Mona e Ludo

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Meu nome é Larissa, moro em Curitiba, tenho dois bulldogs a Monalisa, que tem 4 anos e o Ludovico que tem 3 meses. Trouxeram a alegria para a casa, meu irmão sempre foi apaixonado pela raça, mas eu e meus pais nunca nos interessamos muito até por falta de conhecimento! Um dia meu irmão nos fez ir até o canil e não deu outra nos apaixonamos pela Mona, que trouxe a alegria pra casa ela é o tipo de companheira de toda a família, seria até estranho ficar sem os roncos dela, tinhamos também uma linguicinha mas ela acabou falecendo e ao ir deixou um espaço vazio para nós, e claro nem pensamos duas vezes sobre qual seria o sucessor dela, mas esperamos um tempo! Logo, eu estava no salão e meu irmão me ligou e disse: ”Venha logo aqui achamos o cachorro mais lindo!!!” Eu até fiquei meio assim né e falei espere que eu to indo pra ver, mas só entendi mesmo quando cheguei lá e vi aquela bolotinha toda branquinha dormindo, não resisti, na hora levamos o gordinho e agora é mais um xodó aqui em casa, mas ele é mais atacado faz o dobro de bagunça o tempo inteiro mas ta sempre com a gente, sempre ali sentadinho olhando e os dois juntos é uma festa, temos uma dupla dinâmica maravilhosaa, e cada dia que passa a gente se apaixona mais e mais…é inevitável são os melhores companheiros que se pode ter.

Fofinhos, não…gordos!

fat-dogA edição 2136 da Revista Veja de 28 de outubro de 2009 traz uma matéria muito interessante sobre obesidade em cães e gatos e que se aplica muito bem ao Bulldog por seu apetite e propensão à obesidade:

A obesidade tornou-se o problema de saúde mais frequente – e preocupante – entre cães e gatos de estimação. Segundo o último levantamento da Associação Médica Veterinária Americana, 40% dos cães dos Estados Unidos carregam quilos extras. No Brasil, a estimativa é que 30% dos cães e 25% dos gatos sejam obesos.

Má alimentação, sedentarismo, castração e predisposição genética são os vilões do sobrepeso. Assim como nos seus donos, a obesidade é um distúrbio grave em animais: é fator de risco para problemas respiratórios e cardiovasculares e ainda predispõe a dores nas articulações. “O mais difícil é convencer os donos de que a situação é séria e requer tratamento. Em muitos casos, o animal corre risco de vida”, diz o veterinário Roberto de Andrade Bordin, especialista em nutrição animal. “Os donos são os principais culpados pela obesidade dos seus bichos”, afirma Márcia Jericó, diretora do hospital veterinário da Universidade Anhembi Morumbi. Uma pesquisa feita pela ONG inglesa The Blue Cross indica que as pessoas que comem demais e se exercitam pouco costumam ter animais de estimação acima do peso. Elas repetem nos bichos seu (mau) comportamento. “Muitas desconhecem que a ração atende às necessidades nutricionais e exageram nos petiscos e nos alimentos de gente”, diz. Antes de encher a barriga de seu bicho de estimação e se orgulhar das formas arredondadas que ele exibe, saiba o que dizem os especialistas sobre os principais erros cometidos pelos donos de cães e gatos gordos e como mudar de atitude.

MÁ ALIMENTAÇÃO
Em que os donos erram: petiscos e refeições desbalanceadas estão entre os problemas mais apontados pelos veterinários como causa da obesidade, sobretudo a canina. “Apenas 30% dos donos oferecem exclusivamente ração ao animal”, alerta Roberto Bordin. Hoje há cães que comem até salgadinhos e fast-food. Também é comum abusar de biscoitos, bifinhos e ossinhos, como se eles não fossem calóricos (e são)
O que fazer, segundo os especialistas: se for dar petiscos especialmente fabricados para cachorros, o ideal é de um a dois por dia, no máximo. Ao contrário da embalagem das rações, a dos petiscos não informa as calorias de cada unidade. “Um biscoito médio em forma de ossinho, por exemplo, tem cerca de 90 calorias. Isso corresponde a quase um terço das necessidades diárias de um poodle médio”, explica Márcia Jericó. É importante ainda seguir a quantidade de ração recomendada pelo fabricante, no rótulo, ou pelo veterinário antes de despejá-la sem parcimônia. Considere a possibilidade de trocar a ração convencional por uma light – há várias opções menos calóricas no mercado. Com teor de gordura mais baixo e ricas em fibras e substâncias como a l-carnitina, as versões light ajudam a controlar a obesidade

SEDENTARISMO
Em que os donos erram: cada vez mais confinados, os animais acompanham o estilo de vida do dono. Mal saem de casa – se o fazem, é só no momento das necessidades – e passam praticamente o dia todo deitados ou dormindo. Quanto mais eles engordam, mais sedentários ficam, já que a dificuldade de se locomover aumenta. Entre os gatos, o sedentarismo é o principal fator de risco para a obesidade
O que fazer, segundo os especialistas: se o dono não tem tempo de passear com o animal, deve contratar alguém que o faça ao menos duas vezes ao dia. E não conta como passeio aquela andadinha breve até o poste mais próximo. No caso dos cães, existem serviços que oferecem trilhas ecológicas e aulas de natação e esteira de uma a duas vezes por semana. Exercitar o gato doméstico é um pouco mais difícil – ele dorme em média dezesseis horas por dia. O dono deve criar situações que o estimulem a se deslocar, como espalhar bolinhas, arranhadores e novelos de lã pela casa. Para que ele se movimente em busca de comida, vale esconder a ração dentro de um rolo de papel toalha, em caixas de papelão suspensas ou embaixo do cesto de roupa

CASTRAÇÃO
O que muitos donos não sabem: cães e cadelas castrados apresentam o dobro da probabilidade de se tornar obesos – o distúrbio é mais frequente entre as fêmeas. Com a castração, elas deixam de produzir hormônios que atuam na inibição do apetite. No caso dos machos, a retirada dos testículos interrompe a produção de hormônios andrógenos, importantes para instigá-los a se movimentar. Nos gatos castrados, o risco de se tornarem obesos é de três a quatro vezes maior. Em geral, os machos são mais afetados, por questões metabólicas
O que fazer, segundo os especialistas: é importante que o animal siga uma dieta sob medida e seja estimulado a se exercitar. Já existem no mercado rações para animais castrados, com teor calórico mais baixo

PREDISPOSIÇÃO GENÉTICA
Em que os donos erram: cães de algumas raças, como labrador, golden retriever, collie, cocker spaniel, beagle e dachshund, têm predisposição a engordar. Há alterações nos hormônios que controlam a saciedade, como a leptina, produzida pelas células adiposas. Cães e gatos obesos têm resistência à substância. A maioria dos gatos obesos pertence às raças domésticas – especialmente aqueles que têm pelo curto
O que fazer, segundo os especialistas: a alimentação correta deve começar desde cedo. O filhote que come muito mais do que precisa acaba produzindo mais células adiposas, e isso é um facilitador da obesidade na fase adulta

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Gilberto Medeiros

Colaborador do Bullblog e Criador de Bulldogs desde 2003

Canil Reserva do Rei

Bulldogada de Halloween – FOTOS

“Olá,

Com muito carinho mando “algumas” fotos do nosso encontro realizado no PET MEMORIAL no dia  31/10/09.
Podem imaginar a quantidade de fotos que tiramos.

Os vencedores receberam um presente carinhosamente montado pela comissão organizadora da comunidade.
Escolhemos um macho e uma femea, o Bernardo (da Eliza) a  e a Ressaca(da Patricia) com as fantasias mais bonitas.

Cada dono participante ganhou uma lembracinha e um adesivo. Carinho da nossa Comunidade para todos os amantes da raça presentes.

O calor atrapalhou um pouco, motivo pelo qual deixamos todos fantasiados o mínimo de tempo possivel, mas não impediu que encontro fosse um SUCESSO!!!!

Eliza Yamamoto”

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DISPLASIA COXO FEMORAL

Fonte: Cachorro Verde

Fonte: Cachorro Verde

A displasia do quadril é o desenvolvimento anormal da articulação do quadril podendo levar luxação do local (deslocamento da articulação). As causas podem envolver fatores hereditários e ambientais. Quando falamos em fatores hereditários estamos tratando de características herdadas do pai e da mãe. Já os fatores ambientais envolvem itens como alimentação (qualidade e quantidade), piso onde o animal vive (liso ou antiderrapante), peso do animal, sedentarismo, entre outros. Animais que apresentam crescimento e ganho de peso rápido podem estar predispostos ao desenvolvimento do problema, já que os tecidos moles (músculos, gordura) podem crescer rápido demais em relação ao crescimento ósseo.

Fonte: Totem American Bulldogs

Fonte: Totem American Bulldogs

Os sintomas observados são claudicação (animal caminha mancando) principalmente após exercícios físicos, dor articular, resistência em correr e brincar, prostração, redução na massa muscular no membro afetado, entre outros. Todas as raças apresentam risco, no entanto as raças grandes e gigantes são mais suscetíveis pelo crescimento e ganho de peso rápidos. Vale lembrar que muitos animais apresentam quadros de displasia grave e não manifestam sinais compatíveis. Assim como muitos animais têm quadros bem leves no exame clínico e radiológico, apresentam sinais clínicos bem severos.

O diagnóstico se baseia no histórico do animal, exame físico e radiológico da articulação coxofemoral. É importante que a avaliação do paciente e dos exames seja feito por um profissional habilitado de preferência com especialização em ortopedia. O tratamento vai depender da avaliação dos exames e do quadro clinico apresentado pelo animal. Temos opções de tratamento medicamentoso para o problema e também tratamento cirúrgico, variando de acordo com a apresentação da doença em cada animal.

Importante lembrar que a prevenção da displasia coxofemoral consiste na retirada da reprodução de animais com a doença de preferência com a castração de tais animais. Evitar que os animais ganhem peso rápido demais enquanto jovens e proporcionar pisos antiderrapantes para os mesmos. O controle de peso durante toda a vida também é importante principalmente quando estamos tratando de bulldogs, assim como exercícios físicos para fortalecimento da musculatura.

Dra. Viviane Dubal – CRMV/RS 8844

Formada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e proprietária da Clinica Veterinária Saúde Animal em Porto Alegre. Contato: vivianesd@bol.com.br


A escolha certa do filhote (Parte 02 – Físico)…

Bullprime Just Me aos 100 dias de vida

Se você leu o artigo anterior e realmente ficou decidido a adquirir um filhote de bulldog, seguem novas dicas do criador Pedro Lóes (http://bullprime.com.br/blog/blog1.php - Canil Bullprime):

A melhor idade para se escolher um filhote de Bulldog é com uns 5 ou 6 meses de idade… onde os possíveis defeitos já serão aparente… mas como na cultura do Brasileiro… filhotes com essa idade são filhotes “empacados”… nós criadores somos obrigados a vendê-los ainda muito bebês… mas segue umas dicas para q a escolha seja a mais acertada… a idade ideal para se analisar um filhote de Bulldog é com aproximadamente 8 semanas de vida… onde já conseguimos ver as seguintes qualidades:

- Rabo;
- Olhos;
- Nariz;
- Layback;
- Orelhas;
- Ossatura;
- Angulação;
- Movimentação;
- Linha de dorso;
- Largura mandíbula;
- Formato das patas;
- Formato da cabeça;
- Profundidade de peito;
- Proporção(cabeça/corpo);

com está idade conseguimos ter uma boa noção de como ele será na fase adulta… dizem os mais vividos e experientes criadores da Europa… que o filhote qndo visto nessa idade… dificilmente será diferente na fase adulta… ou seja se um filhote apresenta algum defeito com 8 semanas… não se acredita q ele irá arrumar esse defeito na fase adulta… e qndo com 8 semanas ele apresenta uma qualidade muito notória… provavelmente na fase adulta será bem destacada…!!!

Pedro Lóes :D

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Gilberto Medeiros

Colaborador do Bullblog e Criador de Bulldogs desde 2003

Canil Reserva do Rei

Quipa no Halloween

Como muitos sabem, Quipa, minha bulldoga, foi a inspiração para criação deste blog. Então aí vai a foto dela de ontem no Halloween. Nós moramos nos EUA para quem não sabe. Detalhe: a fantasia by Zelda Wisdom foi comprada em loja de humanos por 15 dólares.

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Happy Halloween!!!

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Fonte: Zelda Wisdom

Quem entrar no clima e comemorar o Halloween, não deixe de mandar as fotos para o Bullblog. Mande um e-mail com a foto para bullblog@bullblogingles.com.

A escolha certa do filhote (Parte 01 – Temperamento)…

Bullprime

Olá Pessoal!

No blog do amigo e criador Pedro Lóes (http://bullprime.com.br/blog/blog1.php - Canil Bullprime) encontrei e achei muito interessante o artigo que segue, o qual traz dicas muito interessantes àqueles que estão pensando em adquirir um filhote.  Vale a pena conferir!

Segue umas dicas para vc q pensa em ter um cachorro ou conhece alguém q está entrando ou pensa em entrar nesta aventura… as informações a seguir certamente serão de grande utilidade e farão toda a diferença entre o sucesso e o fracasso do novo membro da família… uma escolha correta da raça é sem dúvida muito importante… o 1º passo… qndo vc já decidiu a melhor raça (Bulldog)… é ler mais de uma vez o padrão racial ( http://www.cbkc.org/padroes/pdf/grupo2/bulldog.pdf ) e conhecer alguns canis… conversar com os donos e visitar as instalações para verificar as condições da criação… é também muito importante conhecer o pai e a mãe da ninhada… é interessante observar também o comportamento do criador: se ele fala q a raça é perfeita… q seus filhotes são muito inteligentes… não fazem bagunça… adoram crianças… aprendem a fazer xixi no lugar rapidinho e etc… desconfie! Um bom criador não tentará enganá-lo na hora de vender um filhote… inclusive… alguns vão até mesmo desencorajá-lo para se certificar q vc além de decidido… será um bom “pai” para os seus bebês… vc já escolheu a raça… o criador… agora vamos escolher seu novo gordinho… existem várias formas de analisar o comportamento de um filhote… a primeira delas é observar a diferença no comportamento entre os vários membros da ninhada… caso seja sua primeira vez e vc tenha alguma dificuldade… peça ajuda para o criador que certamente tem mais experiência no assunto… qndo observamos uma ninhada… o importante é tentar perceber o papel de cada um dos filhotes nesta “matilha” e com isso identificar algumas características importantes… qntas vezes a gente escuta: – Cheguei na casa do criador e nem tive q escolher um filhote… o “Bolinha” q me escolheu! Foi amor a 1ª vista! Ele me viu e veio correndo em minha direção todo se chacoalhando… Ou: – Fiquei com tanta peninha… era o menorzinho… ficava todo encolhidinho no canto… os outros filhotes nem deixavam ele comer… acabei ficando com ele… Ou ainda: – Ah, era o mais esperto da ninhada… andava na frente de todos… comia primeiro… não tinha medo… era o mais forte… é claro que me apaixonei! Pois é… todo mundo tem uma primeira impressão dos filhotinhos… mas a grande maioria não sabe o q esses sinais vão representar no futuro… o filhote q vem correndo em direção a qlquer pessoa q se aproxima… certamente vai ser um cachorrinho mais sociável… q gosta de gente… não muito medroso… aquele q fica no cantinho… deve ser o mais submisso da ninhada… ou muito tímido… um cachorro q pode ser excelente se for bem estimulado… mas pode se transformar em um cachorro agressivo por ser muito medroso… o último caso também é preocupante… um cachorrinho muito esperto… q certamente tem um grande espírito de liderança… pode se transformar numa encrenca se o dono não tiver pulso firme e muita vontade de trabalhar esse gorduxo… esses cachorrinhos costumam disputar liderança com o dono e com toda família as vezes por toda vida e podem ser especialmente complicados se na casa tiverem crianças… o ideal é ficar com algum dos cachorros intermediários… nem o mais submisso… nem o mais dominante… para ajudar a fazer a escolha certa… existem alguns testes de temperamento de filhotes… apesar de controversos (muita gente acha que não funcionam) podem ser excelentes aliados no momento de decisão… o teste de Volhard é o mais usado e foi desenvolvido para identificar cães com bom potencial de obediência… mas pode ser usado para avaliar o temperamento geral de um filhote… este teste não é muito simples e deve ser usado com cautela… muitos especialista não recomendam a sua execução por leigos… a interpretação pode ser toda distorcida se não for aplicado da forma correta… vou apenas explicar alguns exercícios e o q eles significam… o ideal é q os testes sejam aplicados qndo o filhotinho tem entre 7 e 8 semanas de vida… q coincide com a época q vc deve trazê-lo para sua casa… começamos colocando o bichinho no chão… em um lugar desconhecido… nos afastamos um pouco… agachamos e chamamos o pequeno com palmas e falando em um tom de voz suave a alegre… devemos então observar como o filhotinho vem ate nós: se ele vier prontamente… todo empinadinho… pular e até tentar morder a nossa mão… temos um cachorro bastante dominante… se ele vier somente empinadinho e subir diretamente no colo… é um cachorro menos dominante… se vier meio agachado ou encolhido… é mais submisso… se não vier… provavelmente será um cão medroso ou com pouco interesse em seres humanos… dpois levantamos e começamos a andar: o filhotinho dominante… irá nos seguir prontamente… todo empinado e mordendo o nosso calcanhar… se não for tão dominante… só irá seguir-nos com uma bela postura… se for mais submisso andará agachado … se o cachorro não seguir… será um cachorro mais independente… em seguida… pegando o filhotinho com todo cuidado do mundo (lembre-se ele é só um bebê e a última coisa q queremos é q ele fique assustado) colocamos deitado no chão de barriga pra cima… colocamos então nossa mão aberta sobre o peito dele e observamos sua reação: filhotes mais dominantes vão espernear mais… alguns vão até rosnar e tentar morder nossa mão… os muito tímidos… vão ficar imóveis… com o rabinho entre as pernas e ate fazer esforço para evitar olhar nos nossos olhos… um filhotinho intermediário… vai espernear e até ganir um pouco… parar… espernear mais um pouco… e assim ate se acalmar… não se esqueça… é muito importante fazer isso com o máximo de gentileza possível… por último… pegamos o filhotinho com as duas mãos e colocamos seu rosto próximo do nosso e observamos sua atitude: filhotes extremamente dominantes vão rosnar e tentar morder nosso rosto… filhotes independentes… vão tentar ir embora… filhotes muito submissos e tímidos… vão evitar contato com os olhos… filhotes q tentarem lamber nosso nariz… são menos dominantes e q não ficam sentidos com tanta facilidade… bom… dpois de submeter o pobre bichinho a esse batalhão de provas… vamos tentar entender qual filhotinho é melhor pra cada um de nós… uma família com crianças ou pessoas muito tímidas com dificuldade em dar ordens devem procurar evitar filhotes muito dominantes… os filhotes mais dominantes costumam ser também muito inteligentes… mas só escolha uma encrenca dessas se você estiver preparado para um grande desafio por toda vida e se vc for uma pessoa de caráter forte… aqueles cachorrinhos muito tímidos… também merecem donos especiais… muitas vezes eles acabam não sendo boa companhia (ainda mais se vc tiver uma criança em casa) e podem ser muito medrosos… se vc se encantou por um deles… saiba q vai ser necessário muito trabalho e muita dedicação principalmente nos primeiros meses para fazer dele um cachorrinho sociável e menos medroso…!!!

Pedro Lóes :D 

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Gilberto Medeiros

Colaborador do Bullblog e Criador de Bulldogs desde 2003

Canil Reserva do Rei

Bulldogada de Halloween – SP

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A Comunidade Bulldogada São Paulo tem o prazer de convidar os bulldogueiros para mais uma BULLDOGADA que será  realizada no PET MEMORIAL (São Bernardo do Campo),
31/10/09, a partir das 10 horas,  entrada franca.

Gostaríamos que fosse CONFIRMADA A PRESENÇA NA COMUNIDADE BULLDOGADA SÃO
PAULO para que pudessemos nos organizar.

O evento não será cobrado (normalmente há cobrança de locação) porque o Pet Memorial quer divulgar melhor o seu espaço para que todos conheçam os serviços do local.

Informações adicionais na propria comunidade ou no site do Pet Memorial (www.petmemorial.com.br)

Teremos concurso de fantasias as 14horas e premiação para o casal bull vencedor.

Anexo, o convite do nosso encontro e uma copia do adesivo carinhosamente confeccionado pela Patricia.

Já temos muitas confirmações e tenho certeza que será um dia muito especial na vida dos nossos gordinhos.

Eliza Yamamoto

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Surfing Bulldog…

 

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Gilberto Medeiros

Colaborador do Bullblog e Criador de Bulldogs desde 2003

Canil Reserva do Rei

Estudo põe em dúvida exames de leishmaniose

zeusCom a chegada do verão e o crescimento dos casos de leishmaniose visceral em cães no Brasil, achei o artigo abaixo muito interessante, pois trás um alerta quanto ao diagnóstico da doença, o qual, não raras vezes, aponta equivocadamente para a eutanásia  do cão em razão de resultados chamados falso-positivos. Vale a pena ler.

 

O destino de cães diagnosticados sorologicamente positivos para leishmaniose é a eutanásia. Mas, de acordo com um estudo realizado na Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Botucatu, o diagnóstico unicamente  em exames sorológicos – recomendado pelo Ministério da Saúde – pode apresentar falhas em decorrência da possibilidade de reações cruzadas com outros micro-organismos.

Segundo a pesquisa, foram analisados cães nos municípios de Botucatu e Bauru, regiões consideradas como não endêmica e endêmica, respectivamente. O exame convencional – sorologia pela técnica de imunofluorescência indireta (RIFI) – pode detectar o parasita Leishmania sp., assim comoo Trypanosoma cruzi, agente que causa a doença de Chagas.

De acordo com  professora Simone Baldini Lucheis, pesquisadora científica da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta), órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, para evitar falsos-positivos seria necessário realizar exames de contraprova, como o exame parasitológico direto e a reação em cadeia pela polimerase (PCR, na sigla em inglês) – uma técnica biomolecular que permite a síntese enzimática in vitro de sequências do DNA.

“O exame convencional para Leishmania pode apresentar resultados falso-positivos pois, no momento do exame, o animal pode ter produzido anticorpos contra outros parasitas que são da mesma família da Leishmania, como Trypanosoma cruzi. Em muitos casos, o animal só está infectado por um deles, mas o exame acusa a presença do outro protozoário”, disse à Agência FAPESP .

O trabalho foi publicado na revista Veterinary Parasitology. O estudo é resultado da dissertação de mestrado de Marcella Zampoli Troncarelli, da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Unesp de Botucatu, orientada por Simone com Bolsa da FAPESP.

Simone coordena o projeto intitulado “Isolamento e reação em cadeia pela polimerase (PCR) para Leptospira em amostras renais e hepáticas de ovinos sorologicamente positivos e negativos para leptospirose”, que tem apoio da FAPESP na modalidade Auxílio à Pesquisa – Regular.

Na pesquisa, foram analisadas amostras de 100 cães do Centro de Controle de Zoonoses, em Bauru, área considerada endêmica para leismaniose visceral, e outros 100 cães do Canil Municipal de Botucatu, município considerado indene para a doença.

De acordo com Marcella, como há possibilidade de reações cruzadas à sorologia, objetivou-se com o estudo a elucidação diagnóstica por meio da associação de três técnicas. A RIFI,  recomendada pelo Ministério da Saúde, além do exame parasitológico direto, a partir de fragmentos de fígado e baço, e o exame PCR.

“A associação das três técnicas ajudou a identificar os animais realmente infectados por Leishmania. E, devido à elevada sensibilidade do PCR, foi possível detecção de animais que haviam apresentado resultados negativos à sorologia”, disse à Agência FAPESP.

Os resultados do exame sorológico apontaram que 16% dos 200 testes tiveram resultado positivo para ambas as doenças. Nas amostras dos cães de Bauru, 65% dos testes sorológicos foram positivos para Leishmania e 40% para Trypanosoma cruzi. Entre os cães de Botucatu, todas as amostras foram negativas para Leishmania e apenas 4% foram positivas para o parasita da doença de Chagas.

“Quando realizamos o exame parasitológico e o PCR para Leshmania, foram obtidos, respectivamente, resultados positivos para 59% e 76% nas amostras de fígado, e 51% e 72% nas amostras de baço dos cães de Bauru. Nenhuma amostra foi positiva pela PCR para pesquisa de T. cruzi. Estes dados reforçam a ocorrência de reações cruzadas à sorologia”, disse a veterinária, que atualmente faz o doutorado na Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) da Unesp.

Outro problema do exame sorológico, segundo ela, é que o resultado pode apontar também os “falso-negativos” – isto é, o exame resulta negativo, mas na realidade o animal está infectado. “Por estresse, imunodepressão causada pela doença, ou fatores individuais, o animal pode não produzir anticorpos em níveis detectáveis pelos testes sorológicos. Pela PCR, registramos um número maior de animais infectados do que a própria sorologia. Ou seja, esse exame elucidou os falso-negativos”, afirmou Marcella.

O emprego associado das três técnicas permitiu uma exatidão elevada no diagnóstico da leishmaniose e da doença de Chagas nos cães avaliados. Segundo ela, devido à elevada especificidade da PCR, os resultados são mais precisos. “O exame PCR é usado predominantemente em pesquisas, porque é uma técnica cara, embora ao longo dos anos o preço venha se reduzindo. É um exame imprescindível e muito sensível porque ele detecta o DNA do parasita”, disse.

Urbanização da doença

A leishmaniose visceral é causada pelo protozoário Leishmania, que necessita do mosquito fletobomíneo (vetor) e de um animal vertebrado (reservatório) para completar o seu ciclo de vida.

O cão é o principal reservatório da leishmaniose no ambiente urbano. No entanto, a doença, que pode ser transmitida ao homem, só ocorre por meio da picada do inseto. Segundo Simone, o cão em particular é o principal reservatório do parasita porque o mosquito se adaptou aos ambientes urbanos e passou a utilizar os cães para o repasto sanguíneo.

“A doença era registrada principalmente em áreas rurais, mas nas últimas décadas vem invadindo os grandes centros na medida em que o mosquito vetor tem se adaptado melhor aos ambientes urbanos devido ao desequilíbrio ecológico”, explicou a professora Simone junto ao Programa de Pós-graduação da FMVZ e ao Programa de Pós-graduação em Doenças Tropicais da Faculdade de Medicina de Botucatu, também da Unesp.

Os sinais clínicos nos cães incluem alterações na pele, como nódulos subcutâneos e erosões, úlceras, perda do peso progressiva, hemorragias, diarreia, aumento significante do tamanho das unhas, alterações oculares e articulares, anemia, febre, vômitos, apatia, entre outros.

Simone aponta que maior quantidade do parasita ocorre principalmente na pele dos cães, facilitando a transmissão do protozoário ao mosquito vetor. “O cão, assim como o gato, é uma fonte de infecção para Leishmania e Trypanosoma cruzi. E, como estão mais próximos das pessoas – e das crianças –, há perigo de transmissão dessas enfermidades para a população humana”, disse.

Segundo ela, o estudo é importante para a escolha da técnica correta de diagnóstico. “Compreender o ciclo epidemiológico da doença é tarefa de grande importância, pois o problema da leishmaniose não será resolvido apenas com a eutanásia de animais”, destacou.

Para ler o artigo “Leishmania spp. and/or Trypanosoma cruzi diagnosis in dogs from endemic and nonendemic areas for canine visceral leishmaniasis”, de Marcella Zampoli Troncarelli, Simone Baldini Lucheis e outros, clique aqui.

Fonte: Eco Agência

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Gilberto Medeiros

Colaborador do Bullblog e Criador de Bulldogs desde 2003

Canil Reserva do Rei

Os animais têm direitos?

Reserva do Rei Dual DelightA proibição da compra e reprodução de espécies selvagens por parte dos donos dos circos colocou o assunto de novo no centro do debate público

Albert Schweitzer (1875-1965), médico e filósofo alsaciano, percursor da bioética e Prémio Nobel da Paz 1952, foi muitas vezes alvo de troça por parte dos seus contemporâneos por ter o cuidado de não pisar insectos e evitar matar os micróbios que observava através do microscópio.

Schweitzer defendia que “tudo o que é vivo tem o direito de viver” e que “nenhum sofrimento pode ser imposto sobre coisas vivas para satisfazer o desejo dos homens”. Muitos, contudo, consideravam exagerada esta visão da “coisa viva”. Não pelo facto de o filósofo defender intransigentemente a vida, mas por valorar de igual modo formas de vida aparentemente tão díspares como a do Homem e a do insecto, a do cão e a do micróbio.

Em “O Cão do Filósofo”, o alemão Raimond Gaita conta-nos como gastou mais de dois mil dólares em despesas veterinárias depois de Gypsy, a cadela da família, ter sido atropelada e do quanto ele e a mulher tiveram de trabalhar ainda mais para poder suportar essas despesas. E questiona-se: “Para pagar despesas médicas das crianças, venderia tudo e trabalharia até à morte se fosse necessário. Mas por um cão?” E continua: “É verdade que, se tivéssemos vendido camisas para cuidar de um peixe-dourado, alguém poderia dizer: “Por um gato ou por um cão, compreenderia. Agora por um peixe?”.

Esta semana, na sequência da publicação da Portaria nº 1226/2009 – que proíbe aos proprietários de circos a compra e reprodução de animais selvagens e exóticos -, voltaram a estar no centro do debate público conceitos como bem-estar e saúde animal, direitos dos animais e a relação homem/animal. Mas o que se entende por “bem-estar animal”? Têm os animais direito… a direitos? Que animais? Mas não somos todos, humanos incluídos, animais?

Em termos biológicos, parece não restarem dúvidas de que todos descendemos de um mesmo antepassado. Ou, como refere o biólogo José Feijó, investigador principal do Instituto Gulbenkian de Ciência, “aquilo que nos constitui não é basicamente diferente de uma bactéria, de um fungo ou de um animal”. Há 150 anos, Charles Darwin e a sua teoria evolucionista vieram afirmar isso mesmo, colocando em causa o criacionismo religioso, de raiz judaico-cristã, segundo a qual todas as espécies foram criadas por Deus.

O desenvolvimento da ciência, nomeadamente da genética com os seus estudos do ADN, faculta-nos cada vez mais provas desse antepassado comum. Se assim é, por que razão nos consideramos animais à parte, superiores? “No caso dos humanos, houve uma expansão de uma zona específica do cérebro que nos deu um tratamento diferente das emoções e mecanismos abstractos, como a liguagem e a cultura, mas isso não nos coloca numa posição à parte”, explica José Feijó.

Vítor Almada, responsável científico da Unidade de Investigação em Eco-Etologia do ISPA (Instituto Superior de Psicologia Aplicada), sublinha que “a nossa espécie é um animal entre muitos”. E recorda que há também outras espécies animais, nomeadamente os mamíferos, que “também sonham e que também pensam”. “A diferença coloca-se no tipo de pensamento. Enquanto nós, humanos, devido ao termos uma linguagem apoiada em termos abastractos, podemos pensar de forma reflexiva, ou seja, jogar com o mundo interior/exterior e com os pensamentos/memórias, nos outros animais existe apenas o pensamento prático, que o Homem também tem”, diz.

Resta-nos ainda perguntar: os animais também sentem? Também têm sentimentos? No século XIX, nas aulas de anatomia, era comum abrirem-se os animais vivos, sem anestesia, por se considerar que estes não passavam de simples máquinas, ou seja, que os animais não tinham capacidade para sentir dor. Mas já o filósofo britânico Jeremy Bentham (século XVIII) defendia que a questão não é “eles [os animais] pensam? ou eles [os animais] falam? A questão é: eles sofrem?”

“Dor, medo, satisfação, são situações pelas quais os animais também passam”, garante Vítor Almada. “O problema foi que, até há cerca de meio século atrás, os cientistas receavam estar a projectar nos animais sentimentos humanos”. Uma vez mais, também aqui a ciência, através da observação dos sinais exteriores dos animais, nos permite afirmar que estes são igualmente dotados da capacidade de sofrer, de sentir, de criar expectativas. “Quanto maiores são as capacidades cognitivas do animal, maior é a sua capacidade de sofrer”, diz Vítor Almada.

Isto não explica, no entanto, por que motivo mantemos relações tão diferentes com um cão ou com uma minhoca, ou com um cavalo ou com um peixe. “Quanto mais variada é a capacidade de expressão de um animal, mais este se encaixa nos nossos padrões”, refere professor agregado do ISPA. “Um cão tem um tipo de sociabilidade parecida com a nossa e, por isso, é mais fácil termos uma relação estreita com ele”.

Ainda de acordo com este investigador, intituivamente, temos a ideia de que há animais mais importantes do ponto de vista moral do que outros. “”Não é por acaso que já se realizaram diversas manifestações contra as touradas e a caça, mas nunca vi um protesto contra a pesca desportiva, por exemplo. E os peixes também sofrem”, afirma.

Esta diferenciação leva-nos, por vezes, a cair no exagero. Como o de tratarmos algumas espécies animais como se de seres humanos se tratassem (há quem compare o especismo, a discriminação baseada na espécie, ao racismo). Hoje em dia, há hotéis de luxo, companhias aéreas, lojas de roupa e peças de joalharia, restaurantes e festas de aniversário exclusivas para cães e gatos.

“Esses são fenómenos assustadores, de total irracionalidade”, lamenta Vítor Almada. “O cão ou o gato não têm noção de que fazem anos. O que as pessoas fazem, nestes casos, é projectarem nos animais a falta de amigos, de afecto, a solidão em que vivem. Isso a mim choca-me. Não pode haver uma sociedade justa com a subversão das relações entre homens, quanto mais para os animais”.

Do ponto de vista jurídico, o assunto é igualmente problemático complexo. Para sustentar os seus pontos de vista, muitas organizações ligadas à defesa dos animais invocam a Declaração Universal dos Direitos dos Animais, aprovada pela Unesco, em 1978.

Mas, como explica André Pereira, professor assistente da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, “não se trata de uma convenção, não é um direito vinculativo – como, por exemplo, a Declaração Universal dos Direitos do Homem -, que se possa exercer directamente nos tribunais. Por ter sido elaborada sob a égide da Unesco tem alguma força jurídica, mas não tem força perante a comunidade internacional”.

A ciência dos direitos dos animais terá nascido como consequência do surgimento de grupos de defesa desses mesmos direitos, embora seja difícil situar no tempo a origem desse movimento. Anabela Pinto, investigadora na Universidade de Cambridge na área do comportamento e bem-estar animal, aponta como uma das primeiras leis elaboradas para a defesa dos direitos dos animais aquela que foi aprovada no Reino Unido em 1822, relativa ao tratamento do gado doente, depois de vários protestos dos londrinos indignados com a forma como o gado era transportado pela cidade.

Em termos de protecção jurídica do animal, o mundo caminha em diversos sentidos. André Pereira refere que a doutrina tradicional, de raíz romana, como é a portuguesa, faz a distinção entre sujeitos (pessoas) e coisas (animais). O que significa, em termos simplistas, que quem matar um animal indemniza o proprietário deste porque causou um dano no seu património. Ou, em casos de dívidas, um animal considerado valioso, poderá ser penhorado tal como uma casa.

Há países, contudo, onde a protecção jurídica dos animais está mais avançada, como são o caso da Alemanha, Brasil e Suíça, em que os direitos dos animais estão consagrados na própria Constituição. Neste último, por exemplo, os animais não são considerados bens penhoráveis e numa situação de divórcio, são levados ao psicólogo, que decide com qual dos cônjuges o animal deve ficar.

(Por Fátima Mariano. In “Jornal de Notícias”, 18 de Outubro de 2009)

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Gilberto Medeiros

Colaborador do Bullblog e Criador de Bulldogs desde 2003

Canil Reserva do Rei

Bulldog Preto… Raridade ou Golpe?

bull preto

Na internet seguidamente nos deparamos com fotos e anúncios de venda de bulldogs na pelagem preta. Quase sempre tais anúncios são legendados com a palavra ”raridade” (sic).

Antes de mais nada, cumpre informar que tal “raridade” não passa de um verdadeiro golpe, de um atentado contra a raça, de uma grande irresponsabilidade praticada por uma pessoa que jamais poderá ser chamada de criador!

Infelizmente, muitas pessoas, por falta de informação e levadas pela má-fé de quem está vendendo esta “raridade”, compram tais cães pensando estarem fazendo um excelente negócio ao levarem para casa um Bulldog raro e único…

Toda e qualquer raça somente existe graças ao trabalho de criadores sérios e pela existência de um padrão racial pelo qual a criação deve ser guiada.

No caso do Bulldog, muito embora sejam aceitas diferentes pelagens e marcações, a cor preta, assim com a fígado, são altamente indesejadas (“As cores fígado, preto e preto com marrom são altamente indesejáveis” – padrão da raça FCI).

Além disso, cabe salientar que, por ocasião do registro junto à CBKC, tal filhote, de pelagem preta, somente terá o seu pedigree se o “pseudo” criador mentir sobre a verdadeira cor do cão, já que não são expedidos pedigrees para a raça bulldog contendo a pelagem preta.

A proibição da cor preta existe desde os primórdios da raça e sempre foi tida como indesejada justamente pelo fato de estar associada à ausência de pureza racial, pois nenhum dos cães que deu origem à raça Bulldog possuía a pelagem nessa cor.

Desta forma, além de estar faltando com a verdade e aplicando um verdadeiro golpe contra o incauto comprador, o “pseudo” criador, ao gerar e comercializar exemplares com esta pelagem, presta um verdadeiro desserviço à raça, aumentando as chances de serem gerados novos exemplares totalmente em desacordo ao padrão racial.

Valendo-se do Código de Defesa do Consumidor, toda e qualquer pessoa que tenha adquirido um bulldog inglês de pelagem preta tem o direito de buscar o abatimento ou a devolução do valor pago.

A informação é a maior arma contra esse tipo de golpe e, por isso, não deixe de alertar e denunciar!

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Gilberto Medeiros

Colaborador do Bullblog e Criador de Bulldogs desde 2003

Canil Reserva do Rei

 

Essa é a nossa Mell!!!

Essa é a nossa Mell!!!

Essa é a nossa Mell!!!

Foi amor à primeira vista. Eu e meu namorado pensávamos em ter um bulldog há alguma tempo até que no dias dos namorados havia uma feira de filhotes na nossa cidade, Rio Grande RS, e então como sempre fui “cachorreira” convidei-o para darmos uma olhada, e logo na entrada, lá estava ela, linda!!! Mas ela tinha um probleminha, estava com o pêlo cheio de buracos, ela teve um problema com fungos, tinha 2 meses. Peguei no colo e logo ela se acomodou no meu colo, parecia que já era minha, não consegui mais largá-la, e ainda ficava me dando beijinhos molhados…muito fofo!!! Bom, resultado: levamos pra casa, não deixei ele dizer não.O canil era de Guaíba, aqui no sul.Nos chamaram de loucos quando viram que pagamos caro por aquele pedaçinho de cão cheio de falhas no pêlo, mas eu sabia que tinha que ser ela. Cuidamos do fungo, ela melhorou depois de quase 4 meses, e hoje ela tá linda, maravilhosa, gostosa, cheia de vida, de energia, não para 1 minuto, só na hora da ração, lógico, ou quando tira as suas sonecas intermináveis regadas a muitos roncos!! E cada dia que passa nos traz mais alegrias!!!É um grude total na gente, quer entrar até no banheiro se deixar, se não, fica esperando na porta!!! E é isso…somos pais super corujas e amamos incondicionalmente a nossa Mell!!!

Francine ruas de souza

Posse responsável

filhote Reserva do ReiDiariamente somos procurados por pessoas  interessadas em adquirir um Bulldog. Em muitos casos, logo no primeiro contato, constatamos que muitas delas, embora sonhem com a presença de um companheiro canino,  não possuem condições para criar um cão.

O grande problema, como não poderia deixar de ser, é o pouco tempo da vida moderna.

Por não ser um cão esportista e se adapatar relativamente bem em apartamento, o bulldog acaba sendo um dos primeiros a ser procurado.

Movidas pela emoção, muitas pessoas acabam esquecendo que, independentemente da raça, precisam dedicar um tempo mínimo para que o cão tenha um desenvolvimento físico e mental saudável e isso inclui bem mais do que um simples afago no final do dia…

Em visita ao site da ARCA (Associação Humanitária de Proteção e Bem-Estar Animal) encontrei uma pesquisa muito interessante e que certamente vai servir de apoio para quem pensa em possuir um animal de estimação. Para realizar o teste, acesse o link:

http://www.arcabrasil.org.br/acoes/adocao/teste/index.html

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Gilberto Medeiros

Colaborador do Bullblog e Criador de Bulldogs desde 2003

Canil Reserva do Rei

Bulldog by Sandicast

Estas fotos bati no shopping da cidade que estou morando aqui nos EUA… vejam só  que máximo! E acessando ao site da loja Sandicast existe uma variedade imensa de modelos de bulldogs. Clique aqui e confira.

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O ponto de vista do cão…

Os cientistas começam a desvendar um mistério milenar: como os cachorros veem o mundo e por que eles são tão apegados a seus donos. foto_bullblogNão há parceria como a do homem com o cão. Ainda assim, em termos de estudos científicos, os ratos recebem maior atenção que o cachorro. Devido a seu uso como cobaia, sabe-se quase tudo sobre o comportamento dos roedores e até já se descobriu como tornar sua existência mais longeva. Por outro lado, o convívio por mais de 14 000 anos permitiu ao homem entender, na prática, bastante bem o comportamento canino. Mas também levou à concepção emotiva de que, de certa forma, o totó tem um lado humano, ainda que insista em fazer xixi no poste. Sobre esse assunto já não se está completamente no escuro. Uma série de estudos recentes lançou luzes sobre, digamos, a vida interior dos cães. Obviamente, o que se está descobrindo nada tem de humano.

A apreciação científica mais completa sobre a mente canina está no livro Inside of a Dog: What Dogs See, Smell and Know (“Dentro de um cão: o que os cães veem, cheiram e sabem”, em inglês), da americana Alexandra Horowitz. Desde o lançamento, no início de setembro, a obra está na lista das mais vendidas. Psicóloga da Universidade Colúmbia, com especialização em ciência da cognição, Alexandra se propõe a explicar o que significa ser um cachorro. Em outras palavras, como é o mundo do ponto de vista canino. Cinco meses atrás, a Universidade Harvard abriu um laboratório de pesquisas com 1 000 cães, e a Universidade Duke, na Carolina do Norte, vai abrir o seu neste mês. “O número de estudos sobre cães aumenta porque esses animais, antes estigmatizados pela ciência, são tão interessantes para as pesquisas de convívio social quanto os chimpanzés”, diz o biólogo Marc Hauser, chefe do Laboratório de Evolução Cognitiva de Harvard. No início deste ano, ele deixou a pesquisa de primatas para se dedicar aos cães.

Apesar de toda nossa convivência com os cães, talvez seja mais simples entender os chimpanzés, primos na árvore da evolução. Os cães percebem o mundo de um modo tão próprio que só pode ser descrito por analogias. Para poder explicar, a psicóloga Alexandra Horowitz tentou imaginar a vida do ponto de vista de um animal cujo sentido principal é o olfato. Para os cães, o cheiro equivale à visão humana. É o primeiro recurso usado para reconhecer o ambiente ao redor. Quando acordam, esses animais farejam a casa para saber se algo aconteceu enquanto dormiam. Dependendo da raça, um cão pode ter entre 200 milhões e 300 milhões de receptores de olfato nas narinas. O nariz humano só tem 5 milhões. Odores imperceptíveis para nós, como os das moléculas de ácido butírico provenientes das células da epiderme, deixadas por uma presa, compõem para os cães um rastro que pode ser seguido com segurança.

O cão tem maior interesse pelo que é cheirado do que por aquilo que é visto. Paisagens que deixam as pessoas boquiabertas só se tornam interessantes para um canino se o vento trouxer algum cheiro significativo. Cheirar o sapato de um recém-chegado, para um cão, é uma experiência que rende informações que o homem não tem como obter sozinho. O animal consegue saber por onde a pessoa andou e com que frequência esteve naquele lugar, se teve contato com outros animais, se fez sexo recentemente, se está tomada pelo medo ou pela ansiedade. O tempo como uma cadeia contínua de eventos nada significa para o cão. Tempo também é cheiro. Essa capacidade funciona como um relógio sem ponteiro: o passado, para um cachorro, significa odor enfraquecido; um fato novo tem fragrância forte. Ele realmente é capaz de prever chuva, como se acredita tradicionalmente. Não se trata de clarividência, e sim da transmissão pelo vento do cheiro da tormenta que se aproxima. “Imagine se cada detalhe de nosso mundo visual tivesse um odor correspondente”, escreveu Alexandra Horowitz. “Para um cão, cada pétala de rosa pode ser diferente, pois foi visitada por insetos que deixaram indícios olfativos de sua presença.” O olfato age até mesmo enquanto os cães dormem. O homem, que tem a visão como sentido primordial, sonha com imagens. Provavelmente, o sonho dos cães é repleto de odores. O costume dos donos e veterinários de lavar os cães com xampus cheirosos é terrível para eles. Funciona como se fosse apagada a memória dos episódios das últimas semanas. “A menor fragrância dos produtos de limpeza é quase um insulto olfativo para o cão”, escreve Horowitz.

Com um nariz tão desenvolvido, os cães se valem de olhos e ouvidos como sentidos complementares. A gama de cores que os cães percebem varia entre o azul, o verde e o amarelo, com menos nuances de tons que as captadas pelo olho humano. Com um número menor de fotorreceptores que o olho humano, eles têm dificuldade em ver objetos próximos. Em compensação, a visão periférica pode ser sensacional em certas raças, chegando a 270 graus (a do homem é de apenas 180 graus). A audição canina é mais sensível e tem um espectro muito maior que a humana. Um ambiente silencioso, como um quarto escuro durante a madrugada, é cheio de ruídos para os cães. Eles percebem sons muito baixos, como passos do outro lado da rua ou o movimento dos ratos entre as paredes, e também sons inaudíveis para o homem, como as ondas de alta frequência emitidas por relógios digitais. Da mesma forma, um cão pode localizar a origem de um som mais rápido que um ser humano. Os dezoito ou mais músculos especializados permitem ao cão dobrar, girar, levantar e baixar as orelhas. No homem, apenas seis músculos sustentam as orelhas.

Os cães descendem dos lobos, e a separação se deu há tão pouco tempo que as duas espécies ainda podem cruzar e gerar descendentes. Mas as diferenças já são enormes. O cérebro do animal doméstico é, em média, 20% menor que o de seu ancestral. Talvez para sobreviver entre os homens eles não necessitem da astúcia de um lobo silvestre. De acordo com Alexandra Horowitz, a ideia de que o dono precisa mostrar que é uma espécie de macho alfa não faz sentido. Os cães também não formam matilhas. Não existe entre eles um macho dominante como há entre os lobos. Talvez o cão veja no homem um companheiro, e não necessariamente um chefe. O animal domesticado se tornou especialista nas reações humanas. Ele percebe o sentido pela entonação da voz e é capaz de diferenciar o elogio da reprimenda. Da mesma forma, ele olha para o rosto humano em busca de informações, orientações e segurança. No final, é mesmo o melhor amigo do homem.

Com reportagem de Laura Ming

D. L. Anderson
 
Fonte: Revista Veja, 7 de outubro de 2009.

Foto: Bibbo Camargo

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Gilberto Medeiros

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Canil Reserva do Rei

 

Lord Yoshi Toranagá

DSC01180 no sofá

Oi, quero apresentar pra vocês o meu filho muito amado. Esse é o Lord Yoshi Toranagá, Tatá para os íntimos. Meu marido e eu somos apaixonados pela raça e saímos a procura de um para comprar, quando o vimos ele já tinha quatro meses e estava todo cheio de buraquinhos no pelo causado por fungos, ficamos em dúvida quanto a comprá-lo mas já era tarde, estávamos encantados com ele, não pensamos muito e o trouxemos para casa. Cuidamos dos machucadinhos com muito carinho e em pouco tempo ele estava de pelo renovado e aprontando poucas e boas. Hoje com dois anos, ele é a nossa alegria, todo atrapalhado, medroso, não controla a força para brincar e acaba sempre nos machucando, nós o mimamos muito e é claro que ele sabe e se aproveita disso. Ter um cão é muito bom mas ter um buldog é diferente, o modo como nos olham e como agem no dia-a-dia os torna realmente como membros da família, para mim o Tatá é um filho e não consigo me separar dele por muito tempo.
Parabéns pelo blog!

Elaine (Florianópolis – SC)

PROCURA-SE!!!

lolaPessoal a LOLA, dos amigos Priscila e Fábio, está desaparecida, precisamos unir esforços e tentar ajudar na sua localização.

Por favor, qualquer informação entrar em contato diretamente com os proprietários.

Ela atende pelo nome de LOLA. Desapareceu nas imediações do Jardim Querência – Barreirinha (Curitiba – Paraná) no dia 06/10/2009. Tem problema nos olhos e está em tratamento.

Contato: Fabio: 41 8804-6399 / 41 3585-4170 Priscila:41 9924-9825 / 41 8804-9896 priscila@shawnodese.com.br.

Gratifica-se.

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Gilberto Medeiros

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Canil Reserva do Rei

Animais sentem remorso???

Foto Canil ShawnodeseEspecialistas acreditam que os animais sintam arrependimento, definido como o reconhecimento de uma oportunidade perdida.

Se você tem um cachorro, especialmente um que destruiu seu tapete preferido, você sabe que um animal é capaz de pedir desculpas. Ele pode choramingar, andar cabisbaixo e encolher o rabo, parecendo positivamente envergonhado ― “Não sei o que me possuiu.” Mas será que ele realmente sente remorso? Será que algum animal poderia sentir a verdadeira dor do remorso?

Cientistas no passado desprezaram a idéia como sendo um tolo antropomorfismo e eu costumava ficar do lado dos céticos que consideravam os sinais de arrependimento variações das lágrimas de crocodilo. Os animais pareciam apegados demais ao momento e ocupados demais atrás da próxima refeição para se entregarem à auto-recriminação. Se animais velhos tivessem uma música, ela seria “My Way.”

Contudo, com o surgimento de novas descobertas – coiotes deprimidos, macacos tristes, tigres que cobrem os olhos por remorso, chimpanzés que pensam duas vezes em suas escolhas -, pergunto-me se os animais podem realmente ter arrependimento. Seu cão pode não partilhar da melancolia de Hamlet, mas ele pode ter algo em comum com Woody Allen.

Os últimos dados vêm de análises de cérebros de macacos que tentavam ganhar um suco como grande prêmio ao adivinhar onde ele estava escondido. Quando os macacos escolhiam errado e a localização do prêmio lhes era revelada, os neurônios de seus cérebros claramente registravam arrependimento, segundo neurobiólogos da Universidade Duke que recentemente reportaram o experimento na Science.

“Essa é a primeira evidência de que os macacos, como as pessoas, têm pensamentos ‘do que poderia, deveria ter sido’”, disse Ben Hayden, um dos pesquisadores. Outro autor do estudo, Michael Platt, notou que os macacos reagiram às suas perdas com a mudança de suas escolhas seguintes, assim como os humanos que respondem a uma oportunidade perdida através da mudança de estratégia.

“Posso imaginar que o arrependimento seja altamente vantajoso em termos evolucionários, contanto que não haja obsessão a respeito disso, como na depressão”, Platt disse. “Um macaco sem arrependimento pode agir como um psicopata ou um Dom Quixote simiesco.”

Nos primeiros experimentos, tanto os chimpanzés quanto os macacos que trocavam moedas por pepinos reagiam de modo negativo ao verem que os outros animais estavam conseguindo prêmios mais apetitosos – uvas – pelo mesmo preço. Eles produziam sons de raiva e às vezes atiravam os pepinos ou as moedas, reportou Sarah Brosnan, psicóloga da Univesidade Estadual da Geórgia.

“Acho que os animais sentem arrependimento, definido como o reconhecimento de uma oportunidade perdida”, Brosnan disse. “Na selva, essas habilidades podem ajudá-los a reconhecer quando devem passar a explorar áreas diferentes ou encontrar outro parceiro cooperativo que irá dividir a coleta de modo mais igualitário.”

É claro que ninguém sabe exatamente como esse sentimento de arrependimento afeta o animal emocionalmente. Quando vemos um cachorro cabisbaixo e curvado, tendemos a presumir que ele está sofrendo da mesma forma que nós após um passo em falso, mas talvez ele esteja apenas enviando um sinal útil: fiz besteira.

“É possível que esse tipo de sinal social nos animais tenha se desenvolvido sem a experiência consciente do arrependimento”, disse Sam Gosling, psicólogo da Universidade do Texas, Austin. “Mas parece mais plausível que haja algum tipo de experiência consciente, mesmo se ela não for do mesmo tipo que você ou eu sentimos.”

Marc Bekoff, ecologista comportamental da Universidade do Colorado, disse estar convencido de que os animais sentem dor emocional por seus erros e oportunidades perdidas. Em ¿Wild Justice¿ (Justiça Selvagem), seu novo livro escrito com a filósofa Jessica Pierce, Bekoff relata milhares de horas de observação de coiotes na selva, bem como de cães domesticados à solta.

Quando um coiote recuava após ter sido mordido com força enquanto brincava, o coiote atacante prontamente baixava a cabeça reconhecendo seu erro, Bekoff disse. Se um coiote era afastado por brincar de maneira injusta, ele se encolhia com suas orelhas para trás, cabeça inclinada e rabo para baixo, tentando se reaproximar e, depois, se afastando dos outros animais. Bekoff disse que os coiotes apologéticos o lembravam de animais impopulares se esgueirando tímidos nos arredores de um parque para cães.

“Esses animais não são tão emocionalmente sofisticados quanto os humanos, mas eles devem saber o que é certo e errado porque essa é a única maneira de seus grupos sociais funcionarem”, ele disse. “Arrependimento é essencial, especialmente na selva. Humanos são muito complacentes em relação aos seus bichos de estimação, mas se um coiote selvagem fica com uma reputação de trapaceiro, ele é ignorado ou banido, e acaba deixando o grupo.” Quando o coiote se encontra sozinho, Bekoff descobriu, seu risco de morrer jovem é quatro vezes maior.

Se nossos bichos de estimação têm consciência de como nós somos manteigas derretidas, talvez seu arrependimento seja em grande parte apenas um teatro para nós, tolos. Mas gosto de pensar que parte do pesar é real e que os pesquisadores irão um dia compilar uma lista dos 10 bichos de estimação mais arrependidos. (Você pode fazer nomeações no TierneyLab, em nytimes.com/tierneylab). Gostaria de pelo menos ver os pesquisadores desvendarem algumas das grandes perguntas sem resposta: Quando você pede para seu cão ir atrás da bola, quanto arrependimento ele sente ao devolvê-la a você? Será o mesmo sentimento de quando ele termina a brincadeira ao ficar com a bola?

Será que os animais vândalos sentem algum receio moral? Após ver tapetes, malas e móveis destruídos por meus bichos de estimação, não estou convencido de que a evolução tenha dado aos animais qualquer senso confiável de direito de propriedade. Mas fico tocado pelas histórias de Eugene Linden sobre vândalos arrependidos em seu livro sobre comportamento animal, ¿The Parrot’s Lament” (O Lamento do Papagaio).

Ele fala sobre um jovem tigre que, após destruir todas as árvores recentemente plantadas em um zoológico na Califórnia, cobriu os olhos com as patas quando o funcionário do parque chegou. E também fala de chimpanzés fêmeas do zoológico de Tulsa que se aproveitaram de um projeto de reforma para roubar o material dos pintores, vestir as luvas e pintar seus filhotes de branco. Quando confrontadas pelo tratador furioso, as mães correram e então voltaram com uma oferta de paz e seus filhotes limpos.

E quão estranha é a Síndrome de King Kong? Tanto gorilas machos quanto fêmeas se tornaram tão apegados a seus tratadores humanos que até se insinuaram sexualmente – um até mesmo arrastou sua tratadora pelo cabelo. Depois da rejeição inevitável, será que eles se arrependem de terem destruído uma linda amizade?

Será que gatos de estimação se arrependem de alguma coisa?

Tradução: Amy Traduções

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Gilberto Medeiros

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Dogs 101/English Bulldog

Friends…

Dois vídeos muito legais que resumem toda a dedicação e o amor dos Bulldogs pelas crianças.

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Gilberto Medeiros

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Fotografe seu bull!

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Max, bulldog do Fábio - fotografado por Lionel

“Olá tudo bem?

O Blog continua ótimo… E por isso sempre que eu puder irei colaborar…..

Acabei de chegar do Pet Center Marginal, aqui em SP, onde conheci o trabalho do excelente fotógrafo argentino Lionel Falcon e também dos produtos que ele faz, tanto com as fotos que tira de nossos bichinhos, como as que enviamos para ele.

Fiquei tão impressionado com o trabalho e o carinho que ele dedica aos animais que resolvi escrever e indicar esse trabalho para que outras pessoas o conheçam.

Abraços

Fábio e Max”

Chinesa paga US$ 600 mil pelo cão mais caro do mundo.

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O cãozinho veio para substituir uma perda canina.

Uma chinesa identificada apenas como Mrs. Wang acaba de bater um recorde. Ela comprou o cachorro mais caro do mundo.

O Tibetan Mastiff de 18 meses e 80 cm de altura foi comprado por US$600 mil!

O cãozinho veio para substituir uma perda canina na casa de Mrs. Wang e foi nomeado Yangtze River Number Two. A milionária afirma que está há muito tempo procurando um Tibetan mastiff original e que encontrou esse na cidade de Yushu, na China. Na volta a Xangai os moradores receberam o cão de ouro com faixas e festas nas ruas.

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Gilberto Medeiros

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Três B`s

Bulldog + Brad Pitt = Bom demais

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Cão mais velho do mundo segundo o Guinness morre aos 21 anos nos EUA

Dachshund Chanel morreu de causas naturais na sexta-feira.

Ela tinha o equivalente a 147 anos de um ser humano.

O cão mais velho do mundo segundo o livro Guinness dos Recordes, Chanel, morreu aos 21 anos na última sexta-feira. A idade equivale a 147 anos humanos.

A dachshund Chanel morreu de causas naturais, na casa de seus donos, no subúrbio de Port Jefferson Station, na cidade norte americana de Long Island.

Chanel, que tinha o título de cão mais velho do mundo, em foto sem data fornecida por seus donos. (Foto: AP)

Chanel, que sofria de catarata, usou óculos especiais nos últimos anos e sempre estava vestida, porque era muito sensível ao frio, segundo seus donos, Denice e Karl Shaughnessy. Ela estava com o casal desde que tinha 6 semanas de idade e foi adotada quando Denice servia o exército em Newport News, na Virgínia.

Chanel morou nove anos na Alemanha. Ela gostava de roubar guloseimas da cozinha e escondê-las no sofá da sala e era fanática por chocolate, segundo sua dona.

A cadela ganhou o título de mais velha do mundo em maio, em uma cerimômia em Manhattan, patrocinada por uma companhia de comida para cães.

Agora, o título de cão mais velho do mundo deve ser herdado por Max, um cão de New Iberia, na Louisiana, que teria 26 anos. Apesar de mais velho que Chanel, ele ainda não teve sua idade reconhecida pelo Guinness.

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Gilberto Medeiros

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Receita: Patê de Fígado

Pessoal,

O Leonardo, leitor fiel, aqui do blog mandou uma super dica para a alimentação dos nossos bullzinhos… vejam o que acham…

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Patê de Fígado

Sou o Leonardo, pai dos três bulldogs: Max, Kelly e Apollo; mandei um depoimento para vocês há pouco tempo atrás sobre minha relação com os gordinhos. E aí tudo bem!?
Será que no Bullblog tem espaço para receitas e dicas sobre alimentação? Talvez na tópico sobre Saúde né!? :-). Bem, todos nós sabemos que às vezes nossos cães apresentam inapetência por diversos motivos: doenças parasitárias, disfunções gástricas, renais, intestinais ou até mesmo enjoaram da ração. Uma série de coisas influenciam no paladar e apetite deles. Para me ajudar a ficar mais tranquilo nessas horas, eu uso uma tática infalível – o Patê de Fígado Bovino. Uma receita simples, de baixo custo e que eles ficam loucos pela comida. Não gosto de ração úmida, cheia de conservantes, prefiro essa opção.

Além de usá-lo nas situações descritas acima, a cada três semanas eu o adiciono na ração para dar uma diferenciada no paladar e cheiro. Assim eles não enjoam do que estão acostumados a comer. Vou descrever a receita, deixarei em aberto aos leitores a oportunidade de melhorá-la, dando sugestões de como deixá-la mais incrementada ainda.

PATÊ DE FÍGADO

Ingredientes:
- 750 gr fígado bovino fresco
- 1 cabeça de alho
- 1 sachê de sazon
- 1,5 Ltr de água

Preparo:
1) Aqueça a água numa panela e adicione o fígado cortado em pedaços
2) Adicione em seguida o alho com casca
3) Deixe cozinhando e espere ferver por 5 minutos
4) Bata no liquidificador até formar uma pasta alguns pedaços da carne, o sachê de sazon, o alho e um pouco da água da panela
5) Caso o patê fique muito grosso, adicione a água da panela até formar uma textura cremosa (tipo iogurte)
6) Espere esfriar antes de servir

Observações:
- Coloque duas ou três colheres do patê misturada na ração, adicione um pouco de água para aguçar o cheiro e deixar a mistura mais fácil de mastigar
- O fígado tem validade curta (5 a 7 dias), guarde o patê em potes fechados na geladeira, não congele.
- A água que sobrou pode ser usada para fazer cubos de gelo. Eles AMAM!!!!
- Custo: R$ 6,00

Fica aí a dica.

Um grande abraço,

Leonardo, Max, Kelly e Apollo.

OBSERVAÇÃO IMPORTANTE: NÃO SUBSTITUI A RAÇÃO E O CÃO, EM ALGUNS CASOS, PODE TER DIARRÉIA

Bulldog Bookends

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U$99 na Babarker

Ah não! Imagina ter esses bullzinhos lindos na prateleira da sua sala ou escritório?! Demais, né? Eu amei!! Mas de novo só pra quem mora nos EUA.

Quem tiver interesse é só clicar aqui.

Um Bulldog em Caminho das Índias!!!

Vídeo encaminhado pelos amigos Ico Thomaz e Vanessa Lacerda, proprietários do bulldog “Bahuan” (filho de nosso “Zidane”), que na praça da Encol, em Porto Alegre-RS, protagonizou um capítulo inédito da novela “Caminho das Índias”, ”O Grande Encontro entre Bahuan e Indra“…hehehehehe!!!

 

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Gilberto Medeiros

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Um bulldog chamado MOU

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“Vou narrar um acontecimento que talvez seja o primeiro entre os bulldogs. Moro em um condomínio fechado em Gravataí, RS. Tenho um Bulldog chamado MOU. Tem 3 anos e é uma simpatia. Adora crianças e adultos em geral. A única coisa a qual não gosta é ver pneu de carro rodando. Poisd bem, eu estava passeando com ele e um segurança do condomínio parou uma WV Saveiro para cumprimentar o Mou. Ele simplesmente deu uma mordida rápida nos pneus dianteiro e traseiro esquerdos. Os pneus não só furaram como ficaram inutilizados porque ele rasgou os dois. Tive que comprar dois pneus  e o borracheiro disse que nunca tinha visto nada igual. A segurança do condomínio inclusive guardou os pneus para mostrar.
Atenciosamente,  Gitibá Guichard Faustino”
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OBS: Mou está procurando namorada, interessadas entrar em contato pelo e-mail gitiba@terra.com.br