demais dietas por conter uma boa proporção de ossos carnudos crus de frango, peças consideravelmente mais em conta que carne desossada.
  • Mais prática. Porque a dieta é 100% crua ou predominantemente crua. Basta montar as porções respeitando as proporções que ensinamos, congelar (para armazenar), descongelar e servir! Nada de cozinhar tudo, sujar panelas e depois ter que lavar um montão de louças.
  • Combate a coprofagia: para cães que comem suas próprias fezes, não há dieta mais indicada que a AN crua com ossos. O cocô produzido por essa dieta é o menos “atraente” dentre as três ANs, por ser extremamente sequinho e de odor super discreto.

Desvantagens

  • Pode requerer moedor de ossos. Você precisará triturar os ossos se seu cão não puder mastigar ossos carnudos crus devido à falta de dentes ou dificuldade de deglutição. Para casos assim vale a pena consultar o açougueiro e ver se ele pode moer os ossos – muitos topam! Em caso negativo, a recomendação é fazer como os adeptos de AN crua com ossos nos Estados Unidos, Oceania e Canadá: investir em um potente moedor de carnes. Como esse ou esse que infelizmente não são fáceis de encontrar no Brasil.
  • Encontrar ossos carnudos crus. Você pode oferecer com frequência peças de frango, como pescoço, cabeça e dorso de frango, que são mais baratas e fáceis de encontrar. Mas mesmo essas peças podem não ser fáceis de achar dependendo da região onde você mora. A oferta de pescoço é infrequente no Sul do país, por exemplo. O frango pode ser substituído ou alternado com pato, coelho, codorna, rã, algumas partes do peru e de outras espécies que você verá em detalhes no parágrafo sobre ossos carnudos crus.
  • Requer freezer ou congelador. Carnes, vísceras, ossos e peixes crus precisam passar alguns dias congelados antes de serem servidos ao seu peludo – detalhes desse procedimento estão informados no material das dietas cruas. Congelar as peças inativa parasitos como cistos de tênias e protozoários (toxoplasma). Sem esse cuidado, não é seguro oferecer dieta crua ao pet.

Alimentação Natural crua sem ossos.

Vantagens

  • Bem aceita por cães que não gostam ou não podem mastigar ossos. 
  • Você não precisa ficar procurando fornecedores de ossos carnudos crus. Localizar um fornecedor confiável de ossos carnudos crus pode não ser fácil dependendo de onde você mora. Esse modelo de dieta dispensa esse ingrediente, facilitando a vida.
  • Mais prática. Porque é 100% crua ou predominantemente crua. Basta montar as porções respeitando as proporções que ensinamos, congelar (para armazenar), descongelar e servir! Nada de cozinhar tudo, sujar panelas e depois ter que lavar um montão de louças.
  • Permite variar mais. Uma grande parte dos adeptos da AN crua com ossos acaba oferecendo apenas ossos carnudos crus de frango por essas peças serem mais baratas e fáceis de encontrar que codorna, pato, rã e coelho. Como a AN crua sem ossos não tem ossos carnudos crus, é possível variar mais as espécies de carnes desossadas oferecidas.

Desvantagens

  • Requer adição de cálcio. Não entram ossos nessa dieta; logo, você precisa suplementar cálcio. Esse mineral é suprido com sucesso adicionando a quantidade certa de farinha de cascas de ovos à dieta ou aviando cálcio em farmácia de manipulação e incluindo o conteúdo de uma cápsula à mistura que será servida, diariamente.
  • Requer freezer ou congelador. 
  • Não combate o tártaro. Uma dieta sem ossos não incentiva o pet a mastigar (o que reduz a formação de tártaro). Contorne isso oferecendo ossos naturais grandes ocasionalmente para ajudar na saúde oral e/ou invista em uma rotina de escovação dos dentes.

Alimentação Natural cozida

Trata-se de uma dieta com ótimos níveis de proteína animal de excelente qualidade, gorduras saudáveis na medida certa, carboidratos não inflamatórios de baixo índice glicêmico e enriquecida com legumes, verduras e hortaliças. AN cozida é hoje o modelo de dieta mais procurado pelos meus clientes, sendo recomendada por veterinários experientes em nutrição pet há décadas.

Bruce e Amy - Proprietária Andreia Bichara

Bruce e Amy – Proprietária Andreia Bichara

Vantagens

  • Apela a paladares exigentes. Tem peludo que só aceita carnes, vísceras e legumes cozidos. É justificável. Comidinha cozida é mais saborosa e cheirosa!
  • Alguns cães não toleram bem ossos e carnes cruas. Cachorros com estômago ou intestino mais sensível tendem a se dar melhor com uma dieta sem ossos (não abrasiva) e cozida.
  • Algumas pessoas não se sentem confortáveis oferecendo carnes cruas. Se esse é o seu caso, não deixe esse detalhe te impedir de estender ao seu peludo os benefícios fantásticos dos alimentos naturais. Cozinhe tudo! Seu cão receberá uma dieta anos-luz à frente da maioria das rações comerciais.
  • Não requer congelamento prévio em freezer. O cozimento destrói parasitos porventura presentes nas peças cruas, como cistos de tênias e o protozoário toxoplasma. É cozinhar e servir!

Desvantagens

  • Mais trabalhosa. Nesse modelo de dieta você cozinha tudo. Isso aumenta o trabalho que a dieta dá. Mas não é nenhum bicho de sete cabeças, como você verá no material da dieta cozida. Questão de se organizar!
  • Carnes e vísceras cozidas rendem menos. O cozimento desidrata carnes, vísceras e peixes, rendendo porções menores. Como a pesagem dos alimentos é feita depois do cozimento, você precisará comprar uma quantidade maior de carnes, vísceras e peixes do que se fosse oferecer esses mesmos itens crus. Com isso a dieta acaba saindo mais cara.
  • Requer adição de cálcio. 
  • Carnes muito cozidas são consideravelmente menos nutritivas. Carnes cruas ou mal passadas fornecem aminoácidos importantes como a carnitina e a taurina, benéficos ao coração. O cozimento excessivo destrói enzimas e grande parte da taurina e prejudica outros elementos, como as vitaminas. Para seu peludo extrair o máximo de nutrientes da dieta cozida, cozinhe levemente carnes, vísceras e peixes. Somente até mudar de cor, por exemplo.
Foto Adriana Fabrini

Foto Adriana Fabrini

Posso variar entre os tipos de dieta ou devo escolher apenas uma?

É possível, sim. Eu mesma vario entre as três dependendo dos alimentos que tenho em casa. Meus cães são adeptos de Alimentação Natural crua com ossos desde 2008, mas num aperto preparo dieta cozida ou vou de AN crua sem ossos. Eles aceitam numa boa essas mudanças bruscas, até curtem. Mas alguns cães de paladar muito exigente ou de estômago mais sensível podem não aceitar ou tolerar bem dietas com ossos ou com carnes cruas. E certos peludos bem habituados à AN crua com ossos podem começar a recusar a dieta se apresentados ao modelo cozido, que é mais saboroso.

Minha sugestão: levando em conta o jeitão do seu peludo e os prós e contras de cada dieta expostos acima comece pela AN que você acha que tem mais chances de sucesso. Há casos em que o cão nos obriga a mudar o modelo de dieta simplesmente porque deixa de aceitar a alimentação que vinha recebendo até então. Observei isso com alguns pacientes que pararam de querer a AN crua com ossos e o tutor não teve outra alternativa a não ser passar à dieta sem ossos ou à cozida.

AN crua com ossos para cães de focinho achatado.

Lola - Proprietário Roberto

Lola – Proprietário Roberto

A AN crua com ossos é adequada a todo e qualquer cão saudável. Mas você verá, nos segmentos sobre ossos carnudos crus, que nem todo cão é capaz de mastigar e deglutir com segurança todos os ossos. Várias peças que exigem mastigação são contraindicadas a braquicefálicos, a turma canina do nariz achatado.

 Raças como Shih Tzu, Bulldogs Inglês e Francês, Pug e Pequinês são propensas  a engasgos por apresentarem dificuldades na mastigação, deglutição e até respiração.    Infelizmente, conheço casos de buldogues que engasgaram feio com brinquedos, água,  grãos de ração e, sim, até com ossos naturais.

 Uma solução definitiva para o risco de engasgo com os ossos é moê-los em casa ou  comprá-los já moídos. É o que tenho recomendado a quem tem cães das raças acima ou  que já engasgaram por besteira. Ossos carnudos moídos não ajudam a limpar os dentes,  mas para isso existem alternativas, como a escovação frequente dos dentes ou roerossos  naturais recreativos. A trituração garante a segurança da AN crua com ossos e não altera o  valor nutricional das peças – que é o que realmente importa!

O que não é Alimentação Natural Cozida.

Oferecer AN cozida definitivamente não é dar restos da nossa comida. E não é dar apenas frango, arroz branco e cenoura – esse tipo de “dieta” conduz a problemas de saúde por deficiências de nutrientes importantes, como vitaminas, minerais e ácidos graxos. Também não é preparar aquela panelada-da-vovó que tem tudo e mais um pouco, sem medida nem proporção.

Observação: pets portadores de quadros crônicos podem requerer dietas especiais, com restrições e adições que auxiliam no controle do problema. Na dúvida, consulte sempre o veterinário do seu amigão. Se depois de um check-up completo o veterinário achar que seu peludo está apto a receber uma dieta adequada a cães saudáveis, vá em frente. 

Leia mais no site www.cachorroverde.com.br

 Bullbeijos!

Bulloween 2014 – Bulldogada Carioca.

O evento aconteceu no dia 16 de Novembro de 2014 no Clube do Totó – Recreio/RJ, clube criado especialmente para cães, com piscina, instrutores, pranchas de stand-up dogs e muita área verde para eles se divertirem à vontade, poder fazer muitos amigos e trocar experiências sobre seus cães.

Fadinha

Fadinha

Saímos de Curitiba rumo ao Rio de janeiro para prestigiar esse evento, além da diversão, fortalecemos laços de amizade que antes se limitava somente pelo facebook, a receptividade do Carioca é fascinante, faz com que qualquer um se sinta em casa.

Em parceria com a BaconDogs e Promex Plásticos oferecemos a todos uma linda Squeeze para ser utilizada no dia-a-dia, além de lindos brindes que foram sorteados.

O Bulloween da Bulldogada Carioca contou com patrocinadores renomados na linha Pet, e o Bullblog não poderia ficar de fora.

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O desfile de fantasias contou com uma criatividade sem fim, as risadas rolaram solta quando o gogoboy saiu a passarela perdendo sua sunga e o dinheiro arrecadado hehe!

Gogobull

Gogobull Bartholomeu – Proprietária Ana Shaula Sant’Ana

Godzila

Godzila

Bruxinha

Bullxinha Lola – Proprietário Leandro Pereira

Policial - Hércules

Policial – Hércules

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Troy – Proprietário Bruno Marins

 

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Para ver mais fotos do evento Clique Aqui!

Muitos prêmios para os primeiros lugares do desfile e sorteio de presentes dos patrocinadores, ninguém ficou sem presente. Contamos com a Purina, Dog Beer, De Boa design, Dona Pet, Blue Pet Veterinária, Thor Anuska, Fazendo Arte, BaconDogs, Angel Dogs, Uauh, Farmina, Coisas de Pet, Petite Peluche, Bulldog Club, Pop Dog, Acãopanhantes, Adoptapetbr, Taty Merlin, Chica Boutica, Wolf Store, Pet Delicia, Zee.Dogs, Creative Design MG, Bulldocão, Bulltropolis e Luqpet, obrigada pelo apoio e confiança com a Bulldogada Carioca.

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Um agradecimento especial as organizadoras Lisa Brauer que foi nossa guia turística pelo Rio de Janeiro, Roberta Teixeira que nos cedeu o apartamento durante o final de semana, Tárcila Ornelas que me convidou para o evento, Bruna Capistrano da BaconDogs minha parceira na organização dos brindes e designer do Calendário 2015 da Bulldog Club, e é claro não poderia esquecer meu colega de trabalho Carlos Henrique que dirigiu por mais de 13 horas até chegarmos a Barra da Tijuca, sem vocês essa aventura e experiência única não seria possível.

Encerramos com um poema…

Nossa Matilha
Um poema de Babaganoush

Dizem que temos respiração intensa,
E uma estrutura óssea um tanto quanto densa.

É verdade, somos feitos assim,
Desconhecemos o significado de “não”, mas adoramos um “sim”.

Pode parecer teimosia, mas preferimos o termo obstinação,
De fato, lidar conosco exige uma certa dose de aclamação.

Mas nos amar é algo que acontece com naturalidade,
Porque apesar da estrutura bruta, somos cheios de sensibilidade.

E dessa paixão toda nasceu a ideia de um novo lar,
Uma terra onde todos lá presentes pudessem nos adorar.

E foi nos encontros da Bulldogada que unimos nossa matilha,
E para nós, os Bulldogs, isso é sinônimo de família.

Baba no Bulloween 2014 - Bulldogada Carioca

Baba no Bulloween 2014 – Bulldogada Carioca

“Se o seu Bulldog fica muito agitado em lugares cheios e movimentados e/ou apresenta dificuldade respiratória, não leve. Respeite seus limites.”

Bullbeijos!

Eduarda Volpatto - Colaboradora Bullblog e Bulldog Club

Eduarda Volpatto – Colaboradora Bullblog e Bulldog Club

Com a palavra, o criador Francisco ( Canil Frandel ).

Foto - Johnny

Foto – Johnny

1– PORQUE O BULLDOG E COMO TUDO COMEÇOU?
O Bulldog era um sonho de criança, ter essa amada raça muito presente em filmes e desenhos animados. Adquirimos nosso primeiro Bulldog no ano de 2007 afim de iniciar a formação de um plantel, isso tudo com muitas pesquisas sobre a raça e linhas de sangue, visando sempre o aprimoramento e conservação das melhores qualidades. Nossa finalidade sempre foi em criar nossos cães de maneira criteriosa e cuidadosa, dando acima de tudo qualidade de vida, produzindo exemplares dentro do padrão da raça.

2 – QUAL A ROTINA DO CANIL?
Nossa rotina se baseia em uma boa higienização nos canis, áreas comuns,utensílios e nos nossos cães, alimentamos nossos gordos duas vezes por dia e também eles desfrutam de longos períodos de recreação e banhos de sol, pois contamos com um clima serrano e muita área verde.

3 – QUAIS AS RECOMENDAÇÕES PARA QUEM ESTÁ PENSANDO EM ADQUIRIR UM BULLDOG?
As recomendações básicas para quem está querendo um Bulldog são: disposição para receber e dar muito carinho e procurar muitas informações sobre a raça, conversar com pessoas que convivem, nunca adquirir qualquer animal por impulso ou modismo.

FRANDEL AQUILLES

FRANDEL AQUILLES

4 – QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS DICAS PARA AQUELES QUE JÁ SÃO PROPRIETÁRIOS?
Os maiores cuidados são com o calor em excesso, não deixar seu cão em longos períodos sozinho pois eles podem ficar depressivos, cuidados sempre com a pele e sempre administrar uma boa ração e água fresca.

5 – E PARA AQUELES QUE PENSAM EM COMEÇAR A CRIAR?
Muita pesquisa,entender muito bem sobre o padrão da raça,observar o gosto pelas linhagens de sangue, se inteirar através de clubes idôneos exposições especializadas na raça e procurar boas conversas com criadores.

6 – QUAL O PERFIL DO PROPRIETÁRIO IDEAL?
Ser totalmente responsável pela posse de um animal que depende totalmente para um bom crescimento e sociabilização, dar muito amor e carinho mas ter voz ativa parta falar o não, pois sua educação necessita de muito carinho e repreender quando necessário.

GR. CH. TSAR´S VINCENZO - Foto Nilton Novaes

GR. CH. TSAR´S VINCENZO – Foto Nilton Novaes

7 – QUAL A SUA OPINIÃO SOBRE O PLANTEL NACIONAL?
Estamos caminhando a passos largos com excelentes criadores que visam formar sua linha de sangue através do que há de melhor no cenário internacional e também hoje está muito mais acessível o contato com grandes criadores,através das exposições Nacionais onde temos a oportunidade de contar com julgamento e palestras de criadores de renome.

8 – AINDA SOMOS UM PAÍS IMPORTADOR DE BULLDOGS? SIM / NÃO E PORQUÊ?
Há essa necessidade para que possamos aprimorar cada vez mais fazendo a fusão de nossa criação com linhagem top internacional.

9 – QUAL A SUA OPINIÃO SOBRE AS EXPOSIÇÕES NO BRASIL E A QUALIDADE DE NOSSOS ÁRBITROS?
Temos excelentes exposições no Brasil mas falta um pouco mais de conhecimento sobre a raça aos que julgam as gerais.

Am. Ch. SHOWTIME HERE´S JOHNNY - Foto Johnny

Am. Ch. SHOWTIME HERE´S JOHNNY – Foto Johnny

10 – QUAL A SUA MAIOR FELICIDADE COMO CRIADOR?
Ver que estamos no caminho certo por conta do nascimento de ninhadas saudáveis e muito corretas e a satisfação de nossos clientes e nossa satisfação pessoal que é indescritível a cada dia que passa.

11 – QUAL A SUA OPINIÃO SOBRE AS ALTERAÇÕES NO PADRÃO DA RAÇA?
Algumas alterações foram muito significativas para a raça, é de grande valia sempre para a questão de cães mais saudáveis.

12 – O QUE NÃO PODE FALTAR NUM BULLDOG?
Além de um cão dentro do padrão e com uma boa movimentação não pode faltar o melhor que eles nos oferecem, seu jeito amável de ser.

Para saber mais sobre o Canil Frandel acess o site www.frandel.com.br.

Facebook Francisco Canil Frandel.

Amor de Mãe – por Fernanda Lyra

Fernanda Lyra e Baba

Fernanda Lyra e Baba

Gostaria de compartilhar com vocês um texto que li e me identifiquei muito além de ficar emocionada com as belas palavras da Fernanda Lyra.

“A minha vida se transformou com a chegada dele. E não foi um pouco, não. Foi completamente. Não tem um aspecto sequer que tenha permanecido intacto.

Algumas das mudanças são deliciosas. Quando ele tinha apenas alguns meses de vida, eu acordava no meio da noite para verificar se ele estava respirando direitinho. E ficava olhando para ele dormir, hipnotizada com suas dobrinhas fartas de bebê. Quando ele fazia algo novo, meu marido e eu olhávamos um para o outro e preconizávamos aquela coisa boba como se fosse uma grande conquista. Aliás, fazemos isso até hoje.

E por falar em meu marido, quantas vezes não ouvi dele, “Olha que lindo nosso filho” com direito a suspiros? Diariamente. Às vezes eu deito do lado dele só para sentir o seu cheiro, que é o cheirinho de bebê mais gostoso do mundo. Há dois anos e três meses, chegar em casa se tornou a melhor parte do meu dia porque eu sou recebida com amor e carinho incondicionais. E quando meu marido chega? Aí é festa! “Daddy’s home!” já virou ritual aqui em casa com direito a música temática.

O barulho dele andando é o som mais confortante do mundo. Quando ele vem me dar beijo sem motivo aparente eu me derreto. E a reação dele quando eu trago um brinquedo novo para casa? Saltitante! Eu chego e ele já vai olhar dentro da minha bolsa porque é lá onde eu escondo as surpresas. Toda vez que ele aprende a reconhecer um bicho de pelúcia novo eu vibro com orgulho.

Dia das Mães e Dia dos Pais são datas deliciosas quando temos filhos. Sim, é muito legal também quando somos apenas os filhos e podemos prestigiar nossos pais, mas tem algo muito especial em poder acordar naquele dia e dar muitos beijose abraços naquela coisinha pequena e gorducha que ama você acima de tudo. Não existem palavras que podem descrever o que é saber que aquele ser existe no mundo, vive aquela vida, tem aquela estrutura porque você (e seu marido) decidiram formar uma família. É claro que eu escolho os presentes que “ele entrega” ao meu marido e vice-versa. Mas não importa. Essas datas são mais coloridas mesmo sem ele entender o seu significado.

E as fotografias? Nem me fale das fotos… tive que comprar um celular com memória gigantesca para armazenar as milhares (não são dezenas, nem centenas, são milhares) de fotos que tenho dele. Tiro foto dele fazendo tudo porque não tem uma só coisa que ele faça – dormir, brincar, pular, correr – que não seja fascinante e encantadora para mim. Confesso: às vezes meus olhos enchem de lágrimas de felicidade só de pensar nele.

Preciso ser justa: algumas mudanças são terríveis. Sair de casa sem ele me causa, invariavelmente, um aperto no coração. Achei que eu fosse me acostumar com o tempo, mas a saudade não diminuiu. Do casal, eu sempre fui a que gostava de viajar. Hoje em dia, eu fico com o coração tão apertado de ter que ficar longe do meu filho que passei a encarar a ideia de viajar com uma ansiedade terrível. Sim, eu ainda curto a viagem. Mas choro todos os dias de saudades e toda vez prometo para mim mesma que aquela é última viagem que vou fazer. Mas eu sei que tenho que continuar viajando e que não posso me render às minhas neuroses.

Para acalmar meus nervos, marco viagens com antecedência e só quando minha irmã pode ficar hospedada na minha casa cuidando dele. Tem um manual de dez páginas com todos os gostos, rituais, alergias, cuidados especiais e manias dele. Ele não fala português, então eu precisei elucidar cada barulhinho dele nesse documento. Com a minha irmã eu fico (relativamente) tranquila porque sei que ela cuida dele como eu. Mesmo assim, durante uma viagem que eu fiz com meu marido há cerca de um ano, ela precisou deixá-lo com a nossa mãe porque ela teve uma emergência (um incêndio na casa do marido dela, quer dizer, um motivo mais do que justo). Eu tenho vergonha de admitir que eu demorei uns dez minutos para pensar no meu cunhado e na família dele (mil desculpas, Rafa…). Passei esse tempo pensando,exclusivamente,no meu filho. Ele estava bem? Será que ele ficou com medo? Eu estava em Nova Iorque quando recebi a notícia, no SpottedPig para ser mais precisa. Comecei a chorar tão descontroladamente que a pessoa na mesa ao lado veio me consolar. Normalmente, meu marido morreria de vergonha com um drama desses em lugar público, mas ele era outro que só conseguia pensar se nosso filho estava bem com a avó. (Ele estava, graças a Deus)

Baba

Baba

A dinâmica dos feriados e datas comemorativas também mudou completamente. O Natal é um excelente exemplo dessa mudança. Antes dele chegar, meu marido e eu passávamos o Natal reunidos com nossas duas famílias estendidas, mãe, sogra, irmã, padrasto, avó, tia, madrinha, enfim, todos juntos. A família é pequena, então a data tinha um clima intimista e civilizado. Ele foi a primeira criança da família dessa nova geração. E tudo mudou! Os presentes são todos para ele. E como ele ganha brinquedos! Sempre tem aquela competição gostosa para ver qual foi o presente favorito e, geralmente, acaba sendo o menos esperado (e as vezes é até algo inusitado como a embalagem). Ele dorme cedo, mas até dormir todos têm que brincar com ele, mesmo durante a ceia. Ele é fofinho demais para resistir.

Outra ocasião que me vem a mente foi o Carnaval de 2013. Uma semana antes do Carnaval ele teve uma úlcera na córnea e teve que operar. O procedimento foi bem sucedido, mas ele conseguiu a proeza de, sem querer, tirar seus próprios pontos e, para que a úlcera pudesse sarar, eu tive que passar cinquenta dias colocando três tipos de colírio nele de hora em hora. Vinte e quatro horas por dia. Obviamente, não dormi direito durante esse tempo todo e, no final, eu tinha que programar o despertador com um volume ensurdecedor porque eu tinha tanto sono que só mesmo isso para me acordar com tanta frequência. E quem me conhece sabe que eu tenho sono muito leve.

Tem também as mudanças no meu corpo. Eu tenho cicatrizes por causa dele. Não as amo, mas ser mãe dele faz qualquer marca medonha valer a pena. Todo dia eu ganho um hematoma novo por causa das brincadeiras (ele acha que é pequeno e leve) e sinto uma dor permanente na região da lombar porque ele gosta de tirar cochilos em cima de mim e ele está muito pesado para isso. Mas eu consigo resistir? É claro que não. Eu encaro coisas desse tipo como um pequeno preço a se pagar por uma felicidade que não se mede, por um amor que eu não imaginava ser possível sentir, não digo só pela intensidade, mas pelo tipo de amor. Amor regido por medo dele se machucar, vontade louca de protegê-lo a qualquer custo, culpa por ter que ficar longe dele de vez em quando e, principalmente, por explosões de realização e alegria de saber que ele existe na minha vida. Meu marido e eu explicamos que ele não foi gerado na minha barriga, mas que nasceu do nosso amor. Ele não entende o que nós falamos, é claro. Mas entende o amor. Disso eu tenho certeza. Ele sabe que nós dois somos perdidamente apaixonados por ele.

De todas as mudanças, a maior é a total falta de espontaneidade em qualquer decisão que tomamos. Vamos sair para jantar? Precisamos pensar numa logística. Afinal, se estiver muito calor ele não pode ficar sozinho. Se formos demorar muito tempo, ele pode se sentir solitário. Nossa secretaria do lar pediu demissão? Uma crise! Ele é acostumado com ela. Será que ele vai se adaptar à nova pessoa? Vamos subir para Araras? Preciso ver se estou levando todos os remédios dele (ele é terrivelmente alérgico, então está sempre tomando algum medicamento). Queremos assistir a um filme? Peraí, tenho que ver se é uma produção da MGM porque, se for, ele começa a latir loucamente com aquele leão da abertura.

Latir? É, latir. Meu filho é canino. O nome dele é Babaganoush e ele é um buldogue inglês.

Quem não sabia disso pode estar lendo e pensando: “Ah, então não conta. Não é filho de verdade.” Já ouvi isso de tantas pessoas. Nessas horas, começo a rir por dentro. Porque eu sei que conta, sei do amor que eu sinto e sei que quem não entende não faz por mal, mas, tadinhos, estão lamentavelmente equivocados.

Bruno, Fernanda e o Baba.

Bruno, Fernanda e o Baba.

Eu também já ouvi várias vezes “Não é mesma coisa!”. Nessas horas eu rio alto mesmo. A mesma coisa do que exatamente? Do que um filho humano? É claro que não é! Mas precisa ser a mesma coisa para ser válido? Para ser real? Aliás, até onde eu posso perceber, nenhuma experiência com a maternidade é a “mesma coisa”. Quem é mãe solteira tem uma experiência muito diferente da pessoa que tem um companheiro estável ao seu lado criando um filho. Quem tem filhos mais agitados, com déficit de atenção hiperativo, por exemplo, tem praticamente uma espécie diferente de criança! E quem tem babá e/ou secretária do lar versus quem não tem ajuda alguma? E as mães que não trabalham vis-à-vis as mães que tem carreiras puxadas? Nenhum desses casos é “a mesma coisa” ao serem comparados com suas contrapartidas. Mas nada disso importa.

De repente você está lendo isso e pensando “Mas ele é um cachorro! Não pertence à mesma espécie que você!” Isso é verdade. Mas e daí? Ele pode não aprender a falar português ou ter a mesma habilidade cognitiva de um ser humano, mas e quem tem um filho humano com necessidades especiais? É menos mãe por causa disso? Sim, a expectativa de vida dele é menor do que a minha. Mas a minha tia perdeu o filho dela quando ele era muito jovem. Ela já vive e ainda vai viver muitos e muitos anos a mais do que ele. Ter perdido o filho significa que ela não foi mãe? Ou que ela foi menos mãe? Ah, mas ele não tem minha genética? De fato, não tem(apesar de, inexplicavelmente, os olhos dele serem iguais aos da minha irmã). Mas nenhum filho adotivo tem a genética de seus pais e são filhos tais quais os biológicos. Alguém discorda? Caso positivo, saia da caixa. É muito mais divertido pensar – e viver – fora dela.

A maternidade é uma experiência muito pessoal. De repente um dia eu irei decidir ter filhos humanos e, nesse dia, terei como falar com mais propriedade sobre as diferenças – que obviamente irão existir – entre ter um filho humano e um filho canino. Mas, para todos aqueles que me perguntam quando eu vou ter filho, posso afirmar com uma certeza inexorável: eu já tenho um filho. O nome dele é Babaganoush e ele é perfeito.”

Escritora – Fernanda Lyra

Fernanda escreve para o Blog Afiadas, na seção Ficção Afiada, para ler mais clique aqui!

Alana, bebê de 4 patas.

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“Sempre amei cachorro, e principalmente os bulldogs, com esse bonachão de ser.

Foi que então no dia 16/10/2014 eu ganhei de presente do meu marido, a Alana uma bulldoginha linda, com 2 meses de vida.
Ela entrou em nossas vidas (Jaqueline e Hugo), pra mudar muitas coisas, mas principalmente para nos trazer alegrias, carinho e muito amor pela minha bebe de 4 patas(como eu falo para meus amigos e familia). Ela é muita ativa, danada, bagunceira, reclamona, rocandora, peidoreira(como meu marido fala), adora morder tudo, adora morder um dedão do pé, adora destruir seu tapete higiênico, briga com sua cama. Adora brincar com uma garrafa pet, que ela adotou como brinquedo.
Quando eu chamo a atenção dela, por alguma coisa errada, ela dica #chateada( como se diz por ai), deita em sua cama ou qualquer outro lugar, e fica com aquela carinha de carente, se falo com ela, ela nem me da confiança. Alana está na fase de morder tudo o que vê pela frente, inclusive nós (Jaqueline e Hugo), outro dia brincando com ela na sala de casa, ela mordeu as axilas do meu marido, foi hilário.
Não gosta quando eu vou colocar colírio em seu olho,por causa do olho de cereja que ela tem. Não vejo a hora da Alana ir passear, viajar com a gente por ai.
Vão vir muitas outras histórias da Alana.
Amo essa minha bebe de 4 patas.”

Jaqueline Rogeria da Silva

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Vem aí 16ª Edição da Revista Bulldog Show!

15 ª Edição

Pessoal, interessados em anunciar na BULLDOG SHOW 16, favor enviar e-mail ou mensagem inbox.
revista@bulldogshow.com.br

Segue link com a última edição online da revista:

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