19ª Copa Paulista, mais um SHOW da Abrabull!!!

Num evento que reuniu amantes e criadores da nossa querida raça Bulldog, em clima de muita alegria e confraternização, a Abrabull, com o patrocínio da Premier e apoio do KCSP, promoveu a 19ª Copa Paulista, mais uma grande exposição especializada, desta vez sob o julgamento do criador Steven Davison (Canil Brampton-UK). Em clima de pré Nacional, que será realizada em junho no mesmo local (Itapecerica da Serra-SP), tivemos 36 bulldogs em pista com elevada qualidade, tornando disputadas todas as classes. O BIS foi conquistado pela fêmea jovem Cherokee Legend Ursula (proprietários Gláucia Franco e Wesley Cavalcante – Canil Heralds Of The King) e o BOS foi dado ao Macho, também Jovem, Reserva do Rei The Dot Racer (proprietários Raquel Didonet e Gilberto Medeiros – Canil Reserva do Rei). Nos vemos em BREVE, até a 12ª Nacional Abrabull!

Cherokee Legend Ursula - BIS

Reserva do Rei The Dot Racer - BOS

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“Xixi” e “Cocô”

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Ensinar o cachorro a fazer xixi e cocô no lugar certo é uma das preocupações mais freqüentes dos donos de cães. Entretanto, o que muita gente não sabe é que existem diversos motivos para o cão não fazer as necessidades no local adequado. E, mais importante ainda, a maneira correta de treinar o peludo depende do quê está causando o problema.

Antes de mais nada é preciso entender que, para ter sucesso no treinamento de cães, é essencial saber como funciona a mente deles. O aprendizado dos cães é baseado em associações, feitas por meio de tentativas, erros e acertos. Uma associação que gera um resultado positivo e prazeroso para o cachorro fica fixada de forma intensa na memória, e tende a ser repetida até se tornar um hábito. Por exemplo, se ele ganhar um petisco todas as vezes que fizer xixi no lugar certo, vai tentar acertar cada vez mais. De forma contrária, uma associação que gera um resultado negativo para o cachorro tende a ser abandonada e esquecida. É por isso que o treinamento com recompensa (petisco, “muito bem”, brinquedo ou carinho) é muito mais produtivo do que o treinamento com punição.

É importante frisar que a associação só acontece como desejado se a causa e o efeito distarem entre si de no máximo poucos segundos. Ou seja, só adianta recompensar ou reclamar com o cão durante ou logo imediatamente após o ato. Se passar mais tempo, o cachorro fará a associação (positiva ou negativa) com o próximo evento qualquer que vier a seguir. Em outras palavras, não adianta nada, absolutamente nada o dono brigar com o cachorro quando chega em casa e encontra um xixi no lugar errado. O cachorro vai associar a bronca com a chegada do dono e não com o xixi no tapete.

13 Coisas que Aprendi sendo Mãe de Bulldog – Por Fernanda Lyra

Escrito por Fernanda Cecília

Chico - Priscila Fantin

Chico – Priscila Fantin

Amo ser mãe do Babaganoush, o melhor filho do mundo! Amo sentir meu amor de mãe crescer, evoluir e se multiplicar. E amo aprender com meu filho… e eu já aprendi muita coisa. Antes de fazer parte da Bulldogada Carioca (grupo de pais e mães de bulldogs) eu achava que várias das manias do Baba eram próprias dele. Contudo, após o convívio com outros buldogues, aprendi que muitas idiossincrasias dele são, na verdade, próprias da raça bulldog inglês. Queria dividir algumas delas com vocês.

  1. Eles praticam “Doga” (Yoga + Dog)

Se você acaba de receber seu filho adotivo na sua casa, se prepare. Já já ele irá praticar “downward facing dog,” estilo buldogue inglês. Patas fronteiras esparramadas no chão e patas traseiras esticadas, derrière nas alturas. Às vezes eles começam a se espreguiçar, com a intenção de deitar no chão e param na metade do processo, fecham os olhinhos e dormem naquela posição mesmo.

Comprovado: cachorros ajudam na paquera!

É mais fácil conseguir ajuda, conversar com outras pessoas e até obter telefone quando estamos acompanhados por um cão, conforme demonstrou um estudo publicado em Dezembro de 2008 na renomada revista científica Anthrozoos.

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Para testar a hipótese de que os cães funcionam como facilitadores sociais, foram feitos quatro experimentos, todos eles com e sem cão. No primeiro, um homem pediu dinheiro na rua. No segundo, uma mulher fez a mesma coisa. No terceiro, um homem deixou cair propositadamente moedas no chão para ver se as pessoas o ajudavam a recolhê-las. No quarto, um teste idêntico foi feito por uma mulher. Por último, um homem pediu o telefone de mulheres jovens na rua. Em todos os experimentos, constatou-se que os cães ajudaram as pessoas a atingirem seus objetivos.

Correr com seu cão: Alguns bons motivos para isso.

A cada dia, mais pessoas aderem à prática da corrida com seus cães. Conheça alguns bons benefícios dessa prática.

Jelly - Prop Jeeni Ribas

Jelly – Prop Jeeni Ribas

**CUIDADO REDOBRADO COM BULLDOGS E BRAQUICEFALICOS, AS PRIMEIRAS CAMINHADAS DEVEM SER CURTAS E ANTES DE MAIS NADA CONDICIONAR O CÃO PARA A MESMA, CADA RAÇA COM SUA PARTICULARIDADE **

A cada dia, mais pessoas aderem à prática de jogging (ou cooper), que consiste em correr num ritmo moderado e regular. Com o aumento de praticantes, houve também um aumento no número de pessoas que levam seus cães como acompanhantes em suas corridas diárias. Além de companhia, essa combinação traz diversos outros benefícios, tanto para você, quanto para o seu cão. Existe até uma modalidade oficial famosa, conhecida como Canicross, em que corredores e seus respectivos cães, correm juntos, unidos por uma espécie de coleira presa ao cachorro e à cintura do dono.


Se você gosta de correr, mesmo que eventualmente, conheça alguns bons motivos para levar seu cão com você: Ter um cão ao seu lado pode deixar a corrida mais prazerosa e menos maçante. É uma ótima maneira de combater a obesidade (para ambos). Seu cão não se importa com o que você está vestindo. Ele quer apenas sair com você. É um bom método para seu cão dar vazão àquela energia acumulada, que muitas vezes aparece em forma de agressividade. Para o seu cão nunca será tarde demais ou cedo demais para se exercitar. Ele sempre estará pronto para lhe acompanhar. Assim como as pessoas, cães se desenvolvem com exercícios. O exercício físico regular torna os cães mais felizes, mais saudáveis e mais fortes. Vai tirá-lo da rotina.

Se um cachorro fosse seu professor você aprenderia coisas assim…

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Quando alguém que você ama chega em casa, corra ao seu encontro.
Nunca perca uma oportunidade de ir passear de carro.
Permita-se experimentar o ar fresco do vento no seu rosto.
Mostre aos outros que estão invadindo o seu território.
Tire uma sonequinha no meio do dia e espreguice antes de levantar.
Corra, pule e brinque todos os dias.
Tente se dar bem com o próximo e deixe as pessoas te tocarem.
Não morda quando um simples rosnado resolve a situação.
Em dias quentes, pare e role na grama, beba bastante líquidos e deite debaixo da sombra de uma árvore.
Quando você estiver feliz, dance e balance todo o seu corpo.
Não importa quantas vezes o outro te magoa, não se sinta culpado… volte e faça as pazes novamente.
Aproveite o prazer de uma longa caminhada.
Se alimente com gosto e entusiasmo.
Coma só o suficiente.
Seja leal.
Nunca pretenda ser o que você não é.
E o MAIS importante de tudo…
Quando alguém estiver nervoso ou triste, fique em silêncio, fique por perto e mostre que você está ali para confortar.

A amizade verdadeira não aceita imitações!!!

A Despedida de um Cão.

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Neste momento só tenho que lhe agradecer… Agradecer por ter me acolhido, ter cuidado de mim a vida toda, me proporcionado momentos felizes e inesquecíveis, me dado uma família, um lar digno, essas lembranças levarei comigo aonde eu estiver!! Obrigado pela infinita paciência você me ensinou a ser um cão obediente e esperto…obrigada por ter perdoado tantas estripulias, tantas destruições, fiz tantas coisas erradas em seu tapete (era mais forte do que eu aquele cheiro me atraía muito), destruí tantos sapatos novos, arranhei tanto seu carro na tentativa de subir no banco, os passeios de carro eram meus prediletos, mas o que mais te incomodava era os buracos que fazia no seu quintal, cavando cavando… hh aquele cheiro da terra, eu me divertia enterrando meus brinquedos! Você para mim sempre foi a pessoa mais importante, colocava meu alimento, me escovava, me dava água sempre fresquinha e me dava muito carinho….Eu contava as horas todos os dias esperando você chegar do trabalho para te receber com muitas lambidas…algumas vezes você não tinha tempo para mim, mas sempre compreendi a pessoa ocupada e a vida corrida que tinha….

Viajando com seu Bulldog.

Está acabando as férias, hora de retornar para casa, mas viajar pode ser um momento de grande stress, tanto para nós, como para nossos pets. Para tornar a viagem um pouco mais confortável para ambos devemos dar atenção à algumas dicas importantes.

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1. Durante a viagem, mantenha o seu pet seguro num transportador ou cinto de segurança e sempre bem ventilado. Estes existem em diversos formatos e em diversos tamanhos e materiais. Certifique-se que o transportador tem espaço para o pet ficar em pé, sentado, para se movimentar e ser capaz de se virar sem dificuldade. É muito importante que esse transportador seja previamente usado em casa, para que ele se sinta à vontade dentro dele. 

Saber para opinar…

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Nota de Esclarecimento: O artigo em questão não é destinado àqueles que, de maneira determinada, vislumbraram uma oportunidade de negócio em detrimento ao padrão e, por conseqüência, a própria raça Bulldog. Então, caso você se enquadre nessa categoria, não perca tempo lendo as próximas linhas.

Por ignorarem o assunto, muitos desavisados comemoram toda vez que uma foto de um Bulldog de “pelagem rara” é publicada nas redes sociais.

Logo está formado um grande rebanho internético ovacionando o ser incomum…

A primeira reflexão a fazer é que o termo raça, tal qual aplicamos em nossa cinofilia, só existe graças ao seu respectivo padrão racial, simples assim! Por sua vez, o standard racial não é obra de extra-terrestres ou de algum ditador apaixonado por cães…

Ele tem uma história que começa com a gênesis da raça, sua funcionalidade, sua adaptação aos dias atuais e, principalmente, sua preservação.

No caso do Bulldog, muito mais realçada essa ultima função do padrão já que suas últimas atualizações foram motivadas, exclusivamente, pelo quesito saúde!

Sobre a história e o surgimento da raça, vale lembrar que a pelagem na cor preta, merle e outras aventuras comerciais, jamais estiverem presentes nos cães e nas “raças” formadores do que hoje denominamos Bulldog. Em outras palavras, o aparecimento de cães com essas pelagens são o resultado de verdadeiras exceções, por genes recessivos e que por isso mesmo podem trazer consigo problemas de saúde que não são comuns à raça ou aos cães de um modo geral.

Posicionando-se sobre o tema, cabe transcrever recente parecer do The Kennel Club, órgão máximo e o exclusivo responsável pelo padrão da raça:

“O Kennel Club não aceita o registro, incluindo cães importados, de qualquer Bulldog merle. Merle padronização – manchas de cor mais clara que aparecem no revestimento – é o resultado do gene M no cão . Existem dois alelos deste gene: M (revestimento) e m ( não- tri), com Merle ( M ), sendo dominante a não Merle ( m ). Em algumas raças, o efeito do alelo Merle ( M ) é denominado “dap” . Infelizmente , os efeitos do alelo Merle ( M ) não se limitam a perda auditiva e da visão associado com ele, em especial em cães que são homozigóticas para M ( cães que transportam duas cópias do alelo M). Como a cor merle não é uma cor natural nesta raça, e tendo em vista os problemas de saúde relacionados com o gene merle, o Kennel Club não aceitará o registro de qualquer filhote de Bulldog na cor Merle”

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Como se não bastasse, todos aqueles que querem transformar um acidente genético em uma variedade racial, por óbvio, estão preocupados em atingir um único e exclusivo objeto: produzir cães com pelagem “rara”!

Nesse caso o que aconteceria com todas as outras preocupações que deveriam nortear um cruzamento responsável? Em breve, associado à pelagem, teremos pessoas preocupados em cruzar cães para produzir exemplares com olhos em cores também “raras” e sabe-se lá quantas outras novas “raridades” e enfermidades poderiam surgiriam na carona destes modismos…

A imaginação e a imbecilidade humana seriam o limite! Sem dúvida alguma, esses seriam os primeiros passos para a degeneração da raça, para a destruição de tudo aquilo que demandou tempo e esforço pessoal de muitos criadores verdadeiramente apaixonados pelo Bulldog.

Quem cria com o mínimo de responsabilidade e profissionalismo tem tantas preocupações ligadas à saúde e ao padrão racial, que a cor da futura ninhada tem muito pouca ou quase nenhuma relevância! Inverter esse pensamento é um tiro no pé, uma verdadeira agressão e um desrespeito ao Bulldog.

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Antes que alguém resolva atacar lançando mão de algum infeliz argumento, lembro que o objetivo aqui não é negar o eventual nascimento de cães com essa pelagem, nem tampouco pregar o extermínio de filhotes portadores de faltas ou desvios do estalão.

A pretensão do presente texto é, acima de tudo, informar e fazer pensar, pois quem cria está sujeito a resultados inesperados e sobre os quais muitas vezes não se tem controle. Então tenha sempre em mente que explorar de forma aventureira modismos e falhas genéticas jamais pode estar associado à idéia de criador ou de raridade…

Gilberto Medeiros

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www.reservadorei.com.br

19ª Copa Paulista Abrabull

19ª Nacional Abrabull

19ª Copa Paulista Abrabull

Vem aí mais uma importante exposição realizada pela Abrabull dessa vez julgada pelo Criador Steven Davison – Canil Brampton, Inglaterra. Venha conferir e conhecer os melhores Bulldogs do plantel nacional em pista. A exposição ocorrerá em Itapecerica da Serra-SP, no dia 21/03/2015, nas dependências do Hotel Del Verde.