Ciclo Reprodutivo

A reprodução nos cachorros em geral é rápida, com 2 meses de gestação e seis semanas de amamentação. A dentição está definitiva aos cinco meses e a maturidade sexual é alcançado com um ano.

O cio, período fértil, ocorre a cada 6 meses, sendo normalmente em Janeiro e Agosto, tendo duração média de 21 dias. Após do décimo dia que a cadela “aceita” o macho, o chamado estro, isto pode durar até 3 dias.

Sabemos que a reprodução do Bulldog Inglês não é fácil. Os principais motivos são a sua anatomia e fisiologia. O macho tem dificuldades em cobrir a fêmea, devido ao seu peso e cansaço rápido, tornando o acasalamento difícil. Por isso a inseminação artificial é bastante utilizada. Ainda, a taxa de fecundidade é baixa e o número de fêmeas inférteis é alto.

As fêmeas tem quadril estreito, dificultando o parto, pois a cabeça dos filhotes é larga. Sendo assim, o parto sempre é difícil, motivo das cesarianas ocorrerem em número elevado. É imprescindível a intervenção de um veterinário durante o procedimento de parto.

A falta de tais cuidados leva muitas vezes a morte dos filhotes ou até mesma da mãe. Então, lembrem-se, mesmo criadores experientes encontram essas dificuldades, por isso, você, simplesmente o dono de uma bulldgozinha linda, busque auxílio médico quando ela estiver prenha. Tenha o acompanhamento durante toda a gestação e, principalmente, no parto.

Não corra o risco de ficar sem a ninhada ou sem a sua amada cadela.

Eduarda Volpatto – Criadora de conteúdo Bullblog e Bulldog Club

O filhote ideal (Parte 02 – Físico)…

Bullprime Just Me aos 100 dias de vida

Se você leu o artigo anterior e realmente ficou decidido a adquirir um filhote de bulldog, seguem novas dicas do criador Pedro Lóes (Canil Bullprime):

A melhor idade para se escolher um filhote de Bulldog é com uns 5 ou 6 meses de idade… onde os possíveis defeitos já serão aparente… mas como na cultura do Brasileiro… filhotes com essa idade são filhotes “empacados”… nós criadores somos obrigados a vendê-los ainda muito bebês… mas segue umas dicas para q a escolha seja a mais acertada… a idade ideal para se analisar um filhote de Bulldog é com aproximadamente 8 semanas de vida… onde já conseguimos ver as seguintes qualidades:

– Rabo;
– Olhos;
– Nariz;
– Layback;
– Orelhas;
– Ossatura;
– Angulação;
– Movimentação;
– Linha de dorso;
– Largura mandíbula;
– Formato das patas;
– Formato da cabeça;
– Profundidade de peito;
– Proporção(cabeça/corpo);

com está idade conseguimos ter uma boa noção de como ele será na fase adulta… dizem os mais vividos e experientes criadores da Europa… que o filhote qndo visto nessa idade… dificilmente será diferente na fase adulta… ou seja se um filhote apresenta algum defeito com 8 semanas… não se acredita q ele irá arrumar esse defeito na fase adulta… e qndo com 8 semanas ele apresenta uma qualidade muito notória… provavelmente na fase adulta será bem destacada…!!!

Pedro Lóes

giba-criadorcolaborador

Gilberto Medeiros

Colaborador do Bullblog e Criador de Bulldogs desde 2003

Canil Reserva do Rei

O filhote ideal (Parte 01 – Temperamento)…

Bullprime

Olá Pessoal!

No blog do amigo e criador Pedro Lóes (Canil Bullprime) encontrei e achei muito interessante o artigo que segue, o qual traz dicas muito interessantes àqueles que estão pensando em adquirir um filhote.  Vale a pena conferir!

Segue umas dicas para vc q pensa em ter um cachorro ou conhece alguém q está entrando ou pensa em entrar nesta aventura… as informações a seguir certamente serão de grande utilidade e farão toda a diferença entre o sucesso e o fracasso do novo membro da família… uma escolha correta da raça é sem dúvida muito importante.

O 1º passo… qndo vc já decidiu a melhor raça (Bulldog)… é ler mais de uma vez o padrão racial ( http://www.cbkc.org/padroes/pdf/grupo2/bulldog.pdf ) e conhecer alguns canis… conversar com os donos e visitar as instalações para verificar as condições da criação… é também muito importante conhecer o pai e a mãe da ninhada… é interessante observar também o comportamento do criador: se ele fala q a raça é perfeita, q seus filhotes são muito inteligentes… não fazem bagunça, adoram crianças… aprendem a fazer xixi no lugar rapidinho e etc… desconfie!

Um bom criador não tentará enganá-lo na hora de vender um filhote, inclusive, alguns vão até mesmo desencorajá-lo para se certificar q vc além de decidido, será um bom “pai” para os seus bebês, vc já escolheu a raça, o criador, agora vamos escolher seu novo gordinho.

Existem várias formas de analisar o comportamento de um filhote… a primeira delas é observar a diferença no comportamento entre os vários membros da ninhada… caso seja sua primeira vez e você tenha alguma dificuldade… peça ajuda para o criador que certamente tem mais experiência no assunto, quando observamos uma ninhada o importante é tentar perceber o papel de cada um dos filhotes nesta “matilha” e com isso identificar algumas características importantes, quantas vezes a gente escuta: – Cheguei na casa do criador e nem tive que escolher um filhote, o “Bolinha” que me escolheu! Foi amor a 1ª vista! Ele me viu e veio correndo em minha direção todo se chacoalhando, ou: – Fiquei com tanta peninha, era o menorzinho, ficava todo encolhidinho no canto… os outros filhotes nem deixavam ele comer… acabei ficando com ele, ou ainda: – Ah, era o mais esperto da ninhada, andava na frente de todos, comia primeiro, não tinha medo, era o mais forte, é claro que me apaixonei!

Pois é, todo mundo tem uma primeira impressão dos filhotinhos mas a grande maioria não sabe o que esses sinais vão representar no futuro, o filhote que vem correndo em direção a qualquer pessoa que se aproxima, certamente vai ser um cachorrinho mais sociável, que gosta de gente, não muito medroso, aquele que fica no cantinho deve ser o mais submisso da ninhada, ou muito tímido, um cachorro que pode ser excelente se for bem estimulado, mas pode se transformar em um cachorro agressivo por ser muito medroso, o último caso também é preocupante, um cachorrinho muito esperto que certamente tem um grande espírito de liderança pode se transformar numa encrenca se o dono não tiver pulso firme e muita vontade de trabalhar esse gorduxo.

Esses cachorrinhos costumam disputar liderança com o dono e com toda família as vezes por toda vida e podem ser especialmente complicados se na casa tiverem crianças, o ideal é ficar com algum dos cachorros intermediários nem o mais submisso, nem o mais dominante, para ajudar a fazer a escolha certa existem alguns testes de temperamento de filhotes, apesar de controversos (muita gente acha que não funcionam) podem ser excelentes aliados no momento de decisão… o teste de Volhard é o mais usado e foi desenvolvido para identificar cães com bom potencial de obediência, mas pode ser usado para avaliar o temperamento geral de um filhote este teste não é muito simples e deve ser usado com cautela, muitos especialista não recomendam a sua execução por leigos, a interpretação pode ser toda distorcida se não for aplicado da forma correta.

Vou apenas explicar alguns exercícios e o q eles significam… o ideal é q os testes sejam aplicados qndo o filhotinho tem entre 7 e 8 semanas de vida… q coincide com a época q vc deve trazê-lo para sua casa… começamos colocando o bichinho no chão… em um lugar desconhecido… nos afastamos um pouco… agachamos e chamamos o pequeno com palmas e falando em um tom de voz suave a alegre… devemos então observar como o filhotinho vem ate nós: se ele vier prontamente… todo empinadinho… pular e até tentar morder a nossa mão… temos um cachorro bastante dominante… se ele vier somente empinadinho e subir diretamente no colo… é um cachorro menos dominante… se vier meio agachado ou encolhido… é mais submisso… se não vier… provavelmente será um cão medroso ou com pouco interesse em seres humanos… dpois levantamos e começamos a andar: o filhotinho dominante… irá nos seguir prontamente… todo empinado e mordendo o nosso calcanhar… se não for tão dominante… só irá seguir-nos com uma bela postura… se for mais submisso andará agachado … se o cachorro não seguir… será um cachorro mais independente… em seguida… pegando o filhotinho com todo cuidado do mundo (lembre-se ele é só um bebê e a última coisa q queremos é q ele fique assustado) colocamos deitado no chão de barriga pra cima… colocamos então nossa mão aberta sobre o peito dele e observamos sua reação: filhotes mais dominantes vão espernear mais… alguns vão até rosnar e tentar morder nossa mão… os muito tímidos… vão ficar imóveis… com o rabinho entre as pernas e ate fazer esforço para evitar olhar nos nossos olhos… um filhotinho intermediário… vai espernear e até ganir um pouco… parar… espernear mais um pouco… e assim ate se acalmar… não se esqueça… é muito importante fazer isso com o máximo de gentileza possível… por último… pegamos o filhotinho com as duas mãos e colocamos seu rosto próximo do nosso e observamos sua atitude: filhotes extremamente dominantes vão rosnar e tentar morder nosso rosto… filhotes independentes… vão tentar ir embora… filhotes muito submissos e tímidos… vão evitar contato com os olhos… filhotes q tentarem lamber nosso nariz… são menos dominantes e q não ficam sentidos com tanta facilidade… bom… dpois de submeter o pobre bichinho a esse batalhão de provas… vamos tentar entender qual filhotinho é melhor pra cada um de nós… uma família com crianças ou pessoas muito tímidas com dificuldade em dar ordens devem procurar evitar filhotes muito dominantes… os filhotes mais dominantes costumam ser também muito inteligentes… mas só escolha uma encrenca dessas se você estiver preparado para um grande desafio por toda vida e se vc for uma pessoa de caráter forte… aqueles cachorrinhos muito tímidos… também merecem donos especiais… muitas vezes eles acabam não sendo boa companhia (ainda mais se vc tiver uma criança em casa) e podem ser muito medrosos… se vc se encantou por um deles… saiba q vai ser necessário muito trabalho e muita dedicação principalmente nos primeiros meses para fazer dele um cachorrinho sociável e menos medroso…!!!

Pedro Lóes

 

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Gilberto Medeiros

Colaborador do Bullblog e Criador de Bulldogs desde 2003

Canil Reserva do Rei

Raças de cães mais quietas

São cães que latem muito pouco e quando latem é só quando algo extremo acontece (uma visita inesperada, um barulho estranho ou uma situação de emergência).

Para facilitar ainda mais, separamos essas raças por porte.

Porte pequeno

Cavalier King Charles Spaniel
Greyhound
Pequinês
Bulldog Francês
Shiba Inu
Cão de Crista Chinês

Porte médio

Shar Pei
Whippet
Basenji
Bulldog Inglês

Veja aqui todas as raças de porte médio.

Porte grande

Collie
Setter Irlandês
Leão da Rodésia
Golden Retriever
São Bernardo
Bullmastiff
Bernese Mountain Dog
Mastiff
Dogue Alemão

Eduarda Volpatto – Criadora de conteúdo Bullblog e Bulldog Club

Gene da cor do pêlo e gene da cor dos olhos dos filhotes de Bulldog.

Observações que devem ser levadas em conta na hora de analisar uma ninhada de Bulldog.



Gene da Cor do Pêlo dos filhotes de Bulldog

A coloração dos filhotes de Bulldog nem sempre é uma coisa fácil para estabelecer porque a maioria dos vermelhos nasce quase na cor cinza, depois os pêlos acizentados do neo-nato vão se clareando logo dentro das primeiras semanas e mudando a tonalidade para o vermelho.

Os filhotes cor castanha podem ser, novamente, muito enganosos e nem sempre é possível distinguir entre essa cor e o vermelho, até que transcorram várias semanas após quando o filhote estiver bem mais crescido.

Já os filhotes de Bulldog gene cor tigrado (Brindle) nem sempre apresentam as raias negras na nascença, mas depois de um ou dois dias normalmente começarão a surgir os sinais indicadores de raias ao redor da área de cabeça e nas pernas.

Não tenha pressa para registrar filhotes de Bulldog se você não estiver seguro das cores que realmente eles têm, melhor é esperar mais uma ou duas semanas do que registrá-los incorretamente.

Descarte da criação e da aquisição os bulldogs de genes cor Negro, cor de fígado, cor cinza rato, cor cinza weimaraner (conza aço), e gene cor chocolate, porque são genes de cores totalmente fora do padrão. O padrão indica claramente que a cor negra é altamente indesejável para essa raça, e isso significa, apenas, que reproduzir cães com gene de cor banida apenas para atender interesses pessoais e/ou ganhar dinheiro fácil, é prestar um desserviço a raça bulldog. Desse modo fique alerta para não comprar “gato por lebre”.

O Gene da Cor dos Olhos

Gene da cor dos olhos é outro assunto que parece causar preocupação a alguns criadores que estão comprometidos com a criação séria. Os olhos dos filhotes de Bulldogs estarão naturalmente azuis acizentados quando forem abertos ao redor dos doze dias de idade e essa cor mudará em poucas semanas para um marrom escuro e, esperançosamente, ficará muito escuro, quase preto.

Cada ano uma porcentagem de filhotes de Bulldog nasce com olhos verdadeiramente azuis, que são uma coisa diferente e inteiramente indesejável.

Trata-se ds olhos azuis que em certos filhotes de Bulldog não demonstram nenhum sinal de escurecimento com o passar do tempo. Filhotes de Bulldog com olhos azuis surgem de vez em quando durante os anos e não são, certamente, um fenômeno novo.

É necessário que o proprietário tenha consciência que por estar com essa falta, o bulldog posteriormente será pesadamente penalizado nas exposições, uma vez que padrão racial determina que a raça, obrigatoriamente, deve apresentar olhos muito escuros – quase, se não totalmente, preto, deve-se ter em mente que trata-se de uma falta que, mesmo não comprometendo a funcionalidade, e mesmo com o benefício de não causar desconforto ao filhote, é considerada uma falta séria do ponto de vista estético.

Tendo dito isso, o que NÃO deve ser feito é criar cães ou cadelas que apresentem essas faltas, pois isso seria um grande desserviço para a raça uma vez que estaríamos fixando esses genes indesejáveis no pool genético da raça.

Mobilidade

Filhotes de bulldog podem, notoriamente apresentar vagarosidade quando começam a firmar as patas (levantar). Ideal que, antes das três semanas de idade eles estejam maior parte do dia em local onde o piso seja áspero que os ajude a ficar em pé sem maiores dificuldades.

É muito importante, para ter certeza que eles podem adquirir boa tração, que o chão da caixa de partos esteja coberto com um tipo de forro que não seja escorregadio. Essa providencia é deveras importante até mesmo se tratando de filhotes minúsculos. O forro de jornal, aparte de ser incômodo devido a química contida nas tintas usadas para impressão tipográficas também para a tração é muito liso e prejudicial quando se tem a expectativa que filhotes pesados estão aprendendo a caminhar. Um tipo de tecido de algodão cru, com os que utilizados para fazer redes de descanso, toalhas com rala felpa ou até mesmo mantas, é mais satisfatório. Todo esforço deveria ser feito e todo encorajamento deve ser dado para que os filhotes de Bulldog possam firmar as patas para se levantar e, sobretudo isso deveria ocorrer antes que eles ficassem muito pesados. Filhotes novos, antes de completar quatro semanas de idade, podem caminhar normalmente, até mesmo se só a curta distância. Se a sua ninhada estiver demorando a firmar as patas e não estiver apresentando nenhum sinal de que pode fazer isto, então você deve contatar um experiente criador para que ele analise a situação para poder contribuir com sugestões que ajudem a encontrar um melhor curso de ação.

Um outro ponto importante. Na hora comprar um filhote que seja muito importante a ponto de ser destinado para atuar como reprodutor (raçador) pergunte se os testículos desceram para a bolsa escrotal no período certo.

Até mesmo que o filhote esteja sendo vendido puramente para servir de mascote os testículos devem estar alojados na bolsa escrotal, se ainda não estiverem é aconselhável informar isto aos novos donos que devem ser esclarecidos sobre a questão e riscos. Esperançosamente, é possível que este problema se corrigirá dentro da semana seguinte ou de duas semanas posteriores, embora isto é algo que ninguém pode prever e nem garantir. Melhor seria, então, o interessado buscar outro filhote macho com os testículos já alojados na bolsa.

Cores fora do padrão da raça devem ser descartadas de programas de criação:

O gene do pêlo de cor negra – pesquise antes de adquirir:

1) Busque revistas antigas e atuais editadas pelo The Bulldog Club of América, The Bulldog Club Inc, The British Bulldog Club, The Bulldog Club do Brasil para verificar que na gama de fotos de bulldogs ali publicadas comprovadamente inexiste imagens de bulldogs na cor negra.

2) Verificar-se-á nesses magazines publicados pelos bulldog clubes que canis que ali anunciam ou são entrevistados dedicam-se a praticar uma criação séria, ética e responsável. As fotos demonstram uma filosofia de criação de respeito e compromisso com o standard da raça bulldog. Trata-se de canis engajados na tarefa de bem criar realizando o aprimoramento da raça bulldog. Cores da capa do bulldog são resultantes de seleção, trata-se de opção do criador (planejador da procriação) não acontecem por acaso. Por isso os criadores responsáveis propositalmente e através da seleção evitam que sejam fixados os genes indesejáveis da cor indesejável no pool genético da raça nos exemplares do seus plantéis.

Bulldogs Mestiços com genes indesejáveis ocultos no genótipo do híbrido:

Os bulldogs com cores “fora do padrão” e/ou de cor “altamente indesejável”, podem ter origem dúvidosa.

Uma mestiçagem de bulldog de cor vemelha com um bulldog francês de cor negra, por exemplo, pode gerar híbridos com fenótipo similar ao bulldog, enquanto outro filhote apresentará o fenótipo similar ao bulldog francês, sejam portadores de cores distintas, umas aceitas pelo padrão do bulldog, outros de cor negra que é aceita somente no padrão do francês, já que a cor negra e a pelagem negra e branca (half-and-half) são admitidas na paleta de cores do standard da raça bulldog francês.

A mistura permite gerar filhotes com fenótipo de bulldog mas com a cor negra presente no bulldog francês (um dos pais) porque esse genes da cor consta no genótipo de um dos pais passando a ser transmido às gerações psoteriores mesmo que futuramente sejam nascidas de pais com a cor padrão. Desse modo alguém que adquire um filhote na cor padrão (sem saber que trata-se de híbrido), após esperar a maturação e a época exata para reproduzí-lo, faz uma correta opção na seleção quando elege outro bulldog com cor padrão para agregar como composição para o par complementar nessa empreitada de reprodução, mas se decorridos 2 meses de gestação constatar que houve nascimento de filhotes na cor padrão, mas também de um ou mais filhotes com a indesejável cor negra, isso apenas significa a ação da lei do hibridismo, pois, aquele genótipo está contaminado pelo gene da cor negra nele irresponsavelmente afixado. A suspeita de hibridismo é correta e evidente.

Ocasionalmente ouvimos dizer que um casal de fulvos ou de vermelhos teve filhotes tigrados. Isto é possível se um indivíduo for de “genótipo e/e” (o portador de tigrado) e o outro indivíduo pelo menos tiver no genótipo um “E” ou alelo de “Em”. Nos cães da raças: bulldog francês e Afgan Hound esta situação pode surgir, especialmente se o tronco de um dos pais derivar de estirpe que contabiliza linhagem com mais de 3 ancestrais com a mesma cor tigrada.

Se o filhote adquirido com cor padrão, ao se tornar adulto e for reproduzido estranhamente gerar filhotes de cor negro / cor de fígado porque no genótipo desse animal tem o gene da cor indesejável, sabendo que trata-se de cor altamente indesejável, isso se converterá em grande prejuízo para o proprietário consciente desejoso de atuar como criador responsável que pretende reproduzir cães afinados com o padrão racial. É óbvio que exsitem pessoas comprometidas com o aprimoramento da raça e com a reputação do canil e esse tipo de criador removerá do seu plantel aquele exemplar defeituoso para não comprometer o afixo do canil. Apesar de ter se tornado uma vítima da “da má criação”, irá retomar o rumo da correta, ética e responsável criação da raça bulldog.

Procriar cães mestiços não é o mesmo que procriar cães puro sangue. Os descendentes desse tipo de cruza sempre terão fixado no genótipo o genes da outra raça (talhe, formato de orelhas, a cor negra) que pode não se manifestar em alguns filhotes naquele instante, mas sempre se manifestará nas futuras proles futuramente desvalorizando muito aquele tronco híbrido. A criação irresponsável, antes que selecionar animais de pura raça e atender os ditames contidos no padrão racial, prefere o caminho da aventura, sendo complascente e estimulando a procriação de animais defeituosos.

OBS: Se um filhote de bulldog de cor negra for animal puro sangue, obrigatóriamente terá que apresentar ambos os pais na cor negra, ou apenas um dos pais deve ter a cor negra, ou os avós devem vir de linhagem de bulldogs negros. Inexiste a possibilidade de filhotes negros nascerem de pais e avós com cor padrão, exceto que seleção refine pigmentação de tigrado muito muito escuro, como veremos a seguir.

Seleção equivocada ou proposital objetivando gerar bulldogs negros:

O gene da cor negra não deve fazer parte do pool genético da raça bulldog, assim como o gene do nariz duddley (nariz cor marrom ou fígado) que foi abolido porque na raça bulldog trata-se de um gene dominante. Se tivesse sido permitido quando o standard da raça bulldog foi elaborado em 1865, certamente, hoje, os bulldogs teriam apenas o nariz de cor marrom, como vemos na raça Dog de Bordeaux, que, pela mesma razão, teve o nariz pigmentado de negro extinto.

Bulldogs negros trata-se de uma falta que, mesmo não comprometendo a funcionalidade, e mesmo com o benefício de não causar desconforto ao filhote, é considerada uma falta séria do ponto de vista estético.

O bulldog com um manto negro sólido pode ser obtido via seleção constate, sempre separando para futura reprodução os filhotes nascidos marcados pela cor tigrada mais escura encontrada entre os filhotes das ninhadas.

Se a cada geração o proprietário for selecionando para reprodução os tigrados que forem mais fechados (os mais escuros), em poucas gerações naquele tronco serão manifestados os primeiros bulldogs negros.

O gene do tigrado está num cromossomo diferente que é o MC1R (o lócus de E). A presença do tigrado é dominante, para sua ausência é requerida somente uma cópia de Br, desde que os outros genes que interagem sejam do genótipo correto.

Os bulldogs duddleys também podem ser produzidos através de seleção, mas é incorreto criar cães da raça bulldog para que tenham um nariz marrom ou cor de fígado, mesmo que o criador tenha o poder, via seleção, de fixar o gene cor marrom do nariz do bulldog.

O criador tem o poder de produzir o bulldog visando o aprimoramento da raça para alcançar a excelência de qualidade ou, por outro lado, produzir cães medíocres e fora do padrão da raça, apenas para satisfação pessoal e por motivações particulares porque prefere criar na contra-mão do que seria a correta seleção da raça.

Os criadores sérios e éticos (diga-se éticos no trato e manejo da raça, éticos no relacionamento com os colegas, e éticos no relacionamento com o público) dedicam-se a promover a criação de bulldogs selecionando a cor e outros atributos a cada geração afinados com os ditames descritos no padrão da raça. Por esse compromisso devem ser descartados todos os bulldogs portadores de pelagem cor negra ou cor de fígado (e com outras cores apontadas como fora do padrão racial, como é o caso do cinza aço ou cinza rato); Assim como os bulldogs com olhos na cor azul, cor verde e na cor laranja (âmbar), e bulldogs portadores de nariz com áreas despigmentadas. É por isso que nas revistas e nos sites dos Bulldog Clubs verifica-se inexistência de imagens de bulldogs com tais defeitos, as revistas mostram a realidade da criação da raça feita por veteranos e responsáveis criadores. Os amadores não pertencem a esta classe e infelizmente optam por seleção perniciosa a raça quando decidem se interessar por procriar bulldogs cor negra para atender seus próprios anseios sem se dar conta que tal atitude causa prejuízo a raça e a terceiros. Em síntese, uma rápida pesquisa revela que nos grandes centros de reprodução de bulldogs inexiste bulldogs negros agraciados com títulos.

3) Onde existe cinofilia ética e séria o standard é valorizado e por isso é seguido em todos seus aspectos por todos que almejam compactuar o compromisso coletivo de beneficiar a raça, já que o standard é fruto de um trabalho em conjunto que envolve todos os criadores de bulldog ao redor do mundo operando em prol da raça bulldog. Por isso o standard é respeitado e principalmente é alavancado pelos criadores sérios e éticos, desde os mais famosos até os criadores mais humildes e iniciantes, o que não ocorre com alguns amadores que apenas desejam especular.

O Standard visa preservar as virtudes do fenótipo do bulldog original e mundialmente famoso, para que essas virtudes estéticas não se deteriorem quando esses cães forem procriados amadores desinformados ou por aventureiros especuladores que não têm compromisso com a raça porque criam apenas para atender seus interesses pecuniários e obter um lucro fácial aproveitando a falta de informação.

Deverá criador ético e responsável remover do planejamento de procriação os bulldogs defeituosos, de cor negro, olhos azuis, verdes ou cor de âmbar, e seguir criando priorizando a correta seleção da raça visando obter a cada geração um aprimoramento da raça, buscando geração de filhotes com a estética correspondendo ao descrito no padrão racial, e nunca deveria tentar “transformar um limão numa limonada”, jamais reaproveitando rebotalho apenas para não sofrer as ocasionais perdas financeiras presentes comumente em todas atividades, porque criar também implica aceitar as perdas que surgem algumas vezes com descarte de algum filhote nascido com defeito. Um filhote defeituoso nunca deve ser oferecido como “raridade da raça” porque isso é um engôdo, é um ato de má fé, é se aproveitar da falta de informação. O bulldog defeituoso é “raridade” exatamente porque os criadores sérios e responsáveis descartam animais nascidos com tais características o que faz com que esse tipo de defeito esteja em menor número na natureza.

O filhote defeituoso deveria ser doado. Aqueles que desejem pagar por esse tipo de cão devem compreender que o máximo de valor a ser pago por um filhote de bulldog cor negro seria 1/10 do valor de mercado e o novo dono deve ser obrigatoriamente informado sobre o defeito do produto que está adquirindo, corretamente esclarecido que trata-se de um filhote “out breed”, portador de falta séria e por isso um cão fora do padrão da raça que nunca deve ser reproduzido. Essa é a postura recomendada para minimizar o prejuízo de quem está adquirindo para que posteriormente o mesmo que comprou de boa fé não se sinta lesado.

O alerta encaminhado a todo admirador da raça bulldog não familiarizado com o complexo standard da raça bulldog, que poderia vir a se tornar a próxima vítima de espertalhões, se de boa fé adquirisse bulldog de cor negra, oferecido como “raridade” por esses especuladoes que apenas desejam obter um lucro fácil praticando criação danosa a raça. Muitos bulldogs que deveriam ser descartados da criação acabam sendo usados por alguns praticarem a “má criação da raça”, degenerando-a quando reproduz cães propositalmente fora do padrão.

Além disso criadores sérios e éticos selecionam cães balizados pelas características da raça descritas no padrão, assim se o standard do bulldog reza que a cor negra é altamente indesejável, ninguém de sã consciência iria fomentar criação de cães fora do padrão porque trata-se de cães altamente desvalorizados. Procriar cães fora do standard seria semelhante a entrar uma maratona com o objetivo de buscar o último lugar na colocação geral.

Assim, fique atento, se te oferecem bulldog cor negro ou cor de fígado; E se te oferecerem bulldogs de olhos na cor verde ou azul; Ou se tentam empurrar para cima de ti um bulldog portador de nariz despigmentado: o malhado (buterfly), cor de fígado, de cor rosa ou de cor de carne (duddley); Decline da oferta…Vão te dizer muitas argumentações que parecem enredo de novela mexicana, alguns falarão que trata-se de “raridade a preço de ocasião” e tem todo aquele blá-blá-blá e chorulemas onde o vendedor aético dirá que é uma vitima do destino que é ingrato, e que existe uma conspiração contra ele (teoria da conspiração), mas é tudo conversa fiada, não caia nesse conto do vigário, o bulldog negro trata-se apenas de um cão desvalorizado…Na verdade trata-se de bulldog extremamente desvalorizado, sem valor de mercado que sua propcriação resulta em mera perda de tempo, não entre nessa aventura, pois, esse tipo de cão não deve ser reproduzido, assim, lembre-se: Se “estão tentando te oferecer gato por lebre”… Conheça a raça bulldog antes de adquirí-la e busque sempre um filhote com um criador sério, ético e responsável.

deve-se ter em mente que trata-se de uma falta que, mesmo não comprometendo a funcionalidade, e mesmo com o benefício de não causar desconforto ao filhote, é considerada uma falta séria do ponto de vista estético.

Tendo dito isso, o que NÃO deve ser feito é criar cães ou cadelas que apresentem essas faltas, pois isso seria um grande desserviço para a raça uma vez que estaríamos fixando esses genes indesejáveis no pool genético da raça.

Via Bulldog Club do Brasil
Autor BCB NEWS em 20/2/2013

Eduarda Volpatto – Criadora de conteúdo Bullblog e Bulldog Club

Atualização do Padrão oficial da raça.

Agora é oficial: Mudança na regra de padrão do Bulldog inglês : últimas alterações ao padrão akc da raça Bulldog (de interesse para os amantes da raça em geral e especialmente importante para os que concorrem ou julgam nos EUA).
No próximo dia 31 de agosto entra em vigor a nova versão revista do padrão bca / akc da raça bulldog que contém como mudanças fundamentais:

1. No que se refere aos olhos a nova versão indica que “Olho ( s ) Azuis, verdes ou coloridos são uma desqualificação”.

2. No que se refere à cor do manto se segue:
a cor do manto deve ser uniforme, puro em seu tipo e brilhante. As cores são vermelho, branco, fulvo, bayo, ou qualquer combinação dos anteriores. Os padrões e marcas podem incluir tigrado, partido, ” Tique ” (pequenas manchas ou bolinhas pretas ou de cor sobre fundo branco), ” Black máscaras ” (sombreamento preto ou escuro na cara), pontas pretas e uma quantidade mínima de Preto sólido nos partidos. Qualquer outra cor ou marcas são uma desqualificação. O padrão merle é uma desqualificação.

3. No que se refere às desclassificações:
Desclassificações:
Olho (s) Azuis, verdes ou coloridos
Nariz marrom ou cor fígado
Cores ou marcas não definidos no padrão
O padrão merle.

Eduarda Volpatto – Criadora de conteúdo Bullblog e Bulldog Club

 

Falta de apetite?

Fazer uma refeição saborosa é importante para que os cães recebam os nutrientes necessários para manter o corpo saudável. No entanto, apesar dos benefícios, muitos donos reclamam que, frequentemente, veem os potes de comida de seus cachorros cheios de ração. Eles se queixam de que os pets parecem não ter apetite e que não sabem o que fazer para resolver a situação.

Falta de apetite nos cães pode ser causada por virosesInicialmente, é preciso levar o cãozinho para uma consulta veterinária e, assim, entender o que está causando o problema. “A falta de apetite nos animais deve sempre ser investigada. Pode ocorrer por causa de estresse, mas na maioria das vezes, está associada a algumas patologias”, diz a veterinária Clarissa Galvão.

Doenças virais, como cinomose, coronavirose e parvovirose, estão entre as principais patologias capazes de tirar o apetite do cão. Mas, existem ainda outros problemas de saúde que provocam o mesmo efeito, como doenças hepáticas, doenças gástricas, intoxicações alimentares e até algo mais simples como a dor de dente.

Os cachorros não devem ser forçados a comer

No entanto, se nenhuma doença for detectada e não houver perda de peso, sua melhor opção é colocar a ração no pote e deixar o cachorro se alimentar quando estiver com fome. Forçar o cão a comer não adianta, já que eles só comem quando têm vontade. Esta atitude, aliás, pode prejudicar a alimentação do seu pet, facilitando o desenvolvimento da obesidade.

Deixar a hora da refeição mais divertida, fazendo com que o cãozinho se esforce para ganhar a ração por meio de brincadeiras, é uma possível solução para o problema, uma vez que batalhar pela comida está em sua genética. “Existem estimulantes de apetite, maneiras de tornar o alimento mais palatável e, em último caso, a indicação é a colocação de sondas de alimentação”, completa Clarissa.

Dra. Clarissa Galvão é médica veterinária, especialista em Clínica Geral e Nutrologia e atende no Rio de Janeiro. CRMV-RJ: 9996

*As informações apresentadas no artigo foram desenvolvidas com base nas respostas fornecidas pela veterinária Clarissa Galvão à redação. Caso seu cão apresente qualquer sintoma ou comportamento incomum, procure um veterinário.

Bulldog nos desenhos animados

De tão lindos e bem humorados, e também com cara de mau, eles ganharam fama até mesmo nos desenhos animados.

Tex Avery, o mesmo criador de Pernalonga, criou Bad Luck Blackie”, no qual o bulldog era o protetor do gatinho filhote.

Em “Tom e Jerry” o bulldog é o famoso Spike, criado por Joseph Barbera e William Hanna.


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Bulldog Pedigree

Vocês sabiam que podem pesquisar toda a linhagem do seu Bulldog através do site Bulldog Pedigree?

Sim isso mesmo, com o Pedigree do seu Bulldog em mãos no campo BUSCA no site Bulldog Pedigree, você digita o nome dos pais do seu cão completo e a partir dai o site te mostra a foto e os dados do Bulldog cadastrado, assim como todos seus ancestrais.

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Eduarda Volpatto – Criadora de conteúdo Bullblog e Bulldog Club

 

Fêmeas gestantes e filhotes

A gestação é um momento muito especial na vida da fêmea, por isso exige algumas considerações importantes. Os cuidados com a alimentação são muito importantes, já que a demanda de energia neste momento é maior que normalmente. Os cuidados alimentares iniciam antes mesmo do acasalamento ou inseminação e prosseguem até o desmame dos filhotes.

Via Reserva do Rei Bulldogs

Muito importante também é atentar se a fêmea não está obesa, já que a gordura excessiva pode prejudicar a função cardiovascular do animal entre outros e comprometer uma possível cesariana, pertinente no caso das bulldogas. Pode-se optar por alimentar uma gestante com ração para filhotes até o momento do desmame, assim recebe uma dose maior de proteínas e calorias, permitindo a formação adequada dos filhotes e do leite na hora da amamentação. A manutenção de exercícios físicos moderados, como caminhadas leves em horários menos quentes do dia, ajuda fêmea a manter bom condicionamento físico e facilitar na hora do parto, tanto parto normal quanto em cesarianas. É importante atentar que durante a gestação ocorre aumento significativo do útero e compressão dos demais órgãos abdominais, sendo assim o ideal é que se disponibilize alimento varias vezes ao dia sem permitir alimentos que venham a gerar fermentação no trato digestivo e possível desconforto.

Vale a pena lembrar a importância do acompanhamento das datas de cobertura ou inseminação e preparar-se adequadamente para o momento do parto, seja natural ou cesariana. Muito importante neste período de gestação é o acompanhamento do veterinário que decide quando é o melhor momento da realização de exames complementares como ecografia e exame de sangue para mensurar a progesterona. A gestação pode variar desde 57 dias até 70 dias, no entanto comumente o nascimento se dá por volta de 63-64º dia. Aconselha-se o preparo de um local confortável e seguro onde se possa deixar a fêmea e os filhotes, um local tranqüilo com acesso limitado de pessoas e animais. Não descuidar dos cuidados com os pontos cirúrgicos, como a higienização local, para redução dos riscos dos problemas pós-operatórios. O local escolhido para a fêmea ficar deve ter espaço suficiente para que possa urinar e defecar sem ter risco de atingir os filhotes e ser seguro para que nenhum dos bebês venha a cair em ralos, escadas. Também verificar se o local tem temperatura adequada aos filhotes, locais muito quentes e principalmente muito frios podem comprometer a saúde dos bebês, já que estes apresentam dificuldade na manutenção da temperatura corporal.

Fonte: site balcaomg

Por volta dos 20 dias os filhotes criam dentes e as unhas crescem, sendo assim podem começar a ferir a mãe durante a amamentação. O desmame acontece logo depois, por volta dos 30 dias com introdução da papinha de desmame e depois ração para filhotes recém desmamados. Por volta dos 45 dias os cães recebem a primeira dose da vacina polivalente, entre 21 e 30 dias depois se aplica a segunda dose e terceira dose no mesmo tempo e após os quatro meses de vida já é possível a administração da vacina anti-rábica. Geralmente são liberados dos canis com 2 meses de vida e só podem sair à rua após término da vacinação (as três doses da polivalente) de acordo com a orientação veterinária. Atentar bastante com a saúde da mãe após toda essa empreitada já que muitas vezes a fêmea perde energia e peso com o parto e a amamentação, ficando suscetíveis a outros problemas de saúde oportunistas.

Fonte: Dra. Viviane Dubal – CRMV/RS 8844

Eduarda Volpatto – Criadora de conteúdo Bullblog e Bulldog Club

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