Saber para opinar…

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Nota de Esclarecimento: O artigo em questão não é destinado àqueles que, de maneira determinada, vislumbraram uma oportunidade de negócio em detrimento ao padrão e, por conseqüência, a própria raça Bulldog. Então, caso você se enquadre nessa categoria, não perca tempo lendo as próximas linhas.

Por ignorarem o assunto, muitos desavisados comemoram toda vez que uma foto de um Bulldog de “pelagem rara” é publicada nas redes sociais.

Logo está formado um grande rebanho internético ovacionando o ser incomum…

A primeira reflexão a fazer é que o termo raça, tal qual aplicamos em nossa cinofilia, só existe graças ao seu respectivo padrão racial, simples assim! Por sua vez, o standard racial não é obra de extra-terrestres ou de algum ditador apaixonado por cães…

Ele tem uma história que começa com a gênesis da raça, sua funcionalidade, sua adaptação aos dias atuais e, principalmente, sua preservação.

No caso do Bulldog, muito mais realçada essa ultima função do padrão já que suas últimas atualizações foram motivadas, exclusivamente, pelo quesito saúde!

Sobre a história e o surgimento da raça, vale lembrar que a pelagem na cor preta, merle e outras aventuras comerciais, jamais estiverem presentes nos cães e nas “raças” formadores do que hoje denominamos Bulldog. Em outras palavras, o aparecimento de cães com essas pelagens são o resultado de verdadeiras exceções, por genes recessivos e que por isso mesmo podem trazer consigo problemas de saúde que não são comuns à raça ou aos cães de um modo geral.

Posicionando-se sobre o tema, cabe transcrever recente parecer do The Kennel Club, órgão máximo e o exclusivo responsável pelo padrão da raça:

“O Kennel Club não aceita o registro, incluindo cães importados, de qualquer Bulldog merle. Merle padronização – manchas de cor mais clara que aparecem no revestimento – é o resultado do gene M no cão . Existem dois alelos deste gene: M (revestimento) e m ( não- tri), com Merle ( M ), sendo dominante a não Merle ( m ). Em algumas raças, o efeito do alelo Merle ( M ) é denominado “dap” . Infelizmente , os efeitos do alelo Merle ( M ) não se limitam a perda auditiva e da visão associado com ele, em especial em cães que são homozigóticas para M ( cães que transportam duas cópias do alelo M). Como a cor merle não é uma cor natural nesta raça, e tendo em vista os problemas de saúde relacionados com o gene merle, o Kennel Club não aceitará o registro de qualquer filhote de Bulldog na cor Merle”

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Como se não bastasse, todos aqueles que querem transformar um acidente genético em uma variedade racial, por óbvio, estão preocupados em atingir um único e exclusivo objeto: produzir cães com pelagem “rara”!

Nesse caso o que aconteceria com todas as outras preocupações que deveriam nortear um cruzamento responsável? Em breve, associado à pelagem, teremos pessoas preocupados em cruzar cães para produzir exemplares com olhos em cores também “raras” e sabe-se lá quantas outras novas “raridades” e enfermidades poderiam surgiriam na carona destes modismos…

A imaginação e a imbecilidade humana seriam o limite! Sem dúvida alguma, esses seriam os primeiros passos para a degeneração da raça, para a destruição de tudo aquilo que demandou tempo e esforço pessoal de muitos criadores verdadeiramente apaixonados pelo Bulldog.

Quem cria com o mínimo de responsabilidade e profissionalismo tem tantas preocupações ligadas à saúde e ao padrão racial, que a cor da futura ninhada tem muito pouca ou quase nenhuma relevância! Inverter esse pensamento é um tiro no pé, uma verdadeira agressão e um desrespeito ao Bulldog.

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Antes que alguém resolva atacar lançando mão de algum infeliz argumento, lembro que o objetivo aqui não é negar o eventual nascimento de cães com essa pelagem, nem tampouco pregar o extermínio de filhotes portadores de faltas ou desvios do estalão.

A pretensão do presente texto é, acima de tudo, informar e fazer pensar, pois quem cria está sujeito a resultados inesperados e sobre os quais muitas vezes não se tem controle. Então tenha sempre em mente que explorar de forma aventureira modismos e falhas genéticas jamais pode estar associado à idéia de criador ou de raridade…

Gilberto Medeiros

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www.reservadorei.com.br

19ª Copa Paulista Abrabull

19ª Nacional Abrabull

19ª Copa Paulista Abrabull

Vem aí mais uma importante exposição realizada pela Abrabull dessa vez julgada pelo Criador Steven Davison – Canil Brampton, Inglaterra. Venha conferir e conhecer os melhores Bulldogs do plantel nacional em pista. A exposição ocorrerá em Itapecerica da Serra-SP, no dia 21/03/2015, nas dependências do Hotel Del Verde.

 

Cachorros enxergam em preto e branco?

390647_161659917266824_1465023664_nCom certeza, alguma vez na vida você já parou pra imaginar qual é a visão que seu cachorrinho tem, e por ser uma grande curiosidade daqueles que já tiveram ou querem ter um cãozinho, é uma pergunta sempre muito mitificada. Afinal, como os melhores amigos do homem enxergam?

Primeiramente: Não, seu cãozinho não enxerga em preto e branco, mas por muito tempo os cientistas acreditaram que sim, e de qualquer maneira, os cachorros estão mais próximos disso do que nós. Na verdade, cães enxergam tudo numa escala de amarelos e azuis, além de não conseguem distinguir o vermelho do verde. Quer fazer um teste?

Cães que têm medo de barulhos.

Períodos de jogos de futebol, final de ano e festas juninas podem ser um martírio para donos de cães que têm medo de barulhos. Afinal, bombas, fogos e biribas podem assustar os cãezinhos mais sensíveis, que não foram acostumados com esses sons. Mas, alguns cães têm medo de outros sons, que não nos parecem tão assustadores assim, como aspiradores de pó, liquidificador e secador, por exemplo. Tremem, se escondem, não conseguem comer ou brincar. O que fazer?

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Primeiramente, é importante esclarecer que, quando apresentamos o filhote a diversos sons, barulhos, objetos e pessoas, as chances de que ele desenvolva medo é bem menor. É o que chamamos de sociabilização: acostumar o cão, dos dois aos quatro meses de vida, com coisas diferentes, com as quais ele vai conviver para o resto da vida, sempre fazendo associações positivas com petiscos, brincadeiras ou carinhos.

Por que os cachorros fazem cara de dó?

Simples: porque é irresistível. E eles sabem disso. Tanto sabem que usam e abusam dessas carinhas de coitados. Principalmente quando querem conquistar seu coração.

Foto - Aquarela

Foto – Aquarela

Foi o que os cientistas da Universidade de Portsmouth constataram. Eles analisaram os músculos faciais de 27 cachorros que estavam em abrigos de adoção. Com a ajuda de um dispositivo, conseguiram contar quantas vezes os cães levantavam a sobrancelha e arregalavam os olhos quando um possível dono se aproximava.

Alguns usavam mais esse artifício. E levavam a melhor. Segundo a pesquisa, os cães que faziam cara de dó levavam menos tempo para serem adotados.

Como eles sabem disso? Bem, os pesquisadores acreditam que os lobos tenham se dado conta disso: quando faziam essas carinhas fofas eram aceitos com mais facilidade no grupo de humanos. E isso ficou registrado na memória dos cães.

Espertinhos, não?

Fonte – Super Interessante

Calendário 2015 Bulldog Club

Bulldog Club lana a segunda edição do calendário 2015.

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A primeira edição com 200 unidades foi uma febre e por esse motivo a Bulldog Club esta lançando a segunda edição do calendário, com novos Bulldogs para cada mês do ano.

Confira mais clicando Aqui!

Para comprar o seu envie um email bullblog@bullblogingles.com

Bullbeijos!

Filhotes: 5 erros de comportamento dos donos.

De acordo com comportamentalistas caninos, 99% dos donos têm problemas com cães em decorrência da falta de regras.

No início, muitas pessoas acham graça ao ver um filhote destruindo o chinelo, rosnando para o dono ou brincando de cabo de guerra. Contudo, segundo especialistas, o comportamento do dono nessa frase é crucial pois 99% dos problemas que estes tem com seus cães decorrem da falta de imposição de regras nos primeiros meses de vida.
Os especialistas explicam que o comportamento do animal se constrói enquanto ele ainda é filhote e que este é o momento ideal para eliminar maus-hábitos e alinhar seu comportamento, já que até os três meses de idade a memória canina é similar a uma folha em branco.

Legjobb Poyol Brenda - Foto Bibbo Camargo

Legjobb Poyol Brenda – Foto Bibbo Camargo


Confira os cinco erros mais comuns dos proprietários com seus filhotes e dicas para suas respectivas soluções:
1. Falta de um líder: Os cães, por natureza, são animais de matilha e essa, por sua vez, necessita de um líder. Se nenhum morador da casa assumir esse papel, o filhote o assumirá. Portanto, desde os primeiros meses o dono deve se impôr como líder e deixar claro quem comanda o território.

Medo de fogos de artifício.

Saiba como evitar estresse dos fogos de artifício para seu pet.

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Cães e gatos têm audição sensível e medo pode colocá-los em perigo.
Animais devem ficar soltos para procurar local em que se sintam seguros. O barulho de fogos de artifício e rojões em dias de festas e jogos de futebol, como o da noite desta quarta-feira, pode ser perigoso a cães e gatos, que têm a audição bastante sensível e potencializada em até seis vezes com relação à audição dos humanos. Para evitar transtornos, a melhor opção, segundo veterinários, é prevenir e propiciar um ambiente tranquilo aos pets.

“O cão e o gato, por terem a audição muito sensível, podem colocar-se em situações de perigo pelo susto, pelo medo. Eles não entendem o que está acontecendo. Por isso o ideal é deixá-los mantidos em condições seguras e deixar que eles procurem um local que os faça sentir seguros”, diz ao G1 a veterinária Fernanda Kerr, da ONG Arca Brasil. É importante analisar o local em que o animal irá ficar para que ele não se machuque durante a queima dos fogos.

Cães e gatos devem permanecer em ambientes livres de grades em que possam se ferir e também sem coleiras para evitar que se enforquem. A tendência de animais amedrontados, de acordo com Fernanda, é tentar fugir para um lugar em que se sintam mais protegidos e, se estiverem sozinhos em casa, tendem a sair em busca de seus donos. “O ideal é não deixar o animal de estimação sozinho, principalmente se ele já tiver um histórico de medo. Ninguém melhor do que o dono para saber o que causa conforto e o que causa desconforto ao seu pet”, afirma.

Mesmo em casa, uma recomendação importante é tentar abafar a entrada do som. Colocar cobertores nas janelas e nas portas pode ser uma boa opção. Alguns animais ainda mais frágeis do que cães e gatos, como pássaros e animais silvestres, chegam a morrer em razão dos fogos devido a paradas cardiorrespiratórias. Os pássaros, portanto, devem ficar de preferência em locais onde o som seja abafado e coberto.

Veja dicas para evitar transtornos a pets durante queimas de fogos de artifício
COMPANHIA
Evite deixar seu cão ou gato sozinho. Em casas, eles tendem a fugir para buscar seus donos. Em apartamentos, há o risco de queda da varanda também em tentativas de fuga do animal.
DENTRO DE CASA
Animais que ficam em quintais devem, se possível, ser levados para dentro de casa e mantidos sem correntes ou coleiras. Eles podem se ferir no momento de medo.
LOCAIS FECHADOS
Escolha um cômodo que possa ficar fechado, isolado na casa e com pouca interferência do barulho de ambientes externos. Deixe que o animal procure um local da casa em que se sinta protegido.
ESCONDERIJOS
Para quem tem gatos, uma boa dica é deixar armários com as portas abertas para que eles encontrem espaços tranquilos onde se esconder. Cães também costumam ficam embaixo de camas. Deixe-os escondidos e não tente tirá-los do local escolhido.
PROTETORES AURICULARES
Protetores auriculares de algodão parafinado podem ser boas opções, mas causam desconforto para alguns animais. A melhor opção, portanto, é propiciar um ambiente tranquilo na hora da queima de fogos.
SEM TENSÃO
Evite passar a sua tensão para o animal. Há donos que os colocam no colo e ficam nervosos com a possibilidade do estresse do cão e do gato. Isso só intensifica o medo do animal.

Qual ração seu Bulldog mais gosta?

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Olá Bulldogueiros, estamos com um debate sobre os tipos de ração para Bulldogs, quem quiser pode deixar sua opinião aqui nos comentários ou na fanpage Bulldog Club, clique aqui!

Conte qual usa, que tipos de benefícios ela trouxe para seu Bulldog e se já trocou alguma vez.

Bullbeijos

Nosso parceiro Bulltropolis.

A Bulltropolis vem sendo destaque na venda de produtos da linha pet e muitos deles são especiais para o Bulldog Inglês, convidamos o Vinicius criador da Bulltropolis para ser nosso parceiro e gostaríamos de contar um pouco mais sobre esse trabalho que ele desenvolve. Sempre em busca de produtos para facilitar a vida dos proprietários e seus cães a Bulltropolis cresce a cada dia mais, trazendo produtos importados que são difíceis de encontrar nas lojas de  Petshop.
Colete salva-vidas Bulltropolis

Colete salva-vidas Bulltropolis

Fizemos algumas perguntinhas ao nosso parceiro Vinicius criador da Bulltropolis.
1 – Como começou o Bulltropolis?
Eduarda, a melhores idéias vem de momentos de decisão na vida, eu estava em um emprego que não me satisfazia e precisava criar algo que eu realmente gostasse. Quando eu tinha 12 anos meu pai era dono de uma agropecuária (loja de produtos para animais) no interior do Paraná. Foi o melhor emprego da minha vida! Eu quis resgatar aquela paixão por trabaljar com animais, mas precisava remodelar o tipo de negócio para 2013. Eu havia adquirido minha bulldog inglês há pouco tempo e tinha começado a frequentar os pet shops novamente.Percebi que ainda hoje os pet shops ainda vendiam os mesmos produtos que meu pai vendia em 1992 e também percebi que não havia quase nada para as necessidades especiais dos bulldogs. Como eu já tinha mais de 10 anos de trabalho em marketing, logo criei uma idéia de um e-commerce com produtos que atendiam as necessidades dos bulls, mas mais do que isso, trazia novidade de verdade. Criei o logo, nome, loja online e comecei a buscar produtos que eu sabia que atenderiam os bulls e seus donos, testamos os produtos como nossos parceiros do canil dell pro puppies e depois de muitas tentativas, 1 ano depois da primeira idéia a Bulltropolis foi finalmente inaugurada em junho de 2014.
Vinicius e sua Bulldog Catalina

Vinicius e sua Bulldog Catalina

2 – O que você leva em consideração na hora de escolher um produto para ser vendido no Bulltropolis?